quinta-feira, 24 de abril de 2014

O 25 de Abril...

segunda-feira, 14 de Abril de 2014


PERGUNTAS NUNCA RESPONDIDAS NOS 40 ANOS DE “ABRIL”


“O inconseguimento de eu estar num centro de decisão fundamental a que possa corresponder uma espécie de nível social frustracional derivada da crise”
Assunção Esteves,
Presidente da Assembleia da República
(TSF, em 7/1/2014)
 
Passados 40 anos após a última grande esquina da História de Portugal, já deveria ter havido o discernimento, o bom senso e a vontade (que deles deriva), de fazer uma análise histórica – nas suas diferentes dimensões, nomeadamente política, estratégia, económica/financeira, social e cultural – de todo o período abrangido e que englobasse, para facilidade de entendimento e exposição, três períodos distintos:
 
·    O período da última fase do Estado Novo, por exemplo desde o início do consulado do Professor Marcello Caetano;

·    O período que começa com a acção militar no dia 25/4/74 – suas causas e execução – e por todo o período conturbado, conhecido por “PREC” e termina em 25/11/75;

·    O período posterior até aos dias de hoje, e suas consequências.

Como tal não foi feito (e o que foi feito deixa muito a desejar) e não será feito a breve trecho, vamos cingir-nos a elaborar um conjunto de questões, que falam por si, independentemente do juízo que se intente fazer sobre elas.

São também as respostas às perguntas formuladas, que ajudarão, um dia, a escrever a História que deve ficar para o futuro e não aquela que insistentemente nos têm vindo a inocular como se de uma lavagem ao cérebro se tratasse.

Aqui fica uma mão cheia delas:

1º- Quais as razões que justificam, à luz da Moral e do Direito, a queda pela força do regime deposto?

2º- Se o regime deposto foi tão mau, como alegado por tantos, porque nunca se julgaram os responsáveis vivos, pela sua existência e práticas (nem sequer à revelia)?

3º- Quais as principais razões, assumidas inicialmente pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), para a execução do golpe de estado? Foram razões corporativas (isto é, do foro das FA)? Foi concretamente o Decreto-Lei 373/73 que espoletou o golpe? Foram razões políticas? Estratégicas? Sociais? Económicas? Quais e baseadas em quê? Foi por estarem cansados de fazerem a guerra?

4º- Que informação tinha o MFA sobre a “luz verde” dada (solicitada?) pelo “Grupo de Bildelberg” numa reunião ocorrida a 19/4/74, no Hotel D’Arbois, em Mégeve, nos Alpes Franceses, propriedade do Barão Edmond Rothschild, na qual, entre outros participou Joseph Luns – na altura, Secretário – Geral da NATO – não sendo por acaso que uma esquadra da Aliança fundeou na Barra de Lisboa no dia do golpe?

5º- Desde quando e porquê, o PCP passou a tomar parte no golpe? Desde o “ensaio” ainda mal explicado, das Caldas, a 16 de Março? Ou antes?

6º- O que fazia o General Costa Gomes enfiado com a mulher no Hospital Militar da Estrela, no dia 25/4/74?

7º- Porque é que o Chefe de Governo, Marcello Caetano, nunca deu ordens para conter o golpe e, à revelia do que estava previsto nos planos de contingência da altura, em vez de se dirigir para Monsanto, foi meter-se na “boca do lobo” do Quartel do Carmo? Porque recusou a fuga do mesmo, que lhe foi oferecida e era viável? O que quis negociar com o General Spínola?

8º- Porque é que 90% dos efectivos da PIDE/DGS (na área de Lisboa) decidiram, após o golpe, concentrar-se no local mais inverosímil para o fazerem, ou seja na própria sede?

9º- Porque é que até hoje nenhum governo português intentou uma acção, lógica e pertinente, que é a de solicitar ao governo da Federação Russa, a devolução ou, no mínimo a cópia, de toda a documentação desviada dos arquivos nacionais, nomeadamente da DGS, como não parece haver qualquer dificuldade em provar?

10º- Porque é que o MFA – autor do golpe – e a sua suposta cabeça dirigente, ou seja a, em cima-da-hora formada, Junta de Salvação Nacional (JSN), cometeu a imprudência de não terem declarado o “Estado de Sítio”, perdendo desse modo, e no próprio dia, o controlo da situação?

11º- Ou terá sido de propósito?

12º- Idem para a leviandade com que a nível militar se começaram a prender e a sanear uns aos outros, sem qualquer regra ou justiça, estilhaçando dessa forma a hierarquia, a disciplina e a organização das FA, sem as quais nada se podia levar a cabo? FA que, recorda-se, estavam em campanha em três frentes!

13º- Ou também foi de propósito?

14º- Como e porquê deixaram o Poder cair na rua, chegando-se ao ponto de colocar o país à beira da guerra civil, a qual se evitou “in extremis”, a 25/11/1975?

15º- Porque se deixou entrar no país e libertou das prisões, uma quantidade de gente de mau porte que, recorde-se, não estava presa por delito de opinião, mas incorria em crimes do foro militar, de delito comum e, até, de traição à Pátria, sem que os mesmos ficassem a bom recato à espera de julgamento?

16º- O “granel” desculpa e justifica tudo o que se possa passar?

17º- Como se pode intentar um golpe de estado num país que, não estando oficialmente em guerra com ninguém, conduzia extensas operações militares das quais dependia a salvaguarda de grande parte do seu território e populações, sem pensar muito maduramente no impacto que tal golpe podia ter naquilo que estava em jogo e era de longe, a questão mais importante e delicada em que toda a Nação estava envolvida?

18º- Porque é que os mentores do golpe (e seus seguidores) não conseguiram ou quiseram discernir e perceber, que a defesa do Ultramar era distinta – por nacional – da simples mudança de um regime ou sistema político?

19º- Porque se permitiu que a obsessão política pela conquista do Poder se sobrepusesse a questões fundamentais para o País (e ainda hoje assim acontece…) e se fizesse tábua rasa dos meios para atingir os fins, muitos deles estranhos à matriz histórica, estratégica e cultural de todo um povo?

20º- Como explicar, melhor dizendo, como compreender que o que foi pensado para o dia seguinte – que é a parte mais importante num golpe de estado, ou revolução – neste caso o que estava condensado no Programa do MFA e na Proclamação da JSN ao País – nunca se conseguiu pôr em prática?

Finalmente:

Como explicar que nenhum dos “3 Ds”, constantes do referido programa do MFA, a saber, “Descolonizar, Democratizar e Desenvolver” tenha sido cumprido, ou dito de outro modo, tenha seguido o seu curso, estando hoje o país que nos resta no perigeu do seu poder relativo, desde que Afonso Henriques individualizou o Condado e na iminência de desaparecer como entidade política autónoma e soberana, comunidade com identidade própria e até em vias de extinção como povo com características próprias (por via da demografia negativa, da emigração e imigração, só para citar estas)?

Ou seja, e em síntese por demais sintética:

1º- O “D” da descolonização resultou numa desgraça inominável e na maior vergonha histórica, desde 1128, cuja responsabilidade teremos que carregar como povo e sociedade organizada, para todo o sempre. Tendo, além dos que ficaram deste lado do mar, desgraçado sobretudo os portugueses dos territórios que abandonámos à sua sorte, os quais em vez de descolonizarmos – uma operação já de si aberrante, para a idiossincrasia da Nação Portuguesa, dadas as regras internacionais em vigor – entregámos nas mãos de forças marxistas, e só a essas.

Perdemos “apenas” e em pouco mais de um ano, cerca de 60% da população e 95% do território…

2º- O “D” da democratização está consubstanciado numa Constituição enorme, errada sob muitos pontos de vista, mal escrita, insensata e elaborada debaixo de condicionalismos vários. E, já agora, anti – democrática…

De tudo resultou uma confusão doutrinária de se ter considerado a Democracia em si mesmo, que ela não é, em vez de um meio para se atingir as três aspirações “utópicas” do Estado, a saber, Segurança, a Justiça e o Bem-Estar (por esta ordem); na ditadura da partidocracia (com a agravante de o espectro político estar apenas representado do “centro até à extrema esquerda”- terminologia serôdia que já devia ter desaparecido há muito), baseada em partidos medíocres.

