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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Pela segunda vez...

Foi há 66 anos que os vencedores da II Guerra Mundial utilizaram pela segunda vez uma arma nuclear contra seres humanos.

Apesar de não serem os únicos a possuir estas armas, foram os que tiveram coragem de as utilizar.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Rudolf Hess

Rudolf Hess nasceu em Alexandria no dia vinte e seis de Abril de 1894.
Aos catorze anos regressou à Alemanha e, aos 20 ofereceu-se como voluntário para combater pelo seu país na 1ª Grande Guerra.
Durante o conflito foi ferido por duas vezes e distinguido com a cruz de cavaleiro de 2ª classe.
Com o fim do conflito Hess junta-se ao Freikorps, uma organização paramilitar que combatia o comunismo.
Em 1920 junta-se ao Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.
Preso em 1923, partilha o cárcere com Adolf Hitler, na altura que este escreve o livro Mein Kampf.
Com a ascenção de Hitler, Hess acompanha-o, tornando-se na 3ª figura na hierarquia do Reich.
Em 1941, em plena II Guerra Mundial, Rudolf Hess voa sozinho para Inglaterra para propor aos ingleses um acordo de paz que poria o fim ao conflito entre Alemanha e Inglaterra.
Churchill recusa a proposta e prende o oficial alemão.
No fim da II Guerra Mundial Rudolf Hess é julgado e condenado em Nuremberg a prisão perpétua. Curioso será dizer que tão pesada sentença não é compreensivel, uma vez que os planos para a alegada solução final só foram postos em marcha em 1942, já Hess era cativo dos aliados há um ano... que alegados crimes de guerra terá praticado enquanto esteve encarcerado?
Cumpriu a sua pena durante 46 (quarenta e seis) anos na prisão fortaleza de Spandau, onde durante os últimos vinte foi o único recluso.
As condições a que esteve sujeito durante todo este tempo arrepiariam qualquer elemento da Amnistia Internacional... se esta se desse ao trabalho de por lá ter passado.
Por fim, aos 93 (noventa e três) anos rudolf Hess foi encontrado morto na sua cela.
Faleceu no dia 17 de Agosto sob condições no mínimo suspeitas. Suicídio dizem aqueles que o guardavam, homicídio acusam os familiares.
O seu corpo foi enterrado no cemitério da cidade de Wunsiedel e por lá permaneceu até ao dia 17 de Julho de 2011.
Nesse dia, passados mais de 117 (cento e dezassete) anos após o seu nascimento, a sua campa foi levantada, os seus restos mortais cremados e as suas cinzas deitadas ao mar, numa tentativa de eliminar a sua memoria de forma definitiva.

Querem melhor exemplo do que é ser um mártir?

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Os maiores entre os maiores

Hoje enquanto visitava os Destroyers japoneses, o meu filho mais novo, na presença imponente das embarcações, diz-me assim:
-É pai que barco grande- Sorri e, enquanto concordava com o pequeno, a minha mente comparava as 3 500t do Yamagiri e a sua peça de 76mm, com 65 000t e canhões de 457mm (18 polegadas) da classe Yamato.
Classe composta por dois navios, o Yamato e o Musashi e por um terceiro que sem nunca sair dos estaleiros seria reconvertido num porta-aviões.
Não vos canso com pormenores técnicos, digo-vos apenas que foram com larga margem os maiores couraçados de todos os tempos.
O Musashi seria afundado por aviões americanos na batalha do Golfo de Leyta em 1944 e igual destino teria o seu irmão no dia 7 de Abril de 1945, a norte de Okinawa.
Reis sem coroa, estes super couraçados, a par com os seus congéneres de outras marinhas, seriam destronados pelos porta-aviões nas duras e terríveis batalhas navais da II Guerra Mundial.
Pensei em colocar uma fotografia, mas não encontrei nenhuma que mostra-se a real dimensão destes navios. Deixo-vos este vídeo.


sexta-feira, 2 de julho de 2010

Manifestação na Letónia


Realizou-se hoje em Riga, capital da Letónia, a marcha anual dos combatentes letões que lutaram ao lado dos alemães na II guerra mundial. Estes soldados combateram contra os soviéticos, integrados maioritariamente na 15ª e posteriormente na 19ª Waffen Grenadier der SS.
Divisões que em princípios de 1945 possuíam cerca de 26000 efectivos. Estes, ficaram conhecidos pelas suas excepcionais qualidades militares, sendo atribuídas às duas divisões, o total de 15 cruzes de cavaleiro até ao final da guerra.
Leais até ao fim, estes homens participaram na defesa de Berlim, nos últimos dias da guerra, até à rendição incondicional da Alemanha.
Hoje, apesar das pressões internacionais, os sobreviventes marcharam juntos de novo, até ao Monumento da Liberdade no centro de Riga.