" O problema que aqui apresento não é qual o lugar que a humanidade deve ocupar na sequência dos seres (o homem é um fim), mas que tipo de homem se deve
criar, se deve
pretender, como o de mais alto valor, mais digno de viver, mais seguro do futuro.
Este tipo de elevado valor já existiu bastantes vezes; mas como um feliz acaso, uma excepção, nunca como um tipo
desejado. Pelo contrário foi precisamente
ele o mais temido até ao presente, quase
a própria realidade temível em si - e a partir desse temor o tipo inverso foi criado,
conseguido; o animal doméstico, a rês gregária, o doente animal humano - o cristão..."
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