Partidos donde emanam políticos cada vez mais impreparados, na sua maioria autênticos papagaios troca-tintas em que já ninguém acredita nem suporta. E que se blindaram no poder.

Partidocracia que degenerou rapidamente em plutocracia, “corruptocracia” e “bandalheirocracia”!

O fulcro da Democracia acaba por ser a representatividade. Pergunta-se, hoje em dia, quem se sente representado?

3º- Finalmente o “D” do desenvolvimento.

Portugal era um país que em 24/4/1974 tinha estabilidade económica, financeira, social, com uma administração financeira honesta e regrada; onde todas as instituições funcionavam; em que a economia crescia 7% ao ano (no Ultramar era mais); possuía a 6ª moeda mais forte do mundo, escorada e protegida por 850 toneladas de ouro e 50 milhões de contos; tinha acesso ao crédito que quisesse a juros baixos; gozava de pleno emprego.

Conseguia tudo isto, note-se, ao mesmo tempo que tinha 230.000 homens em armas, em quatro continentes e quatro oceanos, dos quais 150.000 permanentemente empenhados em operações de contra-guerrilha, em três teatros de operações distintos a milhares de quilómetros da sua base logística principal, com muito limitado apoio aliado e apenas com generais e almirantes portugueses.

Orgulhosamente só (frase por norma tirada do contexto).

E sem dever nada a ninguém.

Como explicar que um país nestas condições, 40 anos depois dos “amanhãs que cantam” e das mais floridas esperanças, esteja no actual estado de banca rota e muito “acompanhado” internacionalmente, por tantos países e instituições que nos desqualificam, publicamente, no concerto das Nações (até nos chamam “PIGS”)?

Esteja, também, ocupado politica, económica e, sobretudo, financeiramente, por uma “Troika” (que ninguém sequer conhece bem, ou o que representa), depois de já ter passado por duas outras grandes "aflições" financeiras (em 1978 e 1983), que obrigaram à intervenção do FMI; e depois da adesão à CEE, em 1986, ter entrado dinheiro no país à média de dois milhões de contos/dia, de fundos comunitários?!

E estamos hoje ainda a tentar evitar a banca rota à custa de sacrifícios de quem não é responsável maior por tudo o que se passou; deixando incólumes os responsáveis (que nem um pedido de desculpas se atrevem a dar), e da alienação contínua da soberania, das empresas, do património, da venda da própria terra e dando até início a um processo de prostituição colectiva, de que a outorga da nacionalidade a ricaços estranhos que queiram investir por cá algumas centenas de milhares é já exemplo eloquente!

Já me esquecia, estamos a sair da bancarrota à custa de fazermos mais empréstimos, com os quais ganhamos tempo para tentar pagar uma dívida e os juros da mesma – que ninguém sabe quanto é – mas que seguramente não iremos pagar nos próximos 100 anos…

Em que opróbrio de país nos tornámos?!

Foi para isto que se quis a tão decantada Liberdade – um conceito absoluto, porém de aplicação relativa – entusiasticamente tida como a principal conquista de Abril?

Ao fim de 40 anos celebra-se o quê?
João José Brandão Ferreira
Cidadão Português (nada, mesmo nada, satisfeito)
(Beneficiário nº 11337317689 da CGA)
 
 
Adenda: Texto escrito por um Homem de coragem, publicado no jornal "O Diabo" na edição desta semana e retirado do blogue do autor "O adamastor".
 
 
 

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Cruz de Cristo 0 - SCP 1

Uma vitória a ferros mas merecida, num campo difícil onde os nossos rivais penaram para pontuar. O Sporting com este triunfo consegue o acesso directo à Liga dos Campeões, onde se joga futebol ao mais alto nível. A duas jornadas do fim foram cumpridos os objectivos da época, modestos para os adeptos, mas extremamente ambiciosos face ás previsões dos entendidos.
Para o ano há mais.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Vikings



Uma nova série no canal História. Já vi alguns episódios, é das poucas que presentemente vale a pena ver.

SCP 2 - Galos de Barcelos 0

Um golo a abrir e outro a fechar, com o domínio total da partida durante todo o encontro. Uma exibição de encher o olho de Cédric Soares, o melhor lateral direito a jogar em Portugal. Nota menos positiva para o nosso "trinco", a acusar os elogios de Paulo Bento.

domingo, 6 de abril de 2014

Kurt Cobain

Fez ontem 20 anos sobre a morte de Kurt Cobain, vocalista dos Nirvana. Gostem ou não, tem o (de)mérito de ser um dos fundadores do grunge, a onda musical proveniente de Seattle e arredores, que enterraria de vez a moda dos músicos com calças de licra e permanentes.

Coisas da bola

Retomo aqui o percurso do meu Sporting no campeonato nacional de futebol. O tempo, ou se preferirem a falta dele, condiciona a manutenção deste espaço.
 
SCP 1 - FCP 0
 
Golo irregular da equipa de Alvalade a ditar o resultado final do encontro. Digam o que disserem será sempre esta a imagem que fica do jogo. Provavelmente foi nesta jornada que se definiram as três primeiras posições finais do campeonato.
 
Alberto João 1 - SCP 3
 
Uma grande penalidade indiscutível convertida por Adrien, seguida do empate por parte dos insulares. O jogador que presentemente está em melhor plano no Sporting colocou a minha equipa na frente e Jefferson fechou o resultado. Limpinho, limpinho.
 
SCP 1 - Cidade berço 0
 
Um golo solitário apontado pelo homem das tatuagens da nossa senhora a demonstrar o "power" do "barrio". O Sr. cartão amarelo em grande plano para a convocatória do próximo mundial de futebol.  
 
Capital do móvel 1 - SCP 3
 
E mais nada. Nova vitória num pântano difícil. Willian Carvalho, Adrien e Marcus Rojo, a apontarem os tentos da equipa verde e branca. Infelizmente já não há jornadas suficientes, temos de nos contentar com a entrada directa na Liga dos Campeões. Na antevisão do jogo um moço de recados veio demonstrar preocupação pela isenção da arbitragem face a uma alegada pressão leonina sobre os homens do apito. Parece um lacaio comuna com a cassete metida na cabeça, já na jornada anterior outro presidente tinha dito o mesmo.




terça-feira, 1 de abril de 2014

Os Níveis da Vida


"Todas as histórias de amor são potenciais histórias de dor. Se não no principio, depois. Senão para um, para o outro. Às vezes para ambos.".

É esta a premissa que abarca cada uma das páginas de mais uma excelente obra deste escritor britânico.

O primeiro capítulo descreve os primórdios do balonismo e da fotografia aérea. "Juntamos duas coisas que ainda não se tinham juntado. E o mundo transformou-se." A transformação moral destes pioneiros do ar, com o dilema da purificação da alma ao entrar no espaço divino ou a contaminação desse mesmo espaço ao ser invadido pela sua condição pecaminosa, são as duas abordagens possíveis para os que ousaram pela primeira vez a captação de imagens através da óptica de Deus.

"Juntamos duas pessoas que ainda não se tinham juntado; e às vezes o mundo transforma-se, outras vezes não. Podem despenhar-se e arder, ou arder e despenhar-se". Esta é a história de Fred Burnaby, um oficial britânico na reserva e a sua relação com a actriz francesa Sarah Bernhardt. Um cavalheiro com intenções sérias destinadas a uma mulher demasiado inacessível a compromissos.

 Por fim, e a título pessoal, na terceira parte do livro, Julian Barnes fala-nos do seu amor, mas especialmente da sua dor, essa dor que apenas os que amam verdadeiramente concebem significado. O sentimento de perda de quem sobrevive à existência da pessoa que nos completa, a angústia de quem passará o resto da vida fisicamente longe do objecto da sua paixão, a revolta e a frustração que brotam da questão sem resposta possível... Porquê?

