segunda-feira, 28 de abril de 2014
António de Oliveira Salazar
Faria hoje 125 o maior estadista que esta Nação alguma vez produziu. A falta que este senhor nos faz...
quinta-feira, 24 de abril de 2014
O 25 de Abril...
segunda-feira, 14 de Abril de 2014
PERGUNTAS NUNCA RESPONDIDAS NOS 40 ANOS DE “ABRIL”

“O inconseguimento de eu estar num centro de decisão fundamental a que possa corresponder uma espécie de nível social frustracional derivada da crise”
Assunção Esteves,
Presidente da Assembleia da República
Presidente da Assembleia da República
(TSF, em 7/1/2014)
Passados 40 anos após a última grande esquina da História de Portugal, já deveria ter havido o discernimento, o bom senso e a vontade (que deles deriva), de fazer uma análise histórica – nas suas diferentes dimensões, nomeadamente política, estratégia, económica/financeira, social e cultural – de todo o período abrangido e que englobasse, para facilidade de entendimento e exposição, três períodos distintos:
· O período da última fase do Estado Novo, por exemplo desde o início do consulado do Professor Marcello Caetano;
· O período que começa com a acção militar no dia 25/4/74 – suas causas e execução – e por todo o período conturbado, conhecido por “PREC” e termina em 25/11/75;
· O período posterior até aos dias de hoje, e suas consequências.
Como tal não foi feito (e o que foi feito deixa muito a desejar) e não será feito a breve trecho, vamos cingir-nos a elaborar um conjunto de questões, que falam por si, independentemente do juízo que se intente fazer sobre elas.
São também as respostas às perguntas formuladas, que ajudarão, um dia, a escrever a História que deve ficar para o futuro e não aquela que insistentemente nos têm vindo a inocular como se de uma lavagem ao cérebro se tratasse.
Aqui fica uma mão cheia delas:
1º- Quais as razões que justificam, à luz da Moral e do Direito, a queda pela força do regime deposto?
2º- Se o regime deposto foi tão mau, como alegado por tantos, porque nunca se julgaram os responsáveis vivos, pela sua existência e práticas (nem sequer à revelia)?
3º- Quais as principais razões, assumidas inicialmente pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), para a execução do golpe de estado? Foram razões corporativas (isto é, do foro das FA)? Foi concretamente o Decreto-Lei 373/73 que espoletou o golpe? Foram razões políticas? Estratégicas? Sociais? Económicas? Quais e baseadas em quê? Foi por estarem cansados de fazerem a guerra?
4º- Que informação tinha o MFA sobre a “luz verde” dada (solicitada?) pelo “Grupo de Bildelberg” numa reunião ocorrida a 19/4/74, no Hotel D’Arbois, em Mégeve, nos Alpes Franceses, propriedade do Barão Edmond Rothschild, na qual, entre outros participou Joseph Luns – na altura, Secretário – Geral da NATO – não sendo por acaso que uma esquadra da Aliança fundeou na Barra de Lisboa no dia do golpe?
5º- Desde quando e porquê, o PCP passou a tomar parte no golpe? Desde o “ensaio” ainda mal explicado, das Caldas, a 16 de Março? Ou antes?
6º- O que fazia o General Costa Gomes enfiado com a mulher no Hospital Militar da Estrela, no dia 25/4/74?
7º- Porque é que o Chefe de Governo, Marcello Caetano, nunca deu ordens para conter o golpe e, à revelia do que estava previsto nos planos de contingência da altura, em vez de se dirigir para Monsanto, foi meter-se na “boca do lobo” do Quartel do Carmo? Porque recusou a fuga do mesmo, que lhe foi oferecida e era viável? O que quis negociar com o General Spínola?
8º- Porque é que 90% dos efectivos da PIDE/DGS (na área de Lisboa) decidiram, após o golpe, concentrar-se no local mais inverosímil para o fazerem, ou seja na própria sede?
9º- Porque é que até hoje nenhum governo português intentou uma acção, lógica e pertinente, que é a de solicitar ao governo da Federação Russa, a devolução ou, no mínimo a cópia, de toda a documentação desviada dos arquivos nacionais, nomeadamente da DGS, como não parece haver qualquer dificuldade em provar?
