quinta-feira, 14 de agosto de 2014

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Vaijá-lá-li 2 - SCP 2

Os senhores foram simpáticos e convidaram-nos para o jogo comemorativo dos 100 anos e nós levámos os reservas numa atitude de cordialidade, Acontece que os reservas do Sporting querem mostrar serviço e quase que estragavam a festa dos egípcios.
Boa nota para os centrais e uma vez mais para o nosso samurai. Este ano temos "banco".

sábado, 2 de agosto de 2014

Troféu Cinco Violinos

Foi ontem no covil do leão que se disputou mais uma edição do Troféu Cinco Violinos.
O adversário foi a poderosa SS Lazio e só nas grandes penalidades o Sporting conseguiu a vitória.
A equipa é a mesma do ano passado. Falta saber se ficam todos em Alvalade até ao fecho do mercado. Dos reforços Tanaka e Rossell parecem ser alternativas aceitáveis para o lugar de Montero e William. Precisamos de um defesa esquerdo para disputar o lugar com Jeferson. salvo erro foi o único defesa esquerdo ontem apresentado.
Este ano estou confiante, apenas temo pela juventude do nosso técnico.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Nacionalismo

Há muito tempo que estou para escrever algo sobre os movimentos nacionalistas em Portugal. Gostaria de começar por dizer que apesar de ter participado em alguns eventos de forma mais ou menos activa, nunca estive filiado em nenhum dos movimentos que existem ou existiram em solo lusitano, assim como, o meu relacionamento com os líderes e homens fortes dos respectivos se limitou a uma ou outra conversa informal. Resumindo, não conheço ninguém, não sou ninguém e não almejo ser alguém. Afirmo isto não como motivo de orgulho, mas para que não restem dúvidas que a minha análise é oriunda de alguém que vê de fora e, consequentemente, não tem vontade de agradar a quem quer que seja.
 
Posto isto, basta uma palavra para definir o nacionalismo em Portugal. Fracasso. É verdade, após quarenta anos de democracia os diferentes líderes nacionalistas portugueses conseguiram pouco mais do que alimentar disputas e quezílias privadas baseadas nas diferenças de opinião e nos enormes egos mal disfarçados que possuem. A consequência foi o enfraquecimento da unidade daqueles que deveriam servir a Nação acima de tudo o resto.
 
E que diferenças insanáveis são estas? Simplesmente RIR. Religião, Israel e Raça.
A religião é uma questão do foro interno de cada um. Desde que não me tentem vender nada... Viram como foi simples? Falta o IR.
Israel não pode ser motivo de discordância. Os defensores de um nacionalismo "moderno" pró-Israel que me perdoem, mas qualquer movimento pró-sionista é por natureza pró-capitalista e anti-revolucionário.  É o capital que escraviza o nosso povo, defende-lo, é não mudar nada.
Resta-nos a Raça, porventura a questão de maior dificuldade de análise tendo em conta o nosso passado. O Diabo desta semana traz um artigo sobre Marcelino da Mata. Leiam e depois em consciência analisem e questionem-se sobre esta matéria.
 
Sumariamente, quando o Amor a Portugal deveria subjugar tudo o resto, é o ódio fraterno sedimentado em questões pessoais e justificado com diferenças ideológicas que prevalece. Esperemos por melhores dias.

Adenda: Desde já aviso que comentários insultuosos não serão publicados. Aceitam-se opiniões e sugestões sobre o assunto.


Azov battalion

 
No leste nasce algo que poderá ser grande.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

segunda-feira, 21 de julho de 2014

quinta-feira, 3 de julho de 2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

sábado, 14 de junho de 2014

Portugal 5 - Republica da Irlanda 1

Apenas para dizer aos mais atentos, que não jogámos com a Irlanda do Norte mas sim com a República da Irlanda. Não que faça grande diferença, aquilo é um rochedo pouco maior que o do Alberto João. Até o buraco orçamental é semelhante.
Quanto ao jogo o resultado diz tudo. Malhámos nos moços e "mai nada".

Erudição do tijolo (I)

A indústria do vestuário apresenta um dos maiores mistérios dos tempos modernos. Cada vez se utiliza menos tecido na confecção das peças e estas cada vez são mais caras.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Tourist trophy 2014



O TT Isle of Man 2014 deste ano teve como grande vencedor o britânico Michael Dunlop aos comandos de uma BMW. Já aqui o referi mas nunca é demais , é o maior evento desportivo em duas rodas de sempre.
 

