
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Frase do dia

The Walking dead T2
Depois dos primeiros seis episódios, estreia no dia 18 de Outubro a segunda temporada de "The Walking Dead".
O elenco mantém-se, o que só por si já é um bom agouro, para aquela que é na minha opinião, uma das melhores séries de televisão da actualidade.
Dia 18 de Outubro, às 22:00 no FOX, a não perder.
domingo, 18 de setembro de 2011
Surpresa...
Adenda: Para se atestar a competência destes senhores, basta dizer que dominam totalmente o espaço aéreo (cortesia da NATO), equipamento e munições à discrição (amabilidade da NATO) e ao fim de sete meses ainda não controlam o país.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Para ver até ao fim...
Como podem ver eis a confissão de um culpado que nunca será presente a um juiz.
Já depois do Iraque, temos presentemente o caso da Líbia num plano intermédio, onde os "chacais" tiveram o apoio dos militares sem que fossem estes a ocupar as posições no terreno.
Adenda:Há pouco tempo, dizia-me um amigo que no Afeganistão não existiam recursos que justificassem a intervenção militar. Não é verdade, o Afeganistão possui as maiores reservas de lítio conhecidas.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
O Diabo...
domingo, 4 de setembro de 2011
Frase do dia
Isto é o que se chama memória curta, ou se preferirem falta de vergonha na cara.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Pergunta pertinente...
O artigo começa por enunciar os sucessivos cortes no orçamento das FA, dos ataques constantes de que tem sido vitima, perpetuados por alguns sectores da sociedade portuguesa e das dificuldades gerais que tem assolado esta instituição nacional. Tudo isto não é novo. São assuntos que este senhor, já abordou em artigos de opinião e cronicas anteriores.
O que é novo e igualmente de salutar, é o discurso que faltou e a insinuação final que este grande português nos deixa ao terminar o artigo.
Como não tenho talento nem dotes para jogos de palavras, coloco a questão pertinente de forma directa.
Perante a presente situação que vivemos, como explicar a passividade daqueles que juraram defender a Pátria, servir Portugal e as Forças Armadas "mesmo com o sacrifício da própria vida"?
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Sporting 2 Maritimo 3
sábado, 27 de agosto de 2011
Sporting 2 Nordjaelland 1
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Pregos de ouro

