Perante a inevitabilidade dos tempos modernos, nada mais me resta senão render-me às novas tendências musicais que representam este mundo globalizado e sem identidade.
É oficial, este trolha já aprecia hip-hop.
Na sabe nadá, yooooo...
quinta-feira, 6 de março de 2014
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Smashing Pumpkins - Siamese Dreans
Siamese Dream o melhor trabalho dos Smashing Pumpkins. Editado em 1993, seguir-se-ia o muito premiado e comercial Mellon Collie and the Infinite Sadness, que consagrou definitivamente a banda.
Hummer, um um dos temas de referencia do álbum e da musica alternativa na década de 90.
Hummer, um um dos temas de referencia do álbum e da musica alternativa na década de 90.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
Um poste
Parece que o único português presente em Davos, no Fórum Mundial da Economia, se pôs a divagar sobre o nosso extraordinário Serviço Nacional de Saúde.
Numa quinzena onde se descobriu, que um par de pessoas esteve uns meses à espera para realizar exames indispensáveis à deteção de uma doença que os vitimou e, um senhor morreu de enfarte na sala de espera de um hospital, apenas posso concluir que umas lambadas já não são suficientes, perante o desplante e a arrogância de certos "cromos" já só lá vai com uns postes.
Vai de Mota
O Sporting deslocou-se ontem ao terreno do Penafiel onde derrotou os locais por três bolas a uma. Mesmo com este resultado, a equipa leonina viu-se arredada, já nos balneários, da competição. A outra equipa que competia pelo primeiro lugar no grupo e consequente passagem às meias-finais, beneficiou de uma grande penalidade já para lá do tempo regulamentar, para lá dos 5 minutos dos descontos e para lá da hora que o jogo deveria ter terminado. O futebol tem destas coisas, valha-nos o nosso Presidente, que no meio das desgraças, consegue arrancar um sorriso aos desiludidos adeptos com as declarações que profere.
Sinal positivo para Marcelo, a provar que pode ser opção, para os poderosíssimos laterais, para os centrais, a afirmarem-se em pleno apesar das minhas suspeições iniciais, para a juventude do meio-campo, para Montero, que sem marcar trabalhou como um "leão" e, pasme-se, até Carrillo merece um louvor.
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
domingo, 19 de janeiro de 2014
Arouca 1 - SCP 2
Partida a lembrar vagamente um jogo de futebol. Valeu-nos a garra dos miúdos e a visão de Leonardo Jardim. Falta saber quantos ficaram em condições para Penafiel, sendo que Rojo é baixa confirmada por castigo.
Na frente... com mais um jogo.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Referendo da co-adopção larilas
Ora aí está uma questão crucial para a sociedade portuguesa. Foi aprovado o projecto que prevê a realização de um referendo sobre a co-adopção por parte de casais do mesmo sexo.
A proposta foi apresentada pelo grupo par(a)lamentar do PSD e aprovada com os votos da maioria governamental.
Adenda: Os comunas, berloquistas e xuxas votaram contra a realização do referendo... Estranho, então não é o povo quem mais ordena?
A proposta foi apresentada pelo grupo par(a)lamentar do PSD e aprovada com os votos da maioria governamental.
Como se compreende esta "casa" é contra e começo já em campanha. Proponho de imediato estas frases de ordem: "putos reguilas/pedrada nos larilas", "contra a co-adopção/deixem as crianças da mão", "casais abichanados/miúdos stressados", "lar homossexual/ coisa fora do normal"... Aceitam-se mais sugestões.
Adenda: Os comunas, berloquistas e xuxas votaram contra a realização do referendo... Estranho, então não é o povo quem mais ordena?
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Portugal Ascenção e Queda
Portugal Ascensão e queda de Jaime Nogueira Pinto é uma obra que prima pela objectividade na análise dos momentos críticos da nossa História. De uma forma simples, sem aborrecer o leitor, o autor explana as suas convicções sobre as causas que conduziram o nosso povo da fortuna à falência e vice-versa, passando por breves períodos de bonança.
Obrigatório, para quem à minha semelhança, ambiciona conhecer o melhor possível as razões do caminho por nós percorrido enquanto Nação.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
SCP3 - Ilhéus 0
Um jogo difícil, onde se destaca a estreia de mais um miúdo das escolas do Sporting. Carlos Mané a marcar um grande golo e a demonstrar que apenas em Alvalade se dá oportunidade aos jovens jogadores portugueses. Cinco jogadores portugueses no onze titular, sendo quatro fruto das nossas escolas.
