sábado, 26 de junho de 2010
Educação
Parque das Nações Convidadas
Proponho a alteração do nome de Parque das Nações, para Parque das Nações Convidadas, para que, a verificar-se a alteração do nome, os dignos e civilizados cidadãos de outras paragens não se sintam tentados a comportarem-se como se estivessem em casa.
Apostilha : não se esqueçam, recebam-nos com carinho e em grandes quantidades...
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Mais do mesmo...

quinta-feira, 24 de junho de 2010
Nuno Álvares Pereira
São Nuno de Santa Maria
24 Junho 1360 - 1 de Novembro de 1431
A origem do fado

Um trabalho sério de investigação e pesquisa acerca das origens do fado, é o que José Alberto Sardinha nos dá a conhecer através desta obra.
Contrariando as teses multiculturalistas, que afirmam que o fado teve origem em locais tão distintos como o Brasil, ou no território que é hoje Angola, José sardinha de forma contundente devolve o seu a seu dono, prestando um inestimável serviço à cultura portuguesa.
Já sabemos que o pais está de tanga, levaram-nos as colónias, depois o escudo, mais recentemente a soberania e agora até a cultura nos querem levar. Zeca Afonso tinha uma musica apropriada, "Vampiros", se não me falha a memória.
Bravo José Sardinha
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Plano \nclinado
Finalmente a verdade acerca do Estado Novo começa a surgir, Medina Carreira e João Duque afirmaram que em grande parte das áreas o regime de Salazar era muito superior ao agora vigente.
Se tivermos em conta o poder de quem a todo o custo tenta reescrever a História, vamos ter programa por pouco tempo.
Musica da selecção
terça-feira, 22 de junho de 2010
Selecção nacional

Para começar sou da opinião de um senhor, que, gostem ou não, é presentemente o melhor treinador do mundo. Naturalizados? nem um!
Onde é que já se viu um jogador português com o nome Makukula?
Para guarda redes Eduardo "mãos de tesoura" parece-me bem, seguro, experiente, uma boa escolha. Patrício como segunda opção.
Bruno Alves e Ricardo Carvalho são na minha humilde opinião a melhor dupla de centrais do mundial. Carvalho "o boss" é uma autoridade em campo, um autentico patrão na defesa. Se a coisa aquecer Alves "o caceteiro" é uma mais valia.
Fábio Coentrão "a revelação", uma garra que provavelmente lhe valerá um bilhete para o estrangeiro na próxima temporada. Miguel "o pistoleiro" é esforçado e Paulo Ferreira não compromete, mas não chega, comigo ia o João Pereira. Com Pereira e Coentrão nas alas a selecção ganhava outra profundidade.
Agora começam os problemas... Pedro Mendes não deslumbra e qualquer equipa sem um trinco fora de serie não vinga. A Miguel Veloso sobra-lhe técnica mas falta-lhe a raça e agressividade, imprescindíveis à posição. As saudades de um Maniche ou de um Costinha...
Tiago, Meireles "o pintado" e Moutinho, três jogadores dois lugares. Ronaldo num extremo a flectir para o meio, Nani "o lesionado" no outro, Simão no banco.
Hugo Almeida finalizava o onze.
Temos uma defesa que pode assegurar continuidade na prova, mas a falta de um trinco que maravilhe o apoiante e intimide o adversário será sempre o calcanhar de Aquiles desta selecção.
Já me esquecia, Queiroz "o filosofo" também não ia, Augusto Inácio seria a minha escolha.
Au revoir!
Hoje o diabo anda à solta.
