domingo, 9 de junho de 2013
Avenida Álvaro Cunhal
Agora vi de tudo. António Costa a inaugurar uma avenida com o nome de um dos maiores traidores deste pais.
Álvaro Cunhal, o homem que queria Portugal como um Estado fantoche dominado pela U.R.S.S., que fomentou o terrorismo nas províncias ultramarinas portuguesas, responsável em larga medida pela traição vil que nos conduziu a este estado de mendicidade atroz em que vivemos, que iniciou o processo de destruição da economia portuguesa com a implementação do famigerado PREC, tem desde ontem o seu nome numa avenida no Lumiar.
Agora vi de tudo...
terça-feira, 4 de junho de 2013
Touradas...
Para bom entendedor meia palavra basta e como uma imagem vale por mil palavras, deixo aqui a minha singela homenagem a todos aqueles que de alguma forma contribuem para este grandioso evento cultural lusitano designado por Corridas de Touros, vulgo Touradas.
Adenda: Estou curioso para ver a camaradagem dos elementos da ANIMAL quando estiverem na posição destes forcados.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
O Diabo e Outros Contos
Compilação de seis contos de um dos maiores escritores de todos os tempos.
Os dois primeiros abordam a fraqueza dos homens na pessoa da tentação carnal. Em O Diabo, um jovem herdeiro de uma vasta propriedade tenta em vão escapar de uma bela camponesa, que tem como principal pecado o simples facto de existir. No fim a possibilidade do leitor escolher um dos dois finais propostos pelo autor, qualquer um deles trágico, em homenagem ao espírito esquálido do ser humano.
O Padre Sérgui, por seu turno, aborda o mesmo tema mas de forma diferente. Um próspero e talentoso oficial do exercito de Nicolau I vê a o seu futuro comprometido, quando toma conhecimento que a sua noiva o desonrou com o próprio imperador. O abandono de todos os bens materiais em favorecimento da reclusão num convento não o salvará, restando-lhe a humilhação da mendicidade para expiar os seus pecados.
O arrependimento e a salvação da alma na hora do fim em O Patrão e o Moço de Estrebaria, revelam a ténue esperança deste enorme vulto da literatura na espécie humana, enquanto que em Três Mortes essa esperança se esvanece, na descrição do leito de morte de pessoas de diferentes estratos sociais.
Em todas as histórias sobressai o amor de Lev Tolstói pela terra, pelas pessoas humildes, pela natureza, por tudo o que a mão do homem ainda não corrompeu de forma irreversível.
Como já aqui escrevi um dia, a mais bela prosa que um ignorante pode tentar decifrar.
terça-feira, 28 de maio de 2013
28 Maio de 1926
Foi à oitenta e sete anos o golpe de estado de cariz nacionalista conhecido por Revolução Nacional. Liderada pelo general Gomes da Costa, este levantamento lançaria os alicerces para o Estado Novo depois de elaborada a Constituição de 1933.
Nesse contexto surgiu um grande homem, um dos maiores que esta Nação alguma vez gerou, de seu nome António Oliveira Salazar.
Nesse contexto surgiu um grande homem, um dos maiores que esta Nação alguma vez gerou, de seu nome António Oliveira Salazar.
Tendo em conta que o cenário actual é em vários aspectos semelhante ao do fim da 1ª Republica, lanço aqui a questão: Onde estão hoje os nossos tenentes?
200 000
Mais de 200 000 pessoas só em Paris, na manifestação contra a aprovação da lei que viabiliza o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Curiosamente tive de procurar pela noticia, uma vez que incompreensivelmente a comunicação social portuguesa não fez eco do acontecimento. Provavelmente ficaria mal mostrar ao mundo que ainda existem 200 000 intolerantes em França.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Moderação de comentários
Tendo em conta os mais recentes comentários publicados por anónimos nesta "casa" e, considerando a falta de paciência e essencialmente de tempo de quem aqui publica, fica aqui registado que de agora em diante a moderação de comentários foi activada. Peço desde já a vossa compreensão.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Dominique Venner (II)
Deixo aqui a tradução da carta de suicídio de Dominique Venner, pousada pela sua mão no altar da Catedral de Notre Dame, nos derradeiros momentos da sua vida.
«Encontro-me saudável de corpo e mente, e pleno de amor pela minha mulher e pelos meus filhos. Amo a vida e dela mais não espero que a perpetuação da minha raça e do minha meu espírito. Portanto, no crepúsculo desta vida, diante dos enormes perigos para a minha pátria francesa e europeia, sinto o dever de agir enquanto tenho força. Creio ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos assola. Ofereço o que resta da minha vida com a intenção de protesto e fundação. Escolhi um lugar altamente simbólico, a Catedral de Notre Dame de Paris, que eu respeito e admiro e que foi construída pelo génio dos meus antepassados sobre o local de cultos anteriores, relembrando as nossas origens imemoriais.