Dia da Raça


domingo, 8 de junho de 2014

Thor: O Mundo das trevas

Um desperdício de tempo. Apenas aqui faço referência a este filme porque  o Heimdall apanhou muito sol enquanto guardava a ponte do arco-iris. Um deus da mitologia nórdica preto?!?!?

sábado, 7 de junho de 2014

Sempre o Diabo


Sempre o Diabo é o primeiro romance de Donald Ray Pollock, um escritor que teve a sua estreia em 2008 nos EUA após trinta anos como trabalhador fabril.
Sem concepções, a narrativa de Pollock arrasta-nos para uma espiral de violência crua, com a caracterização das personagens a definir inequivocamente as qualidades da prosa do autor.
O pano de fundo do enredo é a América existencialista do século XX na sua verdadeira  dimensão. Parágrafo a parágrafo, página a página, as sensações despontam no leitor com a pérfida assumida de um murro no estômago. Para os que esperam um thriller estereotipado desenganem-se, nesta obra-prima não existem bons e maus, apenas a realidade tal como ela é, trágica, miserável, porca... No fim o leitor já perdeu toda a esperança na espécie humana.
Embora mais acessível do que estes, a narrativa assemelha-se à dos primeiros trabalhos de Cormac McCarthy. Demasiado rude para uns, sanguinário para outros, não aconselhável a leitores facilmente impressionáveis.
 
Adenda: Comprei o livro quando vi a sugestão no blogue A Corte na Aldeia. Bem-haja, vale um almoço.



Tiananmen Square



Foi neste mês, há 25 anos atrás, que se deu mais uma prova da tolerancia dos regimes comunistas.
Fica a música, em homenagem ao milhar de mortos estimado.

Adenda: Se o vocalista se dedicasse apenas a esta  banda não se perdia nada.

Portugal 1 - Chicharritos 0

Uma boa 1ª parte seguida de outra menos conseguida, embora coroada com o tento da vitória.
A novidade esteve em Fábio Coentrão na posição "10". Eu avisei que um médio criativo de cariz ofensivo era capaz de vir a dar jeito. Adiante, se Meireles estiver em condições é ele que joga contra os germânicos. No próximo jogo com a Irlanda do Norte deve jogar a equipa definitiva.
Destacaram-se pela positiva Eduardo "mãos de tesoura" e João Moutinho, a subir de forma para consolidar a posição "8", não na selecção portuguesa mas na selecção planetária. Que grande jogador.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Os convocados e os prognósticos

Paulo Bento decidiu está decidido.
Ficou de fora o "lelo" (cigano não tem pátria), o Adrien ( compreendo a preferência por Moutinho ou Meireles), o Cédric (esta é uma ausência inadmissível) e mais ninguém. Esqueci-me do Carriço mas foi intencional. Não quero cá frescuras no grupo de trabalho.
Foi pena não termos levado um médio ofensivo, é capaz de vir a fazer falta. Eu até poderia sugerir o André Martins mas depois acusavam-me de ser tendencioso.
 
Avanço desde já o "onze" para o jogo com os turcos, perdão, alemães.
Patrício na baliza atrás do brasileiro (se eu mandasse jogava o Neto) e do Bruno Alves. Nas laterais Coentrão e o rufia de Marvila. A"6" o "manguelé", a "8" o punk da periferia e a "8" o Moutinho. Não foi engano, este ano não temos camisola "10".
Na frente o "gato preto" ladeado pelo melhor do mundo e pelo Nani.
 
Como especialista rodeado pelos melhores treinadores de bancada no activo nesse viveiro de entendidos que é o mundo da construção, vaticino desde já uma boa campanha. Que não haja dúvidas, o mundial vai premiar as selecções defensivamente sólidas e nós, com o meio-campo atrás convocado, seremos exímios. Depois é só chutar para a frente que o melhor do mundo nem as deixa tocar no chão. Venham de lá esses Hunos.

Os Lança-Chamas


Romance vagamente interessante. A acção desenrola-se na década de 1970 e, tem por contexto o mundo da arte em Nova-Iorque e a Itália revolucionária pós Maio de 1968.
Aborrecido quanto baste, este livro quanto muito tem o mérito de nos mostrar o ambiente dessa época. Nem quando a acção se desenrola no cenário dos "anos de chumbo" o leitor perde a sensação de que se trata de uma prosa demasiado esforçada em demonstrar o brilhantismo da autora.
É somente a opinião de um leigo, sobre um trabalho finalista do National Booker Award 2013. Vale o que vale, artistas e movimentos revolucionários de extrema-esquerda...