Importante o artigo acerca do laureado politico, do censor dos tempos do PREC, do defensor da união ibérica (apelidado por Carlos Carvalhas em directo e ao vivo como um autentico patriota), do apoiante de António Costa (que financiou a instalação da sua Fundação, na histórica Casa dos Bicos em Lisboa) do homem que não acreditava em Deus mas que D`ele tirava o sustento...segunda-feira, 21 de junho de 2010
Coincidências...
domingo, 20 de junho de 2010
A Estrada

sexta-feira, 18 de junho de 2010
Finalmente

Soube, através do blog Reverentia, do qual sou seguidor e admirador confesso à um par de anos, que a editora Civilização lançou o segundo livro da trilogia "Guerreiro de Roma"com o titulo "O Rei dos Reis".
O autor, Harry Sidebottom, é um conceituado professor de História Clássica na Universidade de Oxford. Sidebottom transporta o seu conhecimento académico para os romances que escreve, cativando o leitor do principio ao fim do livro. No meu caso, para lá do fim do livro, pois esperava ansiosamente por este segundo capitulo.
Deixo-vos a sinópse do primeiro livro da série, "Fogo a Oriente".
No ano de 225d.c., assiste-se ao princípio do fim do Império Romano, cuja autoridade e poder são desafiados ao longo de toda a sua fronteira. A maior ameaça reside na Pérsia, a oriente, onde o Império Sassânida se agiganta como uma força poderosa e ameaçadora. aí, a isolada cidadela romana de Arete aguarda a inevitável invasão.
Um homem é enviado para organizar a defesa e proteger as muralhas. Um homem cujo nome é sinónimo de guerra: um homem chamado Balista.
Balista é convocado para sozinho reunir o exercito e a coragem para resistir ao maior inimigo que o Império alguma vez enfrentou.
Pai babado
quarta-feira, 16 de junho de 2010
25 Abril de1974 A revolução da perfídia

Relacionado com o que já escrevi acerca da realidade do que foi o Estado Novo, recomendo-vos vivamente este livro da autoria do General Silva Cardoso.
Uma vergonha
UMA VERGONHA
1.
Especialistas ingleses e norte-americanos estudaram comparativamente o esforço das Nações envolvidas em vários conflitos em simultâneo, principalmente no que respeita à gestão desses mesmos conflitos, nos campos da logística geral, do pessoal, das economias que os suportam e dos resultados obtidos.
Assim, chegaram à conclusão que em todo o Mundo só havia 2 Países que mantiveram 3 Teatros de Operações em simultâneo: a poderosa Grã-Bretanha, com frentes na Malásia ( a 9.300 Kms de 1948 a 1960), no Quénia ( a 5.700 Kms de 1952 a 1956), e em Chipre ( a 3.000 Kms de 1954 a t959), e o pequenino Portugal, com frentes na Guiné (a 3.400 Kms}, Angola (a 7.300 Kms) e Moçambique (a 10.300 Kms ) de 1961 a 1974 (13 anos seguidos}. Estes especialistas chegaram à conclusão que Portugal, dadas as premissas económicas, as dificuldades logísticas para abastecer as 3 frentes, bem como a sua distancia, a vastidão dos territórios em causa, e a enormidade das suas fronteiras, foi aquele que melhores resultados obteve.
Consideraram por ultimo, que as performances obtidas por Portugal, se devem sobretudo ã capacidade de adaptação e sofrimento dos seus recursos humanos, e à sobrecarga que foi possível exigir a um grupo1 reduzido de quadros dos 3 Ramos das Forças Armadas, comissão atrás de comissão, com intervalos exíguos de recuperação física e psicológica. Isto são observadores internacionais a afirmá-lo.
Conheci em Lisboa oficiais americanos com duas comissões no Vietname. Só que ambos com 3 meses em cada comissão, intervalados por períodos de descanso de outros 3meses no Hawaii.
Todos os que serviram a Pátria e principalmente as gerações de Oficiais, Sargentos e Praças dos 3 Ramos das Forças Armadas que serviram durante 13 anos na Guerra do Ultramar, nos 3 Teatros de Operações, só pelo facto de aguentarem este esforço sobre humano que se reflecte necessariamente em debilidades de saúde precoces, mazelas para toda a vida, invalidez total ou parcial, e morte, tudo ao serviço da Pátria, merecem o reconhecimento da Nação, que jamais lhes foi dado.