Mais uma vitória por números expressivos, desta feita demasiado expressivos para o jogo em si. Valeu-nos o Marcelo em noite de alguma insegurança defensiva.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Os Vingadores
Apreciador de banda desenhada desde muito jovem, foi com total estupefação que assisti por breves momentos ao filme Os Vingadores de Joss Whedon.
Nick Fury preto?!?!?! É impressionante a influência do politicamente correcto na sétima arte.
Nick Fury preto?!?!?! É impressionante a influência do politicamente correcto na sétima arte.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
SCP 0 - FCP 0
Um empate com sabor a derrota deixa tudo em aberto nesta fase da Taça da Liga. Um domínio claro do Sporting, com as melhores oportunidades do jogo apesar de ter menos posse de bola.
Uma equipa de miúdos que impôs o seu jogo de forma intensa, fruto de uma "fome" de bola como não se via há muito em Alvalade.
Parabéns a Leonardo Jardim pelo trabalho realizado com estes jovens.
Adenda: Cada vez me surpreende mais certas pessoas ganharem a vida como comentadores de futebol. Apesar de ambos os treinadores relativizarem a importância do jogo, alguém acreditava que ia ser um jogo a "feijões", com jogadores de segunda linha?
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Ben Howard
Um desconhecido até à relativamente pouco tempo. Ben Howard, um nome a fixar no panorama musical europeu.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Futebol não é para meninas
É para bestas mesmo. Refiro-me ao jogo deste sábado em Alvalade que opôs a equipa da casa à do Nacional da Madeira.
Partida dirigida literalmente e de forma magistral pela equipa que deveria passar despercebida no encontro. Manuel Mota e os seus sequazes demonstraram uma eficácia notável no bloqueio ao bom futebol que a equipa do Sporting tem praticado de forma consistente. Tudo foi permitido à equipa do Nacional, apenas foi interdito o recurso a armas brancas. Entradas fora de tempo, agressões, antijogo com demoras sucessivas na reposição de bola, enfim, tudo foi válido aos insulares. Foi de tal forma que o nosso pequeno maestro saiu lesionado aos 45 minutos e está em dúvida para o próximo jogo.
Todo este critério alargado apenas foi aplicado à equipa visitante. A da casa acabou o jogo com 4 amarelos, o que também ilustra um planeamento cuidado. Numa equipa com onze titulares e um banco algo limitado, qualquer ausência por castigo influenciará o rendimento do conjunto.
Nada de novo no mundinho do futebol português. As quase quarenta mil pessoas que assistiram nas bancadas mereciam mais.
Adenda: Continuamos na frente.
domingo, 15 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
A outra versão
Para quem tem curiosidade em ler a outra versão do homem pelo qual a Republica Portuguesa decretou três dias de luto, deixo aqui a tradução de um texto publicado por Bernard Lugan, historiador francês especializado em assuntos relacionados com o continente africano.
1) Aristocrata xhosa da linha real dos Thembu, Nelson
Mandela não era um «pobre negro oprimido». Com uma educação europeia
proporcionada por missionários metodistas, começou os seus estudos superiores
em Fort Hare, universidade destinada aos filhos das elites negras,
completando-os em Witwatersrand, no Transvaal, o coração do que era na altura o
«país boer». Instalou-se de seguida como advogado em Joanesburgo.
2) Não era bem o gentil reformista que a imprensa lamechas
gosta de tratar como «arcanjo da paz», lutando pelos direitos do homem como um
novo Gandhi ou um novo Martin Luther King. Com efeito, Nelson Mandela foi acima
de tudo um revolucionário, um combatente, um militante que pôs «a sua pele
antes das suas ideias», não hesitando em derramar o sangue de outros e a
arriscar a sua própria pele.
Foi um dos fundadores
do Umkonto We Sizwe, «a ponta de lança da nação», braço armado do ANC, que
co-dirigiu em conjunto com o comunista Joe Slovo, planeando e coordenando mais
de 200 atentados e sabotagens pelos quais foi condenado a prisão perpétua.
