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domingo, 23 de outubro de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
De buraco em buraco...
Não me refiro a uma qualquer estrada de província, cuja finalidade é unir duas aldeolas no interior do Portugal profundo.
Falo sim, das descobertas que o executivo do novo governo realiza no interior dos ministérios.
Desta vez, foi Miguel Relvas a anunciar despesas não contabilizadas na pasta do desporto, na ordem dos seis milhões setecentos e muitos mil euros.
Estas despesas, não somadas ao défice do respectivo ano, ocorreram de 2004 até à mudança de governo.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Londres
Esta é a face da globalização a que ninguém escapa, do intocável multiculturalismo e do decadente capitalismo.
Esta é a face das politicas universalistas de esquerda, do humanismo pervertido por ideologias marxistas e similares. Anos a fio governados pelo politicamente correcto e pela vontade de pseudo-elites corrompidas. Tudo isto consentido e encoberto pela poderosa comunicação social, sempre pronta a justificar aquilo que não tem justificação.
Brevemente na sua rua caro leitor...
Etiquetas:
Criminalidade.,
Multiculturalismo
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Intrigas
Eu não sou de intrigas, mas chegou-me aos ouvidos que parte dos Governos Civis, depois dos resultados das passadas legislativas, já esgotaram as verbas destinadas ao corrente ano.
Grandes negócios...
Pequeno empresário de um ramo da agonizante construção civil, todos os meses me vejo com algumas dificuldades em cumprir com as minhas obrigações patronais. Salários, impostos, seguros, fornecedores, clientes que pagam a 30 dias, outros a 60 e outros ainda quando lhes apetece, transformam a vida de um sócio-gerente de uma micro-empresa numa verdadeira aventura.
Se a tudo isto juntar-mos o facto de a pessoa a que me refiro ser um individuo honesto, temos uma aventura digna de figurar numa saga de Tolkien.
É que apesar de a crise ser para muitos, uma oportunidade de bons negócios, para outros é apenas sinonimo de crise.
Vejamos por exemplo o caso do BPN. Esta instituição à beira do colapso, necessitou de uma injecção de capital do Estado na ordem dos 5 mil milhões de euros. Com a justificação de que a falência do mesmo arrastaria todo o sistema financeiro do país, nacionalizou-se de imediato o BPN, utilizando para isso o dinheiro dos contribuentes.
Até aqui eu compreendo, daqui para a frente...
A nacionalização não incluiu os ramos lucrativos da Instituição bancária. Ou seja, nacionalizou-se apenas o que dava prejuízo.
Os responsáveis, ou a ausência deles, descredibiliza ainda mais (se isso for possível) a Justiça Portuguesa. Os ingénuos não se iludam, não vai haver culpados.
Passados uns meses, a pedido de várias famílias (apenas algumas) chamou-se uns indivíduos a que vou apelidar de troikanos, que impõem uma data para o banco ser vendido ou liquidado.
Prestes a terminar o prazo (escassas horas) aparece um ex-ministro do PSD, que agora representa interesses estrangeiros e oferece 40 milhões de euros na barganha. dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido ao senhor de gravata laranja.
Por explicar ficou o facto de haver outros interessados, um dos quais oferecia mais do dobro e comprometia-se a manter todos os postos de trabalho. Sim, porque a proposta vencedora vai despedir metade dos funcionários. Sabem quem vai pagar a indemnização desses funcionários?
Exactamente, a parte vendedora, o Estado, mais uma vez com fundos do erário publico. Digam lá que em tempo de crise não se fazem grandes negócios.
sábado, 25 de junho de 2011
Farwest no colombo
É sabido e comummente aceite, que alguns povos têm caracteristicas próprias que os identificam culturalmente perante o mundo. A famosa pontualidade britânica ou a pouco simpática usura dos judeus, são apenas dois exemplos que ajudam a perceber o que atrás referi .
Independentemente da cordialidade destas caracteristas, o importante, apesar deste multiculturalismo que nos sufoca, é que felizmente cada povo ainda tem a sua identidade cultural, fazendo-a valer perante esta galopante globalização.
Tudo isto porque recentemente uns indivíduos de etnia cigana, decidiram uma vez mais expor culturalmente a sua génese, desta feita num recinto publico que não estava preparado para o evento. O resultado de tão inopinada actuação saldou-se em quatro feridos ligeiros. Coisa pouca se tivermos em conta que este centro comercial recebe anualmente a visita de 25 milhões de pessoas.
Sugiro que numa próxima oportunidade se encontre um local adequado para tais demonstrações e que sejam as forças armadas a proporcionar os adereços, não vá o parco numero de baixas descaracterizar este afável povo.
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