2.
Em todo o Mundo civilizado, e não só, em Países Ricos, cidadãos protagonistas dos grandes conflitos e catástrofes com eles relacionados, vencedores ou vencidos, receberam e recebem por parte dos seus Governos tratamentos diferenciados do comum dos cidadãos , sobretudo nos capítulos sociais da assistência na doença , na educação , na velhice , e na morte, como preito de homenagem da Nação àqueles que lutaram pela Pátria, com exposição da própria vida.
Todos os que vestiram a farda da Grã-Bretanha, França, Rússia, Alemanha, Itália e Japão têm tratamento diferenciado. Idem para a Polónia e Europa de Leste, bem como para os Brasileiros que constituíram o Corpo Expedicionário destacado na Europa.
Idem para os Malaios, Australianos, Filipinos. Neo-Zelandeses e soldados profissionais Indianos.
Nos EUA a sua poderosíssima "Veterans War " não depende de nenhum Secretário de Estado, nem do Congresso, depende directamente do Presidente dos EUA , com quem despacha quinzenalmente. Esta prerrogativa referendada por toda uma Nação, permite que todos aqueles que deram a vida pela Pátria repousem em cemitérios espalhados por todo o Mundo , duma grandiosidade , beleza e arranjo ímpares, ou todos aqueles que a serviram , tenham assistência médica e medicamentosa para eles e família, condições especiais de acesso às Universidades, bolsas de estudo, e outros benefícios sociais durante toda a vida.
Esta excepção que o povo americano concedeu a este tipo de cidadãos é motivo de orgulho de todos os americanos.
O tratamento privilegiado que todo o Mundo concedeu aos cidadãos que serviram a Pátria em combates onde a mesma esteve representada , é sufragado por leis normalmente votadas por unanimidade.
Também os civis que ficaram sujeitos aos bombardeamentos, quer em Inglaterra, quer em Dresden, quer em Hiroshima e Nagasaki, têm tratamento diferenciado.
Conheço de perto o Irão. Até o Irão dá tratamento autónomo e especifico aos cidadãos que combateram na recente Guerra Irão-Iraque, onde morreram 1 milhão de iranianos.
Até Países da África terceiro mundista e subdesenvolvida como o Quénia, atribuiu aos ex-maus-maus , esquemas de protecção social diferentes dos outros cidadãos.
Em todo o Mundo menos em Portugal.
No meu País, os Talhões de Combatentes dos vários cemitérios, estão abandonados, as centenas de cemitérios espalhados pela Guiné , Angola , Moçambique , índia e Timor, abandonados estão, quando não, profanados. É simplesmente confrangedor ver o estado de degradação onde se chegou. Parece que a única coisa que está apresentável é o monumento do Bom Sucesso-Torre de Belém, possivelmente porque está à vista e porque é limpo urna vez por ano para a cerimónia publica que lá se realiza. Até grande parte dos monumentos municipais aos Mortos da Guerra do Ultramar vão ficando abandonados.
No meu Pais, a pouco e pouco, foi-se retirando a dignidade devida aos que combateram pela Pátria, abandonando os seus mortos , e retirando as poucas" migalhas" que ainda tinham diferentes do comum dos cidadãos a assistência médica e medicamentosa ,para ele e cônjuge, alinhando-os "devidamente" por baixo.
ATÉ NISTO CONSEGUIMOS SER DIFERENTES DE TODOS OS OUTROS.
No meu Pais, os políticos confundem dum modo ignorante ou acintoso, militares com policias e funcionários públicos ( sem desprimor para as profissões de polícias e funcionários públicos, bem entendido}
Por ignorância ou leviandade os políticos permanentemente esquecem que o estatuto dos militares não lhes permite, nem o direito de manifestação, nem de associação sindical além de ser o único que obriga o cidadão a dar a vida pela Pátria.