3) Não foi o homem que permitiu uma transição pacífica de
poder entre a «minoria branca» e a «maioria negra», evitando um banho de sangue
na África do Sul. A verdade é que foi levado ao poder pelo presidente De Klerk,
que aplicou à letra o plano de resolução da questão da África austral definido
por Washington. Pelo caminho Mandela traiu todas as promessas feitas ao seu
povo, tais como:
- Desintegrar o exército sul-africano, com o qual o ANC não
era capaz de lidar;
- Impedir as criação de um Estado multi-racial
descentralizado, alternativa federal ao jacobinismo marxista e dogmático do
ANC;
- Travar as negociações secretas mantidas entre Thabo Mbeki
e os generais sul-africanos, negociações que envolviam o reconhecimento, pelo
ANC, de um Volkstaat em troca do abandono da opção militar pelo general
Viljoen.
4) Nelson Mandela permitiu o esgotamento das fontes
sul-africanas de leite e mel e o fracasso económico do país é hoje total.
Segundo o Relatório Económico Africano para o ano 2013, redigido pela Comissão
Económica da ONU para África e pela União Africana para o período 2008-2012, a
África do Sul é classificada como um dos cinco países «com pior desempenho» do
continente, em função do crescimento médio anual, apenas à frente das Comores,
Madagáscar, Sudão e Suazilândia.
Segundo dados
oficiais, o desemprego atingiu 25,6% da população activa no segundo trimestre
de 2013, embora na realidade ultrapasse os 40%. Os rendimentos do segmento mais
pobre da população negra, que representa mais de 40% da população sul-africana,
é actualmente 50% inferior ao valor verificado no regime branco anterior a 1994.
Em 2013, quase 17 milhões de negros numa população de 51 milhões de habitantes
só garantiram a sua subsistência graças a ajudas sociais, denominadas Social
Grant.
5) Nelson Mandela falhou também politicamente e o ANC
acumula hoje graves tensões entre etnias Xhosa e Zulu, entre doutrinários
pós-marxistas e tecnocratas capitalistas, entre africanistas e apoiantes de uma
linha «multi-racial». Da mesma forma, um conflito de gerações opõe a velha
guarda composta por «Black Englishmen» e os jovens lobos que defendem uma
«libertação racial» e o confisco dos agricultores brancos, tal como foi levado
a cabo no Zimbabwe.
6) Nelson Mandela não pacificou a África do Sul, país que
actualmente se encontra entregue à lei da selva, com uma média de 43 homicídios
diários.
7) Nelson Mandela não facilitou as relações inter-raciais.
Entre 1970 e 1994, ou seja 24 anos, enquanto o ANC estava «em guerra» contra o
«governo branco», foram assassinados cerca de 60 agricultores brancos. Desde
Abril de 1994, data da chegada ao poder de Nelson Mandela, mais de 2000
agricultores brancos foram massacrados perante a total indiferença da imprensa
europeia.
8) Por fim, o mito da «nação arco-íris» estilhaçou-se
perante as realidades regionais e étnico-raciais e o país está hoje mais
dividido e fragmentado do que nunca, fenómeno que é visível em cada eleição,
quando o voto é claramente «racial»: negros votam no ANC, brancos e mestiços
votam na Aliança Democrática.
Em menos de 20 anos,
Nelson Mandela, presidente da República entre 10 de Maio de 1994 e 14 de Junho
de 1999, e os seus sucessores, Thabo Mbeki (1999-2008) e Jacob Zumba (desde
2009), transformaram um país que foi em tempos uma excrescência europeia na
extremidade austral do continente africano num Estado de «terceiro mundo» à
deriva num oceano de carências, corrupção, miséria social e violência,
realidade em parte ocultada por alguns sectores de grande desempenho, mas cada
vez mais reduzidos, na maior parte dirigidos por brancos.
Poderia ser de outra
forma quando a ideologia oficial é baseada na rejeição da realidade, no mito da
«nação arco-íris»? Esse «chamariz» destinado à imbecilidade ocidental impede
ver que a África do Sul não constitui uma nação, mas antes um mosaico de povos
reunidos pelo colonizador britânico, povos cujas referências culturais são
estrangeiras, e em alguns casos irreconciliáveis, para uns e outros.
O culto planetário e
quase religioso que hoje foi prestado a Nelson Mandela, o hino ultrajante
cantado por políticos oportunistas e jornalistas incultos ou formatados não vai
mudar esta realidade."
Bernard Lugan
Adenda: O texto original pode ser encontrado aqui:bernardlugan.blogspot.com
Subscrever:
Mensagens (Atom)