10º- Porque é que o MFA – autor do golpe – e a sua suposta cabeça dirigente, ou seja a, em cima-da-hora formada, Junta de Salvação Nacional (JSN), cometeu a imprudência de não terem declarado o “Estado de Sítio”, perdendo desse modo, e no próprio dia, o controlo da situação?
11º- Ou terá sido de propósito?
12º- Idem para a leviandade com que a nível militar se começaram a prender e a sanear uns aos outros, sem qualquer regra ou justiça, estilhaçando dessa forma a hierarquia, a disciplina e a organização das FA, sem as quais nada se podia levar a cabo? FA que, recorda-se, estavam em campanha em três frentes!
13º- Ou também foi de propósito?
14º- Como e porquê deixaram o Poder cair na rua, chegando-se ao ponto de colocar o país à beira da guerra civil, a qual se evitou “in extremis”, a 25/11/1975?
15º- Porque se deixou entrar no país e libertou das prisões, uma quantidade de gente de mau porte que, recorde-se, não estava presa por delito de opinião, mas incorria em crimes do foro militar, de delito comum e, até, de traição à Pátria, sem que os mesmos ficassem a bom recato à espera de julgamento?
16º- O “granel” desculpa e justifica tudo o que se possa passar?
17º- Como se pode intentar um golpe de estado num país que, não estando oficialmente em guerra com ninguém, conduzia extensas operações militares das quais dependia a salvaguarda de grande parte do seu território e populações, sem pensar muito maduramente no impacto que tal golpe podia ter naquilo que estava em jogo e era de longe, a questão mais importante e delicada em que toda a Nação estava envolvida?
18º- Porque é que os mentores do golpe (e seus seguidores) não conseguiram ou quiseram discernir e perceber, que a defesa do Ultramar era distinta – por nacional – da simples mudança de um regime ou sistema político?
19º- Porque se permitiu que a obsessão política pela conquista do Poder se sobrepusesse a questões fundamentais para o País (e ainda hoje assim acontece…) e se fizesse tábua rasa dos meios para atingir os fins, muitos deles estranhos à matriz histórica, estratégica e cultural de todo um povo?
20º- Como explicar, melhor dizendo, como compreender que o que foi pensado para o dia seguinte – que é a parte mais importante num golpe de estado, ou revolução – neste caso o que estava condensado no Programa do MFA e na Proclamação da JSN ao País – nunca se conseguiu pôr em prática?
Finalmente:
Como explicar que nenhum dos “3 Ds”, constantes do referido programa do MFA, a saber, “Descolonizar, Democratizar e Desenvolver” tenha sido cumprido, ou dito de outro modo, tenha seguido o seu curso, estando hoje o país que nos resta no perigeu do seu poder relativo, desde que Afonso Henriques individualizou o Condado e na iminência de desaparecer como entidade política autónoma e soberana, comunidade com identidade própria e até em vias de extinção como povo com características próprias (por via da demografia negativa, da emigração e imigração, só para citar estas)?
Ou seja, e em síntese por demais sintética:
1º- O “D” da descolonização resultou numa desgraça inominável e na maior vergonha histórica, desde 1128, cuja responsabilidade teremos que carregar como povo e sociedade organizada, para todo o sempre. Tendo, além dos que ficaram deste lado do mar, desgraçado sobretudo os portugueses dos territórios que abandonámos à sua sorte, os quais em vez de descolonizarmos – uma operação já de si aberrante, para a idiossincrasia da Nação Portuguesa, dadas as regras internacionais em vigor – entregámos nas mãos de forças marxistas, e só a essas.
Perdemos “apenas” e em pouco mais de um ano, cerca de 60% da população e 95% do território…
2º- O “D” da democratização está consubstanciado numa Constituição enorme, errada sob muitos pontos de vista, mal escrita, insensata e elaborada debaixo de condicionalismos vários. E, já agora, anti – democrática…
De tudo resultou uma confusão doutrinária de se ter considerado a Democracia em si mesmo, que ela não é, em vez de um meio para se atingir as três aspirações “utópicas” do Estado, a saber, Segurança, a Justiça e o Bem-Estar (por esta ordem); na ditadura da partidocracia (com a agravante de o espectro político estar apenas representado do “centro até à extrema esquerda”- terminologia serôdia que já devia ter desaparecido há muito), baseada em partidos medíocres.