Até na 1a Republica, onde grassava a indisciplina generalizada, a falta de autoridade, o parlamentarismo balofo, as permanentes dificuldades financeiras e as constantes crises económicas, não foram esquecidos todos aqueles que foram mandados combater pela Pátria na 1a Guerra Mundial (1914-18), decisão política muito difícil, mas patriótica, pois tinha a ver com a defesa estratégica das possessões ultramarinas.
Foram escassos 18 meses o tempo que durou a Guerra para os portugueses, mas todos aqueles que foram mobilizados , e honraram Portugal, tiveram medidas de apoio social suplementares diferentes de todos os outros cidadãos portugueses, alem duma recepção ímpar por todo o Governo da Nação em ambiente de Grande Festividade Nacional.
Naquela altura os políticos portugueses dignificaram a sua função e daqueles que combateram pela Pária.
Foram criados Talhões de Combatentes em vários cemitérios públicos, à custa e manutenção do Estado, foram construídos monumentos grandiosos em memória dos que deram a vida pela Pátria, foi concebido um Panteão Nacional para o Soldado Desconhecido na Sala do Capítulo do Mosteiro da Batalha com Guarda de Honra permanente , 24 sobre 24 horas, foram criadas pensões especiais para os mutilados , doentes e gaseados, focam criadas condições especiais de assistência médica e medicamentosa para os militares e famílias nos Hospitais Militares, numa altura em que ainda não havia assistência social generalizada como há hoje, foi criado um Lar especifico para acolher a terceira idade destes militares em Runa ( é importante relembrar que em 1918 se decidiu receber e tratar os jovens, com 20 anos em 1918 , quando estes tivessem mais de 65 anos de idade), e por ultimo foi criada a Liga dos Combatentes que de certo modo corporizava todo este apoio especial aos combatentes , diferente de todos os outros cidadãos , e era o seu porta-voz junto das instâncias governamentais. Uma espécie de "Veteran's War" à portuguesa.)
Foi toda uma Nação, com os políticos à frente, que deu tudo o que tinha àqueles que combateram pela Pátria ,apesar da situação económica desesperada e de quase bancarrota.
Na altura seguimos naturalmente o exemplo das demais nações.
Agora somos os únicos que não seguem os exemplos generalizados do tratamento diferenciado aos que serviram a Pátria em combate.
É SIMPLESMENTE UMA VERGONHA.
Haveria muito mais para dizer para chamar a atenção deste Ministro da Defesa, e deste Primeiro-Ministro , ambos possivelmente com carências de referências desta índole nos meios onde se costumam movimentar, sobretudo no que respeita à comparação dos vencimentos, regalias e mordomias dos que expuseram ou deram a vida pela Pátria e aqueles, que antes pelo contrário, sempre fugiram a essa obrigação.
Vítor Santos
Coronel Reformado
4 Comissões de Serviço no Ultramar
10 anos de Trópicos
Deficiente das Forças Armadas por doença adquirida e agravada em Campanha
Quase 70 anos de idade
Sem acumulação de cargos
Sem Seguro de Saúde pago pelo Estado ou E.P.
Sem direito a Subsidio de Reinserção
Sem cartão de crédito dourado sem limite de despesas a expensas do Estado
Sem filhos empregados no Estado por conhecimentos pessoais
Sem o direito a reformas precoces de deputada ou autarca
Sem reformas precoces e escandalosas estilo Banco de Portugal ou CGD
Sem contratos que prevêem indemnizações chorudas
Sem direito a ficar com os carros de borla e que o Estado pagou em Leasing
Sem fazer contratos de avenças chorudos como os que se fazem com Gabinetes de advogados e economistas
Sem Pensão de Reforma acima do ordenado do Presidente da Republica
Com Filhos desempregados