O discurso dominante não pode deixar suas ambiguidades tóxicas, cabendo aos Europeus retirar as consequências. À falta de possuirmos uma religião identitária na qual nos revessemos, partilhamos, desde Homero, uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundar o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, fonte prejudicial de todas as derivas modernas .
Peço perdão antecipadamente a todos quantos a minha morte fará sofrer, em primeiro lugar a minha mulher, aos meus filhos e netos, assim como os meus amigos e fiéis [ou camaradas]. Ma suma vez esbatido o choque e a dor, não tenho dúvida de que uns e outros compreenderão o significado do meu gesto e transcenderam a sua pena em orgulho. Desejo e espero que esses se juntem para durar. Vão encontrar nos meus escritos recentes o prenúncio e explicação do meu gesto.
* Para mais informações, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume Roux. Ele não foi informado da minha decisão, mas conhece-me de longa data. »
«Encontro-me saudável de corpo e mente, e pleno de amor pela minha mulher e pelos meus filhos. Amo a vida e dela mais não espero que a perpetuação da minha raça e do minha meu espírito. Portanto, no crepúsculo desta vida, diante dos enormes perigos para a minha pátria francesa e europeia, sinto o dever de agir enquanto tenho força. Creio ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos assola. Ofereço o que resta da minha vida com a intenção de protesto e fundação. Escolhi um lugar altamente simbólico, a Catedral de Notre Dame de Paris, que eu respeito e admiro e que foi construída pelo génio dos meus antepassados sobre o local de cultos anteriores, relembrando as nossas origens imemoriais.
Enquanto muitos homens se transformam em escravos das suas vidas, o meu gesto encarna uma ética da vontade. Dou-me à morte para despertar as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade. Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasivos que destroem as nossas ancoras identitárias e particularmente a família, base íntima da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos nos seus respectivos territórios, também me insurjo contra o crime que visa a substituição das nossas populações.
O discurso dominante não pode deixar suas ambiguidades tóxicas, cabendo aos Europeus retirar as consequências. À falta de possuirmos uma religião identitária na qual nos revessemos, partilhamos, desde Homero, uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundar o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, fonte prejudicial de todas as derivas modernas .
Peço perdão antecipadamente a todos quantos a minha morte fará sofrer, em primeiro lugar a minha mulher, aos meus filhos e netos, assim como os meus amigos e fiéis [ou camaradas]. Ma suma vez esbatido o choque e a dor, não tenho dúvida de que uns e outros compreenderão o significado do meu gesto e transcenderam a sua pena em orgulho. Desejo e espero que esses se juntem para durar. Vão encontrar nos meus escritos recentes o prenúncio e explicação do meu gesto.
* Para mais informações, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume Roux. Ele não foi informado da minha decisão, mas conhece-me de longa data. »
Adenda: Tradução retirada do blogue Reverentia Lusa, efectuada por Humberto Nuno Oliveira, ao qual desde já agradeço.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Dominique Venner
Dominique Venner faleceu hoje em plena catedral de Notre-dame. O Historiador e editor da revista La Nouvelle Revue d'Histoire , suicidou-se com um tiro pelas 16:00 horas locais.
Deixou-nos por sua opção, num acto de coragem que desafia o instinto de sobrevivência característico dos que `a sua imagem lutam na eternidade de uma vida. Paz `a sua alma.
Hoje, todos os que partilham os seus ideais perderam um camarada. Hoje e só hoje, num momento de fraqueza choramos os mortos, pois amanha serão recordados fortalecendo pelo exemplo o espírito dos que se recusam a depor as armas.
Dominique Venner, Presente!
sábado, 18 de maio de 2013
Melodias da juventude (III)
Um dos melhores temas de uma banda imortal. Aqui fica, a condizer com o actual estado de espirito deste vosso escriba.
Mais um passo...
... em direcção `a modernidade. Portugal a liderar o mundo e arredores nos direitos da paneleiragem.
Mais um ataque `a célula nuclear da sociedade, a Família. Em Deus já ninguém acredita, a Pátria `a muito que foi vendida e a família caminha a passos largos para o abismo.
Levai-me Senhor...
Mais um ataque `a célula nuclear da sociedade, a Família. Em Deus já ninguém acredita, a Pátria `a muito que foi vendida e a família caminha a passos largos para o abismo.
Levai-me Senhor...
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
World Press Photo 2013
A fotografia vencedora na principal categoria do World Press Photo 2013. Palestinianos a carregar filhos para o cemitério depois de um ataque israelita nos territórios ocupados.