Partidos donde emanam políticos cada vez mais impreparados, na sua maioria autênticos papagaios troca-tintas em que já ninguém acredita nem suporta. E que se blindaram no poder.
Partidocracia que degenerou rapidamente em plutocracia, “corruptocracia” e “bandalheirocracia”!
O fulcro da Democracia acaba por ser a representatividade. Pergunta-se, hoje em dia, quem se sente representado?
3º- Finalmente o “D” do desenvolvimento.
Portugal era um país que em 24/4/1974 tinha estabilidade económica, financeira, social, com uma administração financeira honesta e regrada; onde todas as instituições funcionavam; em que a economia crescia 7% ao ano (no Ultramar era mais); possuía a 6ª moeda mais forte do mundo, escorada e protegida por 850 toneladas de ouro e 50 milhões de contos; tinha acesso ao crédito que quisesse a juros baixos; gozava de pleno emprego.
Conseguia tudo isto, note-se, ao mesmo tempo que tinha 230.000 homens em armas, em quatro continentes e quatro oceanos, dos quais 150.000 permanentemente empenhados em operações de contra-guerrilha, em três teatros de operações distintos a milhares de quilómetros da sua base logística principal, com muito limitado apoio aliado e apenas com generais e almirantes portugueses.
Orgulhosamente só (frase por norma tirada do contexto).
E sem dever nada a ninguém.
Como explicar que um país nestas condições, 40 anos depois dos “amanhãs que cantam” e das mais floridas esperanças, esteja no actual estado de banca rota e muito “acompanhado” internacionalmente, por tantos países e instituições que nos desqualificam, publicamente, no concerto das Nações (até nos chamam “PIGS”)?
Esteja, também, ocupado politica, económica e, sobretudo, financeiramente, por uma “Troika” (que ninguém sequer conhece bem, ou o que representa), depois de já ter passado por duas outras grandes "aflições" financeiras (em 1978 e 1983), que obrigaram à intervenção do FMI; e depois da adesão à CEE, em 1986, ter entrado dinheiro no país à média de dois milhões de contos/dia, de fundos comunitários?!
E estamos hoje ainda a tentar evitar a banca rota à custa de sacrifícios de quem não é responsável maior por tudo o que se passou; deixando incólumes os responsáveis (que nem um pedido de desculpas se atrevem a dar), e da alienação contínua da soberania, das empresas, do património, da venda da própria terra e dando até início a um processo de prostituição colectiva, de que a outorga da nacionalidade a ricaços estranhos que queiram investir por cá algumas centenas de milhares é já exemplo eloquente!
Já me esquecia, estamos a sair da bancarrota à custa de fazermos mais empréstimos, com os quais ganhamos tempo para tentar pagar uma dívida e os juros da mesma – que ninguém sabe quanto é – mas que seguramente não iremos pagar nos próximos 100 anos…
Em que opróbrio de país nos tornámos?!
Foi para isto que se quis a tão decantada Liberdade – um conceito absoluto, porém de aplicação relativa – entusiasticamente tida como a principal conquista de Abril?
Ao fim de 40 anos celebra-se o quê?
João José Brandão Ferreira
Cidadão Português (nada, mesmo nada, satisfeito)
(Beneficiário nº 11337317689 da CGA)
Adenda: Texto escrito por um Homem de coragem, publicado no jornal "O Diabo" na edição desta semana e retirado do blogue do autor "O adamastor".
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Cruz de Cristo 0 - SCP 1
Uma vitória a ferros mas merecida, num campo difícil onde os nossos rivais penaram para pontuar. O Sporting com este triunfo consegue o acesso directo à Liga dos Campeões, onde se joga futebol ao mais alto nível. A duas jornadas do fim foram cumpridos os objectivos da época, modestos para os adeptos, mas extremamente ambiciosos face ás previsões dos entendidos.
Para o ano há mais.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Vikings
Uma nova série no canal História. Já vi alguns episódios, é das poucas que presentemente vale a pena ver.