Sem pretensões ou comparações, uma oferenda adequada para com quem partilhamos a nossa vida.



segunda-feira, 31 de março de 2014

Léon Degrelle



15 de Junho de 1906 - 31 de Março de 1994

Front national

 
A grande vencedora das eleições municipais francesas com a conquista de nove autarquias. Aos poucos, a Europa desperta.

Sniper Americano


Sniper Americano de Chris Kyle é uma autobiografia digna de ser lida ao som do Born in the USA de Bruce Springsteen.
É um relato apaixonante, sem dúvida, de uma vida repleta de aventuras de um viking dos tempos modernos. A história de um homem que acredita em Deus, na Pátria e na família, sendo que o lugar das duas últimas crenças alterna consoante os ditames da sua consciência.
Um ponto de vista algo ingénuo e uma abordagem politico-cultural "americanóide" sobre diferentes temáticas são, no âmbito geral, o que este livro nos tem para oferecer. Salva-se o lema " Ao contrário do que a tua mamã te disse, a violência resolve, de facto, os problemas".


Adenda: Tenho sérias dúvidas que seja o "o atirador especial mais letal da história".

domingo, 9 de março de 2014

Ucrânia




A Ucrânia a ferro e fogo. Nacionalistas contra a policia. Por lá, tal como cá,  a policia é aquilo que realmente é, uma força de repressão ao serviço do regime e utilizada contra os nacionalistas. Por lá, ao contrário de cá, os nacionalistas não participam em manifestações onde demonstram solidariedade pelos cortes no salário do "xô guarda". Por lá... por lá é que é bonito.

Meninos do Sado 2 - SCP 2

Só tenho a dizer, que desejo ardentemente que o Sr. Vasco Santos seja proprietário de um belo e aprazível estabelecimento comercial.

Adenda 1: Como não poderia deixar de ser, para a próxima jornada já temos um "castigado".

Adenda 2: Outra coisa que me faz muita confusão, é ver os "filhos da casa" jogar contra o seu próprio clube...

sábado, 8 de março de 2014

Right Sector




Right Sector, a organização que de uma forma exemplar agrupa vários movimentos nacionalistas na Ucrânia. Situado no espectro politico à direita do partido Svoboda, o Right Sector teve uma participação fulcral nos recentes acontecimentos em Kiev. Quando a coisa "aqueceu", a imprensa estimava que 30% dos manifestantes na Maidan Nezalezhnosti eram membros deste movimento. E por cá?

SCP 2 - Um dos três grandes 1

Já não é notícia, mas para gáudio dos milhares de seguidores deste magnifico blogue fica aqui o registo da última partida do meu clube.
A história do encontro resume-se à vitória do Sporting pela vantagem mínima apesar dos três golos apontados.
Apresentámos um meio campo de recurso, com a inclusão de um Magrão espantosamente eficaz, a fazer esquecer a ausência de Adrien e a boa época que vem realizando. Uma defesa segura com dois laterais de grande nível. No meio-campo, um trinco do outro mundo e um André Martins que não consegue manter o nível exibicional de jogo para jogo. Na frente, uma carrada de bons extremos e um Lambesalam que tem uma marreta no interior de cada chuteira. Vale-nos o jogo de cabeça.
Estranhamente, no jogo de amanhã não há ausências por castigo...


quinta-feira, 6 de março de 2014

Hip-hop

Perante a inevitabilidade dos tempos modernos, nada mais me resta senão render-me às novas tendências musicais que representam este mundo globalizado e sem identidade.

É oficial, este trolha já aprecia hip-hop.




Na sabe nadá, yooooo...

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Smashing Pumpkins - Siamese Dreans



Siamese Dream o melhor trabalho dos Smashing Pumpkins. Editado em 1993, seguir-se-ia o muito premiado e comercial Mellon Collie and the Infinite Sadness, que consagrou definitivamente a banda.
Hummer, um um dos temas de referencia do álbum e da musica alternativa na década de 90.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Blas Piñar


 
22 de Novembro de 1918 - 28 de Janeiro de 2014

domingo, 26 de janeiro de 2014

Um poste

Parece que o único português presente em Davos, no Fórum Mundial da Economia, se pôs a divagar sobre o nosso extraordinário Serviço Nacional de Saúde.
Numa quinzena onde se descobriu, que um par de pessoas esteve uns meses à espera para realizar exames indispensáveis à deteção de uma doença que os vitimou e, um senhor morreu de enfarte na sala de espera de um hospital, apenas posso concluir que umas lambadas já não são suficientes, perante o desplante e a arrogância de certos "cromos" já só lá vai com uns postes.

TTT


Vai de Mota

O Sporting deslocou-se ontem ao terreno do Penafiel onde derrotou os locais por três bolas a uma. Mesmo com este resultado, a equipa leonina viu-se arredada, já nos balneários, da competição. A outra equipa que competia pelo primeiro lugar no grupo e consequente passagem às meias-finais, beneficiou de uma grande penalidade já para lá do tempo regulamentar, para lá dos 5 minutos dos descontos e para lá da hora que o jogo deveria ter terminado. O futebol tem destas coisas, valha-nos o nosso Presidente, que no meio das desgraças, consegue arrancar um sorriso aos desiludidos adeptos com as declarações que profere.
Sinal positivo para Marcelo, a provar que pode ser opção, para os poderosíssimos laterais, para os centrais, a afirmarem-se em pleno apesar das minhas suspeições iniciais, para a juventude do meio-campo, para Montero, que sem marcar trabalhou como um "leão" e, pasme-se, até Carrillo merece um louvor.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

domingo, 19 de janeiro de 2014

Arouca 1 - SCP 2

Partida a lembrar vagamente um jogo de futebol. Valeu-nos a garra dos miúdos e a visão de Leonardo Jardim. Falta saber quantos ficaram em condições para Penafiel, sendo que Rojo é baixa confirmada por castigo.
Na frente... com mais um jogo.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Referendo da co-adopção larilas

Ora aí está uma questão crucial para a sociedade portuguesa. Foi aprovado o projecto que prevê a realização de um referendo sobre a co-adopção por parte de casais do mesmo sexo.
A proposta foi apresentada pelo grupo par(a)lamentar do PSD e aprovada com os votos da maioria governamental.
Como se compreende esta "casa" é contra e começo já em campanha. Proponho de imediato estas frases de ordem: "putos reguilas/pedrada nos larilas", "contra a co-adopção/deixem as crianças da mão", "casais abichanados/miúdos stressados", "lar homossexual/ coisa fora do normal"... Aceitam-se mais sugestões.

Adenda: Os comunas, berloquistas e xuxas votaram contra a realização do referendo... Estranho, então não é o povo quem mais ordena?

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Portugal Ascenção e Queda

 
Portugal Ascensão e queda de Jaime Nogueira Pinto é uma obra que prima pela objectividade na análise dos momentos críticos da nossa História. De uma forma simples, sem aborrecer o leitor, o autor explana as suas convicções sobre as causas que conduziram o nosso povo da fortuna à falência e vice-versa, passando por breves períodos de bonança.
Obrigatório, para quem à minha semelhança, ambiciona conhecer o melhor possível as razões do caminho por nós percorrido enquanto Nação. 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

SCP3 - Ilhéus 0

Um jogo difícil, onde se destaca a estreia de mais um miúdo das escolas do Sporting. Carlos Mané a marcar um grande golo e a demonstrar que apenas em Alvalade se dá oportunidade aos jovens jogadores portugueses. Cinco jogadores portugueses no onze titular, sendo quatro fruto das nossas escolas.
Mais uma vitória por números expressivos, desta feita demasiado expressivos para o jogo em si. Valeu-nos o Marcelo em noite de alguma insegurança defensiva.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Melhor do Mundo


Como diria José Mourinho, "aquele cantinho ali... Quatro, quatro bolas de ouro".