Infelizmente é uma exposição cada vez mais politizada. O mundo árabe ocupa parte considerável das películas premiadas, assim como os direitos das mulheres ou dos homossexuais. Até a fotografia do português premiado foi tirada na Guiné-Bissau. É pena, apesar de poder servir para alertar o público em geral para situações ou causas, não deve ser esse o objectivo de um concurso de fotografia.
No Museu da Electricidade até ao próximo dia 26 do corrente mês. A entrada é grátis.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Lego Fan Event
Lego fan Event no Campo Pequeno, no passado dia 28 de Abril. Tirando as entradas que continuam exorbitantes, um evento que faz as delicias da pequenada (e não só).
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Morte em pleno Verão e Outros Contos.
Compilação de contos de Yukio Mishima, um dos grandes autores japoneses do século XX. Nomeado três vezes para o Nobel da literatura, este nunca lhe seria entregue, facto que não estará dissociado do seu compromisso com o nacionalismo e ligações à extrema-direita japonesa do pós-guerra.
Nas sete belas histórias que compõem este livro, Mishima aborda vários aspectos fulcrais da sua existência, nomeadamente o tema da morte, a alegada homossexualidade, os traumas de infância e as contradições de quem sofre em tormento com o facto de viver na modernidade regendo-se pelas tradições seculares.
De todos os contos, destaco Patriotismo. A narrativa retracta a morte do jovem tenente Shinji Takeya, que ao ser confrontado entre a lealdade aos camaradas amotinados e as obrigações perante o exército imperial, comete seppuku, a cerimónia suicida contemplada no Bushido, partindo desta forma com a sua honra de oficial intacta. Acompanha-o a sua esposa.
Juntos vivem intensamente as derradeiras horas que antecedem a tragédia. No fim, cabe-lhe a honra de testemunhar e assistir o esposo no ritual, antes de se juntar a este na viagem final.
Cada página deste conto é um exemplo da força esmagadora da escrita de um mestre. Os valores aqui invocados e demonstrados fazem parte de um código pelo qual o autor viveu, completamente estranho à grande maioria do comum dos mortais.
Yukio Mishima morreu em 25 de Novembro de 1970, depois de uma tentativa de golpe de estado fracassada. Cometeu ele próprio, à semelhança do jovem tenente Shinji Takeya, seppuku.
Por tudo isto, Morte em pleno Verão e outros Contos, é uma excelente introdução à vastíssima e valiosa obra que este grande autor nos legou.
sábado, 20 de abril de 2013
Inspector Max
Por acidente presenciei hoje parte de um episódio dessa série policial de referencia e indiscutível qualidade que dá pelo nome de Inspector Max.
Hoje as lutas de cães davam o mote para mais um fabuloso e espectacular capitulo. Lutas de cães que financiavam movimentos de extrema-direita, organizadas por um skinhead (cabeludo) com a graça de Adolfo Hilário. Adolfo Hilário, ah, ah, do melhor. Sai um TV 7 dias para esta gente por favor.
Hoje as lutas de cães davam o mote para mais um fabuloso e espectacular capitulo. Lutas de cães que financiavam movimentos de extrema-direita, organizadas por um skinhead (cabeludo) com a graça de Adolfo Hilário. Adolfo Hilário, ah, ah, do melhor. Sai um TV 7 dias para esta gente por favor.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
É impressionante...
... a fixação de parte considerável da nossa juventude e não só, pela cultura oriental.
Desde a alimentação, com a ida semanal ao chinês ou ao shusi, passando pela religião, com o budismo e o hinduísmo à cabeça, até à medicina alternativa onde se destaca a acupunctura. O ioga surge também em destaque, uma espécie de desporto, onde não existem adversários e se transpira pouco, com a meditação a atingir níveis em que o praticante levita, ou, a sua forma astral abandona a física. No reiki, existem os mais variados "cursos" para todos os gostos de forma a que os participantes descubram o caminho da luz nas trevas profundas onde habitam. Eu pessoalmente prefiro ter as contas em dia com a EDP.
Tudo em nome da liberdade de espírito para atingir a felicidade, ou, na pior das hipóteses, seguir as mais recentes "modinhas" e fazer tristes figuras. Que se compreenda, nada tenho contra os orientais ou com a sua cultura, o meu problema é mesmo com os de cá.
Tudo isto é perfeitamente compreensivel. Uma juventude vazia na busca incessante por algo que a preencha. Só fico com uma dúvida. No meio de tanta orientalidade porque é que se esqueceram do bushido?
Atentados em Boston
Ou foi algum redneck, hillbilly, apoiante do KKK ou foram os sírios. Vai uma aposta?
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Bons ventos...
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