SCP 2 - Galos de Barcelos 0
Um golo a abrir e outro a fechar, com o domínio total da partida durante todo o encontro. Uma exibição de encher o olho de Cédric Soares, o melhor lateral direito a jogar em Portugal. Nota menos positiva para o nosso "trinco", a acusar os elogios de Paulo Bento.
domingo, 6 de abril de 2014
Kurt Cobain
Fez ontem 20 anos sobre a morte de Kurt Cobain, vocalista dos Nirvana. Gostem ou não, tem o (de)mérito de ser um dos fundadores do grunge, a onda musical proveniente de Seattle e arredores, que enterraria de vez a moda dos músicos com calças de licra e permanentes.
Coisas da bola
Retomo aqui o percurso do meu Sporting no campeonato nacional de futebol. O tempo, ou se preferirem a falta dele, condiciona a manutenção deste espaço.
SCP 1 - FCP 0
Golo irregular da equipa de Alvalade a ditar o resultado final do encontro. Digam o que disserem será sempre esta a imagem que fica do jogo. Provavelmente foi nesta jornada que se definiram as três primeiras posições finais do campeonato.
Alberto João 1 - SCP 3
Uma grande penalidade indiscutível convertida por Adrien, seguida do empate por parte dos insulares. O jogador que presentemente está em melhor plano no Sporting colocou a minha equipa na frente e Jefferson fechou o resultado. Limpinho, limpinho.
SCP 1 - Cidade berço 0
Um golo solitário apontado pelo homem das tatuagens da nossa senhora a demonstrar o "power" do "barrio". O Sr. cartão amarelo em grande plano para a convocatória do próximo mundial de futebol.
Capital do móvel 1 - SCP 3
E mais nada. Nova vitória num pântano difícil. Willian Carvalho, Adrien e Marcus Rojo, a apontarem os tentos da equipa verde e branca. Infelizmente já não há jornadas suficientes, temos de nos contentar com a entrada directa na Liga dos Campeões. Na antevisão do jogo um moço de recados veio demonstrar preocupação pela isenção da arbitragem face a uma alegada pressão leonina sobre os homens do apito. Parece um lacaio comuna com a cassete metida na cabeça, já na jornada anterior outro presidente tinha dito o mesmo.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Os Níveis da Vida
"Todas as histórias de amor são potenciais histórias de dor. Se não no principio, depois. Senão para um, para o outro. Às vezes para ambos.".
É esta a premissa que abarca cada uma das páginas de mais uma excelente obra deste escritor britânico.
O primeiro capítulo descreve os primórdios do balonismo e da fotografia aérea. "Juntamos duas coisas que ainda não se tinham juntado. E o mundo transformou-se." A transformação moral destes pioneiros do ar, com o dilema da purificação da alma ao entrar no espaço divino ou a contaminação desse mesmo espaço ao ser invadido pela sua condição pecaminosa, são as duas abordagens possíveis para os que ousaram pela primeira vez a captação de imagens através da óptica de Deus.
"Juntamos duas pessoas que ainda não se tinham juntado; e às vezes o mundo transforma-se, outras vezes não. Podem despenhar-se e arder, ou arder e despenhar-se". Esta é a história de Fred Burnaby, um oficial britânico na reserva e a sua relação com a actriz francesa Sarah Bernhardt. Um cavalheiro com intenções sérias destinadas a uma mulher demasiado inacessível a compromissos.
Por fim, e a título pessoal, na terceira parte do livro, Julian Barnes fala-nos do seu amor, mas especialmente da sua dor, essa dor que apenas os que amam verdadeiramente concebem significado. O sentimento de perda de quem sobrevive à existência da pessoa que nos completa, a angústia de quem passará o resto da vida fisicamente longe do objecto da sua paixão, a revolta e a frustração que brotam da questão sem resposta possível... Porquê?
Sem pretensões ou comparações, uma oferenda adequada para com quem partilhamos a nossa vida.
segunda-feira, 31 de março de 2014
Front national
Sniper Americano
Sniper Americano de Chris Kyle é uma autobiografia digna de ser lida ao som do Born in the USA de Bruce Springsteen.
É um relato apaixonante, sem dúvida, de uma vida repleta de aventuras de um viking dos tempos modernos. A história de um homem que acredita em Deus, na Pátria e na família, sendo que o lugar das duas últimas crenças alterna consoante os ditames da sua consciência.