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Os Vingadores

Apreciador de banda desenhada desde muito jovem, foi com total estupefação que assisti por breves momentos ao filme Os Vingadores de Joss Whedon.
Nick Fury preto?!?!?! É impressionante a influência do politicamente correcto na sétima arte.

Frase do dia

" O Quaresma é um filho do Futebol Clube do Porto"

Paulo Fonseca, treinador do FCP


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

SCP 0 - FCP 0

Um empate com sabor a derrota deixa tudo em aberto nesta fase da Taça da Liga. Um domínio claro do Sporting, com as melhores oportunidades do jogo apesar de ter menos posse de bola.
Uma equipa de miúdos que impôs o seu jogo de forma intensa, fruto de uma "fome" de bola como não se via há muito em Alvalade.
Parabéns a Leonardo Jardim pelo trabalho realizado com estes jovens.
 
Adenda: Cada vez me surpreende mais certas pessoas ganharem a vida como comentadores de futebol. Apesar de ambos os treinadores relativizarem a importância do jogo, alguém acreditava que ia ser um jogo a "feijões", com jogadores de segunda linha?

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Ben Howard



Um desconhecido até à relativamente pouco tempo. Ben Howard, um nome a fixar no panorama musical europeu.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Futebol não é para meninas

É para bestas mesmo. Refiro-me ao jogo deste sábado em Alvalade que opôs a equipa da casa à do Nacional da Madeira.
Partida dirigida literalmente e de forma magistral pela equipa que deveria passar despercebida no encontro. Manuel Mota e os seus sequazes demonstraram uma eficácia notável no bloqueio ao bom futebol que a equipa do Sporting tem praticado de forma consistente. Tudo foi permitido à equipa do Nacional, apenas foi interdito o recurso a armas brancas. Entradas fora de tempo, agressões, antijogo com demoras sucessivas na reposição de bola, enfim, tudo foi válido aos insulares. Foi de tal forma que o nosso pequeno maestro saiu lesionado aos 45 minutos e está em dúvida para o próximo jogo.
Todo este critério alargado apenas foi aplicado à equipa visitante. A da casa acabou o jogo com 4 amarelos, o que também ilustra um planeamento cuidado. Numa equipa com onze titulares e um banco algo limitado, qualquer ausência por castigo influenciará o rendimento do conjunto.
Nada de novo no mundinho do futebol português. As quase quarenta mil pessoas que assistiram nas bancadas mereciam mais.
 
Adenda: Continuamos na frente.

domingo, 15 de dezembro de 2013

sábado, 14 de dezembro de 2013

Sidónio Pais



"Morro bem, salvem a Pátria"
 
1 de Maio de 1872 - 14 de Dezembro de 1918

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A outra versão

Para quem tem curiosidade em ler a outra versão do homem pelo qual a Republica Portuguesa decretou três dias de luto, deixo aqui a tradução de um texto publicado por Bernard Lugan, historiador francês especializado em assuntos relacionados com o continente africano.
 
"Nascido a 18 de Julho de 1918 no antigo Transkei e falecido a 5 de Dezembro de 2013, Nelson Mandela não corresponde à imagem piedosa transmitida mundialmente nestes dias pelo politicamente correcto. Para lá das emoções ternas e das homenagens hipócritas, é importante não perder de vista o seguinte:
 
1) Aristocrata xhosa da linha real dos Thembu, Nelson Mandela não era um «pobre negro oprimido». Com uma educação europeia proporcionada por missionários metodistas, começou os seus estudos superiores em Fort Hare, universidade destinada aos filhos das elites negras, completando-os em Witwatersrand, no Transvaal, o coração do que era na altura o «país boer». Instalou-se de seguida como advogado em Joanesburgo.
 
2) Não era bem o gentil reformista que a imprensa lamechas gosta de tratar como «arcanjo da paz», lutando pelos direitos do homem como um novo Gandhi ou um novo Martin Luther King. Com efeito, Nelson Mandela foi acima de tudo um revolucionário, um combatente, um militante que pôs «a sua pele antes das suas ideias», não hesitando em derramar o sangue de outros e a arriscar a sua própria pele.
Foi um dos fundadores do Umkonto We Sizwe, «a ponta de lança da nação», braço armado do ANC, que co-dirigiu em conjunto com o comunista Joe Slovo, planeando e coordenando mais de 200 atentados e sabotagens pelos quais foi condenado a prisão perpétua.
 
3) Não foi o homem que permitiu uma transição pacífica de poder entre a «minoria branca» e a «maioria negra», evitando um banho de sangue na África do Sul. A verdade é que foi levado ao poder pelo presidente De Klerk, que aplicou à letra o plano de resolução da questão da África austral definido por Washington. Pelo caminho Mandela traiu todas as promessas feitas ao seu povo, tais como:
- Desintegrar o exército sul-africano, com o qual o ANC não era capaz de lidar;
- Impedir as criação de um Estado multi-racial descentralizado, alternativa federal ao jacobinismo marxista e dogmático do ANC;
- Travar as negociações secretas mantidas entre Thabo Mbeki e os generais sul-africanos, negociações que envolviam o reconhecimento, pelo ANC, de um Volkstaat em troca do abandono da opção militar pelo general Viljoen.
4) Nelson Mandela permitiu o esgotamento das fontes sul-africanas de leite e mel e o fracasso económico do país é hoje total. Segundo o Relatório Económico Africano para o ano 2013, redigido pela Comissão Económica da ONU para África e pela União Africana para o período 2008-2012, a África do Sul é classificada como um dos cinco países «com pior desempenho» do continente, em função do crescimento médio anual, apenas à frente das Comores, Madagáscar, Sudão e Suazilândia.
Segundo dados oficiais, o desemprego atingiu 25,6% da população activa no segundo trimestre de 2013, embora na realidade ultrapasse os 40%. Os rendimentos do segmento mais pobre da população negra, que representa mais de 40% da população sul-africana, é actualmente 50% inferior ao valor verificado no regime branco anterior a 1994. Em 2013, quase 17 milhões de negros numa população de 51 milhões de habitantes só garantiram a sua subsistência graças a ajudas sociais, denominadas Social Grant.
5) Nelson Mandela falhou também politicamente e o ANC acumula hoje graves tensões entre etnias Xhosa e Zulu, entre doutrinários pós-marxistas e tecnocratas capitalistas, entre africanistas e apoiantes de uma linha «multi-racial». Da mesma forma, um conflito de gerações opõe a velha guarda composta por «Black Englishmen» e os jovens lobos que defendem uma «libertação racial» e o confisco dos agricultores brancos, tal como foi levado a cabo no Zimbabwe.

6) Nelson Mandela não pacificou a África do Sul, país que actualmente se encontra entregue à lei da selva, com uma média de 43 homicídios diários.
 
7) Nelson Mandela não facilitou as relações inter-raciais. Entre 1970 e 1994, ou seja 24 anos, enquanto o ANC estava «em guerra» contra o «governo branco», foram assassinados cerca de 60 agricultores brancos. Desde Abril de 1994, data da chegada ao poder de Nelson Mandela, mais de 2000 agricultores brancos foram massacrados perante a total indiferença da imprensa europeia.
8) Por fim, o mito da «nação arco-íris» estilhaçou-se perante as realidades regionais e étnico-raciais e o país está hoje mais dividido e fragmentado do que nunca, fenómeno que é visível em cada eleição, quando o voto é claramente «racial»: negros votam no ANC, brancos e mestiços votam na Aliança Democrática.
 
Em menos de 20 anos, Nelson Mandela, presidente da República entre 10 de Maio de 1994 e 14 de Junho de 1999, e os seus sucessores, Thabo Mbeki (1999-2008) e Jacob Zumba (desde 2009), transformaram um país que foi em tempos uma excrescência europeia na extremidade austral do continente africano num Estado de «terceiro mundo» à deriva num oceano de carências, corrupção, miséria social e violência, realidade em parte ocultada por alguns sectores de grande desempenho, mas cada vez mais reduzidos, na maior parte dirigidos por brancos.
Poderia ser de outra forma quando a ideologia oficial é baseada na rejeição da realidade, no mito da «nação arco-íris»? Esse «chamariz» destinado à imbecilidade ocidental impede ver que a África do Sul não constitui uma nação, mas antes um mosaico de povos reunidos pelo colonizador britânico, povos cujas referências culturais são estrangeiras, e em alguns casos irreconciliáveis, para uns e outros.
 
