



Imaginem as consequências...
Dentro do chamado "romance de época", "Rio das flores" de Miguel Sousa Tavares foi até hoje um dos melhores que tive o prazer de ler.
Não é "santo do meu altar" mas é uma das vozes de protesto contra o acordo ortográfico.
O acordo ortográfico é um tratado internacional que visa criar uma ortografia unificada para o português, terminando com as duas normas ortográficas divergentes. A norma brasileira e a norma dos restantes países em que a língua oficial é o Português.
Os restantes países e regiões administrativas, dividem-se por 4 continentes, Portugal que detém a matriz, Angola, Moçambique, S.Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Cabo Verde, Macau, Timor-Leste a partir de 2004 e Guiné Equatorial a partir de 2007. É caso para dizer que aparentemente, só os brasileiros é que estavam bem. Adiante.
Sem entrar em pormenores técnicos, refiro apenas que o dito acordo vem alterar a grafia em aproximadamente 0,5 das palavras na norma brasileira e 4% na norma euro-afro-asiática-oceânica.
O acordo foi elaborado em Lisboa entre os dias 6 e 12 de Outubro de 1990. Previa-se que entra-se em vigor no dia 1 de Janeiro de 1994, após rectificação parlamentar de todos os intervenientes.
Portugal foi o primeiro e único país a rectificar o acordo dentro dos prazos previstos. No dia 23 de Agosto de 1991, era Primeiro Ministro o senhor Aníbal Cavaco Silva. O acordo foi rectificado num parlamento onde o Partido Social Democrata detinha a maioria.
Devido a este incumprimento, realizou-se novo encontro em Cabo Verde no dia 17 de Julho de 1998. Da reunião saiu um "Protocolo Modificativo ao Acordo ortográfico da Língua Portuguesa" onde não se estipulou uma data de entrada em vigor mas manteve-se a obrigatoriedade de ser rectificado por todos os intervenientes.
Apenas Portugal, Brasil e Cabo Verde rectificaram o Protocolo Modificativo.
Em Julho de 2004 nas ilhas de S.Tomé e Príncipe, na presença dos Chefes de Estado e de governo dos países envolvidos, foi aprovado o "Segundo protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico" que para além de admitir a entrada de Timor-Leste, revogou a necessidade de ser rectificado por todos os países antes de ser aplicado. Bastava a rectificação de 3 dos envolvidos para a aplicação pratica do mesmo.
Ou seja, o mecanismo que permitia garantir a real uniformização das normas ortográficas da língua portuguesa foi revogado.
No dia 6 de Maio de 2008, o senhor Presidente da Republica deslocou-se ao Brasil em visita oficial, coincidentemente no dia 16 do mesmo mês o acordo ortográfico foi rectificado no parlamento português, era Primeiro Ministro o engenheiro José Sócrates, à frente de um governo maioritário Socialista. Em todo o hemiciclo apenas 4 deputados votaram contra.
O senhor Presidente da Republica promulgou o diploma no dia 21 de Julho, entrando em vigor no dia 1 de Janeiro de 2010. Prevê-se um período de transição de 4 anos.
Isto são os factos e os factos não escondem a realidade. Portugal detentor da matriz da língua vergou-se perante o poder económico do Brasil.
Pessoalmente... vou tentar ser meigo, mas não prometo. Pura e simplesmente um atentado à cultura portuguesa, uma traição que sujeita o povo português à humilhação. Ainda os "mermão" andavam em pelota pendurados nas árvores, já os portugueses falavam a língua de Camões à mais de 500 anos. Mais um excelente acordo feito pela classe politica abrileira, que só obterá descanso quando espoliar totalmente a Pátria e os seus 800 anos de História.




O convidado desta semana, é o economista Vítor Bento membro do Conselho de Estado, órgão de consultadoria do Presidente da Republica.
Previsão meteorológica para os próximos tempos, "cenário de chuva e de chuva violenta, mas continuam-nos a dizer que vai fazer sol."
Post especialmente dedicado aos optimistas de pacotilha que diariamente nos desinformam da real situação do país.





Deixo-vos com esta preciosidade, já de 2007 que representa o real sentimento do grosso da população brasileira em relação a nós portugueses.
Reparem que a apresentadora diz, e passo a citar "agente fala de portugues, que eles são esquesitos..." ou seja o "agente" refere-se à população brasileira e, "esquesitos" somos nós.
Realço também a cultura e conhecimento de causa profundo da "senhora"que faz a entrevista. Uma verdadeira pérola no meio intelectual brasileiro.
Uma ultima palavra para toda a comunicação social, que frequentemente refere-se ao Brasil como país irmão, ou aos brasileiros como nossos irmãos. Eu compreendo que possa haver jornalistas, que tenham duvidas acerca da sua paternidade, mas asseguro-vos que não é o meu caso, a senhora minha mãe não se chama Maitê Proença.


Finalmente a verdade acerca do Estado Novo começa a surgir, Medina Carreira e João Duque afirmaram que em grande parte das áreas o regime de Salazar era muito superior ao agora vigente.
Se tivermos em conta o poder de quem a todo o custo tenta reescrever a História, vamos ter programa por pouco tempo.

Para começar sou da opinião de um senhor, que, gostem ou não, é presentemente o melhor treinador do mundo. Naturalizados? nem um!
Onde é que já se viu um jogador português com o nome Makukula?
Para guarda redes Eduardo "mãos de tesoura" parece-me bem, seguro, experiente, uma boa escolha. Patrício como segunda opção.
Bruno Alves e Ricardo Carvalho são na minha humilde opinião a melhor dupla de centrais do mundial. Carvalho "o boss" é uma autoridade em campo, um autentico patrão na defesa. Se a coisa aquecer Alves "o caceteiro" é uma mais valia.
Fábio Coentrão "a revelação", uma garra que provavelmente lhe valerá um bilhete para o estrangeiro na próxima temporada. Miguel "o pistoleiro" é esforçado e Paulo Ferreira não compromete, mas não chega, comigo ia o João Pereira. Com Pereira e Coentrão nas alas a selecção ganhava outra profundidade.
Agora começam os problemas... Pedro Mendes não deslumbra e qualquer equipa sem um trinco fora de serie não vinga. A Miguel Veloso sobra-lhe técnica mas falta-lhe a raça e agressividade, imprescindíveis à posição. As saudades de um Maniche ou de um Costinha...
Tiago, Meireles "o pintado" e Moutinho, três jogadores dois lugares. Ronaldo num extremo a flectir para o meio, Nani "o lesionado" no outro, Simão no banco.
Hugo Almeida finalizava o onze.
Temos uma defesa que pode assegurar continuidade na prova, mas a falta de um trinco que maravilhe o apoiante e intimide o adversário será sempre o calcanhar de Aquiles desta selecção.
Já me esquecia, Queiroz "o filosofo" também não ia, Augusto Inácio seria a minha escolha.
Importante o artigo acerca do laureado politico, do censor dos tempos do PREC, do defensor da união ibérica (apelidado por Carlos Carvalhas em directo e ao vivo como um autentico patriota), do apoiante de António Costa (que financiou a instalação da sua Fundação, na histórica Casa dos Bicos em Lisboa) do homem que não acreditava em Deus mas que D`ele tirava o sustento...