Beira-Mar 0 Sporting 0
terça-feira, 23 de agosto de 2011
A Ilha ds Trevas
Editado em 2002 pela editora Temas & Debates, em 2003 pelo Circulo de Leitores e finalmente em 2007 pela Gradiva, "A Ilha das Trevas" é o primeiro romance de José Rodrigues dos Santos.
Já li várias das suas obras e, mais do que a qualidade da ficção apresentada, é de salientar o trabalho de pesquisa elaborado pelo autor, que contribui de sobremaneira para o rigor da denominada "verdade histórica".
Por tudo isto, as obras de José Rodrigues dos Santos são uma mais valia para todos aqueles que de forma isenta, pretendem conhecer os factos, aumentando desta forma o seu conhecimento do assunto abordado.
A acção de "A Ilha das trevas" passa-se em Timor-Leste, desde o pré 25 de Abril, até a auto-determinação do território.
José Rodrigues dos Santos, é por tudo isto na minha opinião, um dos poucos jornalistas de investigação que honram a sua profissão.
Adenda: Ao ler este livro, lá se vai a ideia generalizada da "descolonização exemplar", apregoada até à bem pouco tempo por Mário Soares e Almeida Santos.
De buraco em buraco...
domingo, 21 de agosto de 2011
Vice-campeões mundiais
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Energia (I)
Sporting 0 Nordsjaellan 0
Alguns exemplos: Djaló anda nitidamente contrariado. A floribela leonina, pródiga em novos visuais, é um exemplo de que o talento não chega, é necessário esforço e dedicação para se singrar no mundo do futebol. Rua já ! Polga é outro mau exemplo. Já está em Alvalade à demasiado tempo. Rua! Evaldo é o mais curioso. Ou se mantém no clube devido a cunhas, ou então ninguém em Alvalade percebe de futebol. Ontem até lançamentos mal executados fez... centros não sabe fazer, a defender é uma comédia e na precisão dos passes... para trás tem uma eficácia de 50%, para a frente... Rua, ontem era tarde!!!
Shaars e André Santos ocupam a mesma posição. Ou joga um ou outro. Do primeiro ainda não vi nada que justifica-se a titularidade, nomeadamente na marcação de livres deixa muito a desejar. O segundo é um médio defensivo, não é criativo, ou joga a trinco ou banco.
A Postiga dou-lhe o ónus da duvida. As bolas não chegam lá à frente em condições, embora já fosse tempo de marcar uns golitos.
Resumindo, Patrício é um senhor, Rodriguez o melhor central em Alvalade e arredores, João Pereira um guerreiro, Rinaudo um Tiger, Jeffren, Carrilo, Capel promessas que muitas alegrias darão ao Sporting e estou certo que muitos outros estão de corpo e alma no covil do leão. No entanto, é urgente quebrar a esfera de influência que alguns jogadores exercem em Alvalade, sob pena de se perder a esperança que surgiu esta época no coração de todos os sportinguistas.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
M.O.N. em Aljubarrota
"No próximo 14 de Agosto, Domingo, organizamos uma jornada de grande sentido político, de camaradagem nacionalista e patriótica.
Vai ser uma uma reunião com todos os que quiserem vir connosco assumir o seu compromisso de luta pela Vitória das forças Nacionais e discutir as grandes linhas do Combate político
Inclui transporte em pullman a partir de Lisboa, um almoço próximo da Batalha,a assistência à sessão histórica multi-media no Centro de Reconstituição da Batalha, em S. Jorge, e uma cerimónia sóbria, seguida de regresso à Batalha, com visita ao Mosteiro".
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Sporting 1 - Olhanense 1
Um bom ambiente, com uma assistência a ultrapassar as 33000 pessoas. Comparado com o ano anterior, uma verdadeira enchente.
O Sporting apresentou-se com 4 novos reforços e com 6 Portugueses no onze titular. Qualquer semelhança com outro clube da I liga é pura coincidência.
Assim como qualquer semelhança com o Sporting da época passada. Uma equipa nova, "fresca", incisiva no ataque e bastante segura na defesa, foi o que esteve à vista de quem assistiu à partida.
Notas bastante positivas para Rinaudo, Jeffren, João Pereira e Capel. Menos bem Yannic e menos bem ainda Evaldo, uma autentica nulidade. Uma menção ainda para os livres apontados por Shaars, ineficazes ( a equipa adversária possuía uma altura média muito superior à do Sporting) e muitas vezes mal executados.
Resumindo, tudo se compunha para uma grande noite de futebol se dependesse apenas das duas equipas de onze elementos. Como existe uma terceira equipa em campo...
Antes de me alongar gostava de deixar bem claro que apesar de sócio do Sporting não sou fanático vulgo "doente". Gosto de desporto no geral e de futebol em particular. Sou o primeiro a admitir a superioridade do F.C.P. nos últimos anos no futebol português, ou de admitir que o S.L.B. tem uma massa associativa sem igual em Portugal.
Independentemente de tudo isto, o que é um facto, é que o S.C.P. foi propositadamente e de forma grotesca prejudicado durante a partida. Estes senhores que usam o apito não podem pôr em risco o investimento e preparação de uma ou mais equipas, pelo simples facto de terem esse poder nas mãos.
E depois admiram-se de haver pouca gente nos estádios ou de existir um sentimento negativo perante a verdade desportiva. O amigo Xistra devia servir de exemplo e ser imediatamente encaminhado para a distrital. Só desta forma o futebol português afastará a nebulosidade que o envolve à vários anos.
É que feitas bem as contas, com arbitragens decentes,os leões estariam 3 pontos à frente do Benfica e dois do Porto...
Achado...
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Nada de novo...
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Pela segunda vez...
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Londres
Esta é a face da globalização a que ninguém escapa, do intocável multiculturalismo e do decadente capitalismo.
sábado, 6 de agosto de 2011
Garcia de Orta

Este caso é um daqueles casos onde não vou citar nomes de forma a proteger a privacidade das pessoas envolvidas.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Intrigas
Grandes negócios...
sábado, 30 de julho de 2011
Atentados na Noruega

terça-feira, 26 de julho de 2011
Taça da Europa de judo
Ouro na matemática

Miguel Martins dos Santos foi o primeiro estudante português a conseguir a medalha de ouro nas Olimpíadas Internacionais de Matemática que se realizaram na Holanda.
João Magalhães dos Santos e Raul Penaguião, os outros dois vencedores, conseguiram o bronze naquela que foi a melhor participação nacional de sempre.
Na imagem o vencedor à chegada, na companhia de