 O culto planetário e quase religioso que hoje foi prestado a Nelson Mandela, o hino ultrajante cantado por políticos oportunistas e jornalistas incultos ou formatados não vai mudar esta realidade."
Bernard Lugan

Adenda: O texto original pode ser encontrado aqui:bernardlugan.blogspot.com

domingo, 8 de dezembro de 2013

Robert Mathews


16 Janeiro de 1953 - 8 de Dezembro de 1984

sábado, 7 de dezembro de 2013

Avaliação de professores

Ontem, ouvi na rádio uns quantos professores nas galerias da Assembleia da Republica que gritavam a plenos pulmões a palavra "fascistas".
A simples comparação do actual regime com o fascismo revela uma ignorância atroz de quem tem a obrigatoriedade de possuir uma cultura acima da média.
Num mundo cada vez mais competitivo, começo a perceber a aversão dos docentes em serem avaliados. Não só o deveriam ser, como a prova deveria ser transversal a todos os professores no activo e ter um peso considerável nas colocações e progressões na carreira. Quem tem medo de revelar aquilo que (não) sabe?

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Corrida Sporting 2013

Foi no passado domingo, Dia da Restauração, que se realizou a terceira edição da Corrida Sporting.
A vitória, como já vem sendo habitual, ficou com os atletas da casa. Manuel Damião a fazer 00:30:13 e Sandra Teixeira 00:36:26, não deram hipótese à concorrência.
A nível de números fica o impressionante registo de 6326 participantes, divididos pelos 4 Km da caminhada Jubas e pela prova dos 10 Km. Assim se vê a dimensão do meu clube.
 

A título pessoal consegui fazer pela primeira vez menos de 40 minutos; Aceitável para um trolha quase quarentão.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

terça-feira, 19 de novembro de 2013

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

SCP 8 - Alba 1

Já passaram uns dias mas vale sempre a pena registar. Exibição convincente do Sporting face a um modesto adversário que se bateu com enorme dignidade.
Grande exibição de Vítor e Adrien. Domingo é a sério.

domingo, 20 de outubro de 2013

Campeão do mundo de motos em todo-o-terreno


Paulo Gonçalves sagrou-se campeão do Mundo de motos em todo o terreno ao vencer o Rali de Marrocos. Em 2011 foi Hélder Rodrigues o vencedor deste cobiçado título.
Portugal a mostrar a sua força nesta modalidade do desporto motorizado.

Corrida Sporting 2013


O clã estará presente em peso, este ano reforçado.

domingo, 13 de outubro de 2013

The Walking Dead: Season 4



Começa na próxima segunda-feira a quarta temporada da série televisiva The Walking Dead. Às 22:15 no canal Fox.

domingo, 6 de outubro de 2013

SCP 4 - Meninos do Sado 0

Jogo no Estádio de Alvalade com duas fases distintas, separadas pelo primeiro golo de Montero na partida. Depois do primeiro tento tudo foi mais fácil, uma vez que a "lata" já estava aberta.
O Sporting praticou bom futebol apesar da equipa adversária não colaborar com o espectáculo. Fica o resultado expressivo.
O destaque vai para Adrien, Carvalho e Martins, um meio campo lusitano de luxo.
Pelo menos até mais logo somos líderes do campeonato.
 
Tu vais vencer...

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Visão História nº21


Uma investigação de quatro anos realizada por Ricardo Silva, mestre em História Contemporânea pela Universidade nova de Lisboa.
A história dos portugueses que combateram na Frente Leste, um exemplo heróico de quem vive e se necessário morre por convicções e valores.

Adenda. Literatura imprópria para a camarilha do politicamente correcto.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O Anticristo



" O problema que aqui apresento não é qual o lugar que a humanidade deve ocupar na sequência dos seres (o homem é um fim), mas que tipo de homem se deve criar, se deve pretender, como o de mais alto valor, mais digno de viver, mais seguro do futuro.
Este tipo de elevado valor já existiu bastantes vezes; mas como um feliz acaso, uma excepção, nunca como um tipo desejado. Pelo contrário foi precisamente ele o mais temido até ao presente, quase a própria realidade temível em si - e a partir desse temor o tipo inverso foi criado, conseguido; o animal doméstico, a rês gregária, o doente animal humano - o cristão..."

SCB 1 - SCP 2

Foi num ambiente de festa que um dos três grandes do futebol português recebeu o Sporting Clube de Portugal. Com uma assistência recorde de aproximadamente 15 000 pessoas, sendo que 10 000 eram apoiantes do clube de Alvalade, o Braga preparava-se para derrotar com relativa facilidade o sétimo classificado do campeonato português da época transacta.
 
No final três pontos para a equipa leonina.
 
Adenda: Faço notar que se não fosse um erro do melhor árbitro do mundo, o Sporting estaria na frente do campeonato à quinta jornada, tendo já defrontado dois dos... Três grandes.

Uma grande alma portuguesa



Rui Costa, sagrou-se campeão do mundo de ciclismo ao vencer a prova de fundo dos Mundiais de Itália na cidade de Florença.
Uma temporada em grande para o ciclista luso. Vencedor de duas etapas da Volta à França, vencedor da Volta à Suíça e agora campeão do mundo de ciclismo. Parabéns Rui Costa.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

SCP 1 - Bila das Abes 1

«Sobre arbitragens não falo, não vale a pena estar a falar. Os outros treinadores, quando são prejudicados falam, mas quando são favorecidos não dizem nada»

Uma dádiva dos céus as declarações de Leonardo jardim. Encaixam que nem uma luva nos recentes comentários publicados por frequentadores desta "casa". É apenas um excerto, vale a pena ler tudo.
Quanto ao jogo propriamente dito apenas vi os golos. Um grande golo de Wilson Eduardo e mais uma falha dos centrais do Sporting.

Irradicado!



Ainda há quem fale do Ricardo Sá Pinto.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Hoje foi...

...dia de vigotas e tijoleira. Doi-me o corpo todo e uma perna.

Adenda: Não vale a pena ficar triste, amanhã há mais.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

domingo, 15 de setembro de 2013

Moços de Olhão 0 - SCP 2

Exibição convincente, no geral, da equipa verde e branca.  O mesmo meio-campo de elevada qualidade, um avançado a fazer esquecer os melhores que passaram por Alvalade e dois defesas laterais de grande calibre. Pela positiva falta referir Diego Capel, um lutador incansável nas hostes leoninas.
Menos bem, ou se preferirem mal como sempre, Maurício e Carrilho. O primeiro é fraquinho. Mau no jogo aéreo, com comprovadas falhas de posicionamento, demonstra para já não ter qualidades para ocupar uma posição onde não se pode falhar. Já Carrilho tem demasiada técnica. É verdade, um jogador com demasiada técnica, quem diria. Leonardo Jardim que lhe ofereça uma bola e que o mande para a Costa da Caparica, onde possa efectivamente recriar-se.  
Uma boa estreia de Vítor, com pouco tempo e sem deslumbrar, cumpriu com brio o que lhe foi pedido.
André Martins foi o homem do jogo, com uma assistência e um golo. Problemas de consciência levam-me no entanto a deixar aqui a imagem de  um jogador que está em grande e, que já foi "mimado" em demasia neste espaço.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Ainda o Zico


Perdão, Mandela. É verdade, como nos explica Rita Silva, presidente da Animal "O novo nome pretende apagar a vida passada dele. É sempre o que fazemos com os novos animais que vêm para nós. O nome foi Mandela, podia ser Bolinhas. Homenageamos sempre humanos dignos de homenagem". Muito bem, parece-me de bom-tom homenagear humanos atribuindo o seu nome a animais, mesmo sendo o nome de um terrorista. Eu por exemplo, quando tiver uma lesma de estimação vou baptiza-la de Rita silva. Sim, porque se adoptamos animais, como é evidente também os podemos baptizar. Segue-se a Primeira Comunhão e o Crisma, por esta ordem ou inversa, que isto das tradições já não é o que era.
Quando o Mandela (cão), ou outro animal que esteja sob a alçada da Animal voltar a atacar alguém, estes senhores deveriam ser responsabilizados criminalmente pelos danos causados. A moda do direito dos animais passava que era um instante.

domingo, 1 de setembro de 2013

E vão cinco!!!