Um ponto de vista algo ingénuo e uma abordagem politico-cultural "americanóide" sobre diferentes temáticas são, no âmbito geral, o que este livro nos tem para oferecer. Salva-se o lema " Ao contrário do que a tua mamã te disse, a violência resolve, de facto, os problemas".
Adenda: Tenho sérias dúvidas que seja o "o atirador especial mais letal da história".
domingo, 9 de março de 2014
Ucrânia
A Ucrânia a ferro e fogo. Nacionalistas contra a policia. Por lá, tal como cá, a policia é aquilo que realmente é, uma força de repressão ao serviço do regime e utilizada contra os nacionalistas. Por lá, ao contrário de cá, os nacionalistas não participam em manifestações onde demonstram solidariedade pelos cortes no salário do "xô guarda". Por lá... por lá é que é bonito.
Meninos do Sado 2 - SCP 2
Só tenho a dizer, que desejo ardentemente que o Sr. Vasco Santos seja proprietário de um belo e aprazível estabelecimento comercial.
Adenda 1: Como não poderia deixar de ser, para a próxima jornada já temos um "castigado".
Adenda 2: Outra coisa que me faz muita confusão, é ver os "filhos da casa" jogar contra o seu próprio clube...
Adenda 1: Como não poderia deixar de ser, para a próxima jornada já temos um "castigado".
Adenda 2: Outra coisa que me faz muita confusão, é ver os "filhos da casa" jogar contra o seu próprio clube...
sábado, 8 de março de 2014
Right Sector
Right Sector, a organização que de uma forma exemplar agrupa vários movimentos nacionalistas na Ucrânia. Situado no espectro politico à direita do partido Svoboda, o Right Sector teve uma participação fulcral nos recentes acontecimentos em Kiev. Quando a coisa "aqueceu", a imprensa estimava que 30% dos manifestantes na Maidan Nezalezhnosti eram membros deste movimento. E por cá?
SCP 2 - Um dos três grandes 1
Já não é notícia, mas para gáudio dos milhares de seguidores deste magnifico blogue fica aqui o registo da última partida do meu clube.
A história do encontro resume-se à vitória do Sporting pela vantagem mínima apesar dos três golos apontados.
Apresentámos um meio campo de recurso, com a inclusão de um Magrão espantosamente eficaz, a fazer esquecer a ausência de Adrien e a boa época que vem realizando. Uma defesa segura com dois laterais de grande nível. No meio-campo, um trinco do outro mundo e um André Martins que não consegue manter o nível exibicional de jogo para jogo. Na frente, uma carrada de bons extremos e um Lambesalam que tem uma marreta no interior de cada chuteira. Vale-nos o jogo de cabeça.
Estranhamente, no jogo de amanhã não há ausências por castigo...
quinta-feira, 6 de março de 2014
Hip-hop
Perante a inevitabilidade dos tempos modernos, nada mais me resta senão render-me às novas tendências musicais que representam este mundo globalizado e sem identidade.
É oficial, este trolha já aprecia hip-hop.
Na sabe nadá, yooooo...
É oficial, este trolha já aprecia hip-hop.
Na sabe nadá, yooooo...
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Smashing Pumpkins - Siamese Dreans
Siamese Dream o melhor trabalho dos Smashing Pumpkins. Editado em 1993, seguir-se-ia o muito premiado e comercial Mellon Collie and the Infinite Sadness, que consagrou definitivamente a banda.
Hummer, um um dos temas de referencia do álbum e da musica alternativa na década de 90.
Hummer, um um dos temas de referencia do álbum e da musica alternativa na década de 90.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
Um poste
Parece que o único português presente em Davos, no Fórum Mundial da Economia, se pôs a divagar sobre o nosso extraordinário Serviço Nacional de Saúde.
Numa quinzena onde se descobriu, que um par de pessoas esteve uns meses à espera para realizar exames indispensáveis à deteção de uma doença que os vitimou e, um senhor morreu de enfarte na sala de espera de um hospital, apenas posso concluir que umas lambadas já não são suficientes, perante o desplante e a arrogância de certos "cromos" já só lá vai com uns postes.
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