É o numero de Supertaças em futsal que o Sporting conquistou. Hoje foi a quinta, na cidade de Coimbra, com os comandados de Nuno Dias a cilindrarem o S.C. Braga por 4-1.

SPORTING!!!!!

SCP 1 - SLB 1

À semelhança do que se previa um grande jogo. Um Sporting a entrar dominador e a demonstrar que efectivamente este ano existem condições para lutar por outros objectivos. A primeira parte foi nossa. Um meio campo de primeira água a amordaçar a equipa adversária. Faltou o segundo golo para acabar com o jogo.
Já a segunda começou diferente, com o Benfica a correr atrás do prejuízo até restabelecer a igualdade. Depois do golo entrou Capel e voltámos a ficar por cima. Leonardo jardim demorou muito a efectuar as substituições, mais cinco minutos e perdíamos o jogo.
Os centrais continuam a não convencer, Maurício e Rojo, o "Sr. Amarelo", a estarem longe da prestação dos companheiros de equipa. Carrilo contínua igual a si mesmo, capaz do melhor e do pior dentro de campo. Continuamos com seis portugueses no onze titular. Parabéns Sporting.
Adenda: Parte considerável dos benfiquistas que conheço estava eufórica com o empate...
Mais uma vez o homem do jogo

 
 

sábado, 31 de agosto de 2013

XI Universidade de Verão da Generation Identitaire


História politicamente incorrecta do Portugal contemporâneo (De Salazar a Soares), é um livro da autoria de Henrique Raposo, um jovem historiador que à semelhança de uns poucos da sua geração, se limita a analisar factos, fazendo de seguida as intrepetações decorrentes dos mesmos.
Para as elites progressistas, é sem dúvida um livro incómodo. Analisa cinco temas à luz de acontecimentos históricos inegáveis, sendo que as conclusões divergem das verdades oficiais deste regime. 
Destaco apenas o tema que aborda a criação do Estado Social entre 1950 e 1973 e o 25 de Novembro, marco oficial da "hegemonia cultural da vulgata marxista no seio da III República".
 
Um livro obrigatório para todos aqueles que tenham abertura de espírito para apreciar o pensamento dissidente.
 
Adenda: Cito a frase final da introdução, pois é algo que já venho a afirmar de à uns anos a esta parte: "sem o saber, grande parte da nossa direita continua colonizada pela esquerda". Ou seja, invariavelmente, a direita em Portugal é a permitida pela esquerda. Uma direita de feiras, oca, ideologicamente vazia com laivos de neoliberalismo ao serviço do capitalismo e da globalização.
 
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Soldados da paz



Uma sentida e justa homenagem a todos os bombeiros portugueses, em mais uma trágica época de incêndios.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Taça de Honra da AFL

É a primeira conquista da equipa indomável de futsal do Sporting, que bateu na final da Taça de Honra da Associação de futsal de Lisboa o eterno rival por 3-2.
Força Sporting!
 
Adenda: No fim do jogo houve desacatos junto ao banco do Sporting, provocados por um jogador da equipa adversária e respectivos familiares. Já não é a primeira vez, que este individuo tem este tipo de comportamentos,  pelo que é de estranhar a passividade das autoridades desportivas da modalidade.

domingo, 25 de agosto de 2013

Gru-O Maldisposto 2

Confesso que foi com alguma apreensão com que fui assistir a esta película. Quando o primeiro filme é quase perfeito a sequela por norma desilude. Neste caso a norma confirma-se. Gru, o arqui-vilão, a encarnação do mal, transformado num agente de campo ao serviço do bem, apaixonado pela sua colega de infortúnio.
Apesar da transformação radical no perfil da personagem principal, não se perde tudo. Os minions continuam a desempenhar uma função fulcral no entretenimento do público. Pequenos, amarelos e de poucas falas, estes gnomos da modernidade são, na opinião de um leigo, uma das criações mais geniais da animação cinematográfica.
Apesar de tudo um bom filme, capaz de proporcionar uma agradável sessão de cinema em família, especialmente para quem gosta de um Gru simpático e bonzinho.
 
 

sábado, 24 de agosto de 2013

Briosa 0 - SCP 4

Exibição convincente da equipa de Alvalade. Um conjunto equilibrado tacticamente onde o colectivo se sobrepõe ao individual.
Este ano o Sporting tem 2 belos laterais. Cédic e Jefferson em grande. O meio campo é de luxo com André Martins em plena afirmação no onze titular. Já os centrais não me convencem, lentos e fraquinhos no jogo aéreo, já para não falar nas dificuldades no posicionamento. Também Slimani se inclui no rol dos inadaptados. Demasiado grande e pouco dotado técnicamente para o futebol praticado pelo Sporting. Ou muito me engano ou será outro Purovic, vamos ver.

Fica a imagem do homem do jogo.

Supertaça em andebol

É nossa. 33-32 ao FCP. E "mai" nada!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Mais uma vitória...

... para Bruno de Carvalho.
A CAP (Comissão Arbitral Paritária) decidiu em favor do Sporting no caso Bruma. Ainda não tinha feito nenhuma alusão ao rapazinho porque esperava esta decisão. Agora pode ir para a praia jogar à "rabia" com o advogado e com o empresário.
Bruma, jogador do Sporting Clube de Portugal até Junho de 2014.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Leni Reifenstahl



Faria hoje 111 anos a maior cineasta do século XX. Os seus métodos inovadores na área da estética cinematográfica fizeram com que os seus trabalhos sejam ainda hoje uma referência na sétima arte.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A Revolução dos Idiotas


"Até o século XIX o idiota era apenas o idiota e como tal se comportava. E o primeiro a saber-se idiota era o próprio idiota. Não tinha ilusões. Julgando-se um inepto nato e hereditário, jamais se atreveu a mover uma palha, ou tirar uma cadeira do lugar. Em 50, 100 ou 200 mil anos, nunca um idiota ousou questionar os valores da vida. Simplesmente, não pensava. Os “melhores” pensavam por ele, sentiam por ele, decidiam por ele. Deve-se a Marx o formidável despertar dos idiotas. Estes descobriram que são em maior número e sentiram a embriaguez da omnipotência numérica. E, então, aquele sujeito que, há 500 mil anos, limitava-se a babar na gravata, passou a existir socialmente, economicamente, politicamente, culturalmente etc. houve, em toda parte, a explosão triunfal dos idiotas."

 Nelson Rodrigues

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Tu vais vencer...

SCP 5 - Arouca 1

O Sporting iniciou ontem da melhor forma o campeonato nacional. Uma vitória folgada sobre um modesto adversário e a liderança da prova ao fim da primeira jornada não é mais do que um bom começo. No entanto... já é um bom começo.
 
De referir o "nervo" de Leonardo Jardim, ao fazer entrar antes do intervalo André Martins, um jogador que na minha opinião é titular indiscutivel.
Nota negativa para Rojo, um atleta com falhas inadmissíveis para a posição que ocupa em campo. Nota positiva para Montero e para Bruno de Carvalho, por tudo o que tem feito e pela forma como o tem feito.
De salientar também o facto de jogarmos com uma média de cinco portugueses. Nos tempos que correm é um feito.
Fica o resumo.


sábado, 17 de agosto de 2013

Portugal e os Descobrimentos (1411-1542)


Em 1411 D. João I assina a paz com Castela. Depois de uma longa guerra surge finalmente a paz com o único reino com que partilhávamos as nossas fronteiras. Restava apenas o oceano e, foi para aí que o monarca português voltou as suas atenções.
Em 1415 uma armada portuguesa conquista a cidade de Ceuta. Os motivos oficiais que levaram a tal demanda prenderam-se essencialmente com motivos de ordem religiosa. A conquista de territórios ao infiel em nome de Deus foi o principal, havendo outros, como a necessidade de um feito militar para armar os infantes em cavaleiros do reino. No entanto, forças mais poderosas impulsionaram a expansão portuguesa em Marrocos. À partida, as pressões da burguesia comercial e da nobreza. A primeira sempre ávida pelo lucro potenciado na conquista de novos mercados e, a segunda, pelas mercês, senhorias e a riqueza do saque que a paz lhes negava. A juntar a tudo isto temos a importância estratégica da cidade, que influenciou a manutenção da mesma pelas forças portuguesas. Ceuta providenciava apoio logístico de vital importância ao reino de Granada, assim como aos piratas muçulmanos que muito prejuízo causavam a Portugal. Ficaram desta forma protegidas as rotas marítimas comerciais ibéricas e a actividade piscatória. Também foi tido em conta que a presença portuguesa em Marrocos seria um entrave às pretensões Castelhanas aos territórios a sul, ou que permitiria boas bases logísticas de apoio à futura expansão atlântica. Também o fervor religioso no combate ao infiel as novas oportunidades de comércio e corso, terá pesado na decisão de manter uma forte presença portuguesa em Marrocos. Em suma, existiu uma conjuntura de interesses económicos, de estratégia político-militar e religiosos que viriam a marcar não só o início da expansão portuguesa em Marrocos, como também toda a história dos descobrimentos portugueses.
Assistiu-se pois, no período seguinte à conquista de Ceuta, à primeira etapa de integração na chamada “expansão atlântica”. Nesta etapa estiveram em confronto duas correntes, com dois protagonistas distintos, a nobreza e a burguesia. Aos primeiros movia-os uma sede de conquista através da acção militar, aos segundos o lucro da actividade mercantil.
A D. João I sucede D. Duarte, que continua a apoiar a exploração marítima e as conquistas em África. Figura fulcral nesta política foi o seu irmão, o Infante D. Henrique que, fixando-se em Sagres articula e coordena as diferentes expedições exploratórias de além-mar. O reinado de D. Duarte fica no entanto marcado pelo desastre da expedição a Tanger em 1437, onde as forças portuguesas foram derrotadas, deixando em cativeiro D. Fernando, irmão de D. Duarte. Este viria a morrer em cativeiro. D. Duarte faleceu ainda antes deste, deixando nas mãos de D. Leonor a regência do reino, uma vez que o seu sucessor, Afonso V, tinha na altura seis anos.
O conflito de interesses entre a nobreza e a burguesia pende decisivamente para o terceiro estado ao forçar a entrega da regência do reino das mãos de D. Leonor para D. Pedro, opositor de uma campanha militar continuada em Marrocos. Esta etapa fica também marcada pala descoberta das ilhas da Madeira (1419) e dos Açores (1427), assim como a passagem do cabo Bojador por Gil Eanes (1434). É pois um período de consolidação através da exploração geográfica das novas áreas como de inovações técnicas que permitiriam aos navegadores portugueses uma boa base de partida para o futuro dos descobrimentos portugueses.
A segunda etapa decorreu entre 1440 e 1449, ano em que faleceu D. Pedro. Durante este período, continuou a exploração da costa africana, cada vez mais para sul, com especial destaque para o golfo de Arguim, onde os portugueses fundaram um importante posto comercial. A essa feitoria acabou por convergir um enorme fluxo de mercadorias e informações, intensificando e alargando cada vez mais o comércio à iniciativa privada. No fim desta etapa, o Atlântico assume uma enorme importância económica para o reino. Os navegadores sulcam vastas áreas do Oceano, compreendidas entre Portugal continental, ilhas (Madeira e particularmente Açores) e costa de África (especialmente a fortaleza de Arguim).
Com a morte de D. Pedro, assiste-se a um período de considerável abrandamento nas missões de exploração e comércio. Afonso V, rendido à nobreza nobiliárquica, belicista, decadente e pouco vocacionada para as actividades mercantis, opta por uma guerra de conquista no norte de África, teoricamente mais favorável aos cofres do reino, em detrimento das novas descobertas a sul da Serra Leoa. Concede esta tarefa, juntamente ao monopólio do comércio da região, a Fernão Gomes, a troco de uma quantia de 200 000 reis. O monarca inicia então uma série de campanhas militares em Marrocos. Conquista Alcácer Ceguer (1458), Anafé (1464), Arzila (1471), Tanger e Larache. Os motivos impulsionadores desta autêntica cruzada africana estiveram relacionados com a conjuntura internacional da época. A queda de Constantinopla (1453) leva o papa Calisto III a apelar aos reis católicos que travem guerra ao infiel onde quer que este se encontre. Este estado de guerra permanente, contra os mouros e no fim do seu reinado contra Castela, deixará o reino muito debilitado economicamente. Coube ao seu filho, futuro D. João II, equilibrar de novo as contas do reino, retomando a empresa da expansão e dos descobrimentos. Para isso ordena a fortificação da feitoria de S. Jorge da Mina, transformando-a no maior pólo comercial português, o mais pulsante centro económico do reino. Desde 1474 que o soberano tomou todas as medidas para passar o controlo efectivo do comércio ultramarino para as suas mãos, o que permitiu a exclusividade da epopeia a Portugal. Esta fase termina em 1482.
Depois de assegurado controlo régio sobre o comércio, partiu-se para a última fase da expansão atlântica, a descoberta da passagem para o Índia. Esta seria conseguida pelo sucessor de D. João II, D. Manuel I com o envio de uma armada comandada por Vasco da Gama, no ano de 1497. Esta ultima etapa da chamada expansão atlântica teve um cariz essencialmente exploratório e duraria até ao ano de 1502/3.
Se é verdade que fomos nós portugueses a desbravar o Atlântico e a respectiva costa africana, tal não foi necessário após dobrar o cabo da boa esperança. O Oceano Indico era já palco de movimentadas rotas comerciais. Existiam já experimentados navegadores, aos quais Portugal apenas teve de assimilar os seus conhecimentos.
Passamos assim às fases de integração e conquista do Oriente. A primeira, compreendida entre 1500 e 1507/9. Durante esse período, procedeu-se ao domínio de uma serie de bases terrestres com vista à estratégia marítima. Uma grande diferença, enquanto no Atlântico as feitorias são locais de comércio fortificados, no Indico são fortalezas onde se efectuam transacções comerciais. É que o comércio do ouro e das especiarias estava nas mãos dos mouros e, estes não abdicaram dele sem luta. Foi o que aconteceu em 1509 na grande batalha marítima de Diu, onde o 1º vice-rei da Índia, D. Francisco de Almeida esmagou toda a concorrência. Seguiram-se as conquistas de Goa (1510), Malaca (1511), Ormuz (1515) e a ocupação de Diu (1535). Efectivou-se desta forma, a consolidação bases marítimas a par com a constituição de novas bases territoriais mais para o interior. Portugal apostava assim em solidificar o controlo territorial com vista à defesa efectiva do comércio ultramarino, abrindo as portas para o domínio comercial português no Oriente.
Podemos afirmar que a duas fases correspondem dois oceanos distintos. A fase atlântica, onde as principais dificuldades se prendiam com a “virgindade” do território e, a fase relacionada com o Oceano Indico, onde à semelhança do que aconteceu no norte de África, os interesses previamente estabelecidos nos obrigaram a tomar uma posição musculada de conquista pela força das armas.
Também a estratégia delineada pelos vários monarcas foi consideravelmente diferente nos dois espaços. No atlântico, em especial depois da descoberta do Brasil em 1500 por Pedro Álvares Cabral, a concessão de enormes espaços a senhorios quase independentes é a marca dominante. No indico, face às necessidades de defesa mais prementes, obrigou à nomeação de um vice-rei e governadores, com competências especialmente no campo militar, mas também administrativas e financeiras.
Desde 1415, com a conquista de Ceuta, até 1542, com a chegada dos navegadores portugueses ao Japão, contabilizam-se 127 anos de epopeia, escrita por um povo de qualidades ímpares, de onde sobressai a sua coragem inigualável. Qualquer semelhança com o que somos hoje é pura coincidência.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

WWZ


Os zombies estão na moda. Aproveitando o êxito da série televisiva Walking deadHolywood transportou de novo os mortos-vivos da televisão para o  grande ecrã num pequeno passo. Pena é que este filme não nos traga nada de novo. Argumento pouco original, elenco com nomes pouco conceituados, com a excepção óbvia de Brad Pitt, esta é uma película que o cinéfilo amante do género pode perfeitamente aguardar pela estreia nos TVcines. Nem a receita é nova. Um grande nome no papel principal, orçamento na casa dos duzentos milhões, zombies e acção com fartura. Lembram-se? Exactamente, I Am Legend de 2007 com Will Smith como protagonista e uma breve aparição da estonteante Alice Braga. 
Fica a mais valia dos efeitos especiais cada vez mais realistas e o desempenho do principal actor, um dos melhores artistas da sétima arte, tardiamente reconhecido como tal devido ao rótulo de sex symbol.
Infelizmente não vale o preço cada vez mais exorbitante de um bilhete de cinema.


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Belos Cavalos


Este é o primeiro livro da designada "Border Trilogy", que como o nome indica, tem por cenário o sul dos Estados Unidos e o México. A acção decorre em meados do século passado e tem por herói um jovem cowboy que procura o seu lugar no mundo.
John Grady Cole, um adolescente demasiado novo para assistir ao fim de um modo de vida ancestral e sem vontade para sobreviver na nova era que desponta.
A frustração leva-o a fugir para sul, na companhia de Lacey Rawlins, um amigo com o qual partilha  ideais. Ao longo da jornada o leitor toma consciência da camaradagem forjada no silêncio que une os dois jovens, sempre questionada pelo rude ambiente que os rodeia. É perante os obstáculos que o homem se descobre e, estes surgem de forma crescente durante a viagem. De salientar também a comunhão entre homem e cavalo. John Cole acima de tudo nutre um sentimento de paridade com a sua montada em particular e com mundo equestre no geral, como se adivinhasse e partilha-se o destino destes belos animais no progresso da nova realidade que surge no horizonte. 
John cole é um velho de dezasseis anos, um herói sereno e obstinado, condenado a errar pelo mundo na companhia do seu corcel e da decepção que o atormenta.
 
Este livro marca o reconhecimentodo autor, pois é o seu primeiro best-seller. Não é o seu melhor romance, mas não deixa de ser um belo livro do melhor escritor vivo que conheço.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Troféu Cinco Violinos

Ficou em casa pela segunda vez o Troféu Cinco Violinos. Com uma exibição convincente o Sporting derrotou a Fiorentina por três a zero.
Pelas prestações nas partidas de preparação já dá para vislumbrar o que será a equipa no principio da presente época. Patrício indiscutível na baliza. Nas laterais Cédric e Jefferson já ganharam a posição. A dupla de centrais... Maurício, apesar de ainda não convencer já demonstrou que deve ter lugar no onze. Já a outra vaga... o miúdo ontem fez uma excelente exibição, haja coragem para o pôr a jogar. No meio-campo não dou palpites. Rinaudo a jogar assim acaba expulso em metade dos jogos. André Martins e Adrien devem ter primazia sobre os restantes. Magrão ainda não tem ritmo mas já se vê algum coisa, quanto aos outros...
Na frente Capel é o que se sabe e Montero entrou na equipa à leão. Carrillo é um desperdício de talento e slimani ainda não recuperou do Ramadão.
Falta referir uma legião de catraios com um potencial imenso à espera de uma oportunidade, que todos merecem e, espero sinceramente que a tenham ao longo da temporada.
Uma menção a Marcelo Boeck com o físico de um texugo anafado. Se eu mandasse ficava a pão e água até ao próximo jogo. 
 
Sem grandes expectativas vamos até onde exuberância e o ânimo da juventude nos levar.  
 
Força Sporting!!!

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Rui Costa

 
Vencedor de duas etapas na centésima edição do Tour de France, Rui Costa o atleta que conseguiu igualar o memorável Joaquim Agostinho, também ele vencedor de duas etapas desta mítica prova, no ano de 1969.
Um grande feito ofuscado na comunicação social pelas novelas político-partidárias deste regime decadente.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Taça de Honra de Lisboa

 
É o primeiro troféu da época. O Sporting B conquistou no passado Domingo a revitalizada Taça de Honra de Lisboa.
Nas meias-finais, os pupilos de Abel eliminaram o Benfica e na final coube ao Estoril o sabor da derrota.
Uma menção ao treinador do Sporting. Como jogador era frequente tirar-me do sério, já como treinador tem feito um excelente trabalho. Parabéns Abel Ferreira.
 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Carlos Sá


Mais um bom exemplo de um português na alta competição. Carlos Sá venceu a ultramratona de Badwater nos EUA. Duzentos e dezassete quilómetros de percurso... parabéns ao atleta. 


terça-feira, 2 de julho de 2013

O adeus da assombração

O barco afunda-se e os ratos abandonam o navio. Portas, o politico de excelência, lá arranjou uma desculpa para se pôr ao fresco, ilibando-se de qualquer responsabilidade na situação dramática que vivemos.  
Sem Portas não há coligação, sem coligação não há governo e sem governo vamos para eleições antecipadas. A esquerda sem excepção bate palmas, os centristas do PSD afundam-se e os populistas da direita das feiras, ideologicamente vazios, preparam-se para nova coligação, desta feita com os xuxas.
Ficaram admirados? Não deviam, foi tudo combinado nos primeiros dias de Junho na reunião do clube Bilderberg realizada este ano a norte de Londres. Paulo Portas e António José Seguro foram os convidados especiais este ano.
E as nossas direitas? As nossas, as verdadeiras? Divididas à muito, devido em grande parte a quezílias pessoais e a questões fracturantes que infelizmente se sobrepõem ao interesse nacional, continuam a desperdiçar a oportunidade que esta situação de descontentamento generalizado oferece.
Por toda a Europa destacam-se movimentos nacionalistas, enquanto que por cá nos agarramos à desculpa do boicote mediático. Como se essa questão, apesar de real, pudesse justificar os resultados paupérrimos dos diferentes partidos e movimentos. A titulo de exemplo, triste exemplo, dou o dia 1ª de Dezembro, onde nos Restauradores o PNR e o MON celebraram a data separados por... pasme-se caro leitor, um cordão policial.
Que não haja dúvidas  o país vai virar à esquerda, com os radicais a obterem uma votação nunca antes vista em solo nacional. Sim, porque esses sabem capitalizar o desagrado dos eleitores.
Por fim gostava apenas de assumir a minha quota parte de responsabilidade nos futuros acontecimentos. A culpa não deve morrer solteira e neste caso em concreto ela reside em todos os que, modéstia à parte, se consideram politicamente esclarecidos.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

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Parabéns Sporting

Adenda: Com o inicio agendado para hoje da nova temporada, recomeçam neste espaço as crónicas da bola.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

José Maria Cortes

Faleceu ontem o jovem forcado envolvido em confrontos na madrugada de Domingo em Alcácer do Sal.
A rixa envolveu mais de sessenta pessoas e terminou com a utilização de armas brancas.
Hienas e naifas... humm... lelos com toda a certeza.

Adenda: Não consigo exprimir o mais profundo desprezo que sinto por todos aqueles que em nome dos direitos dos animais se congratulam pela morte de um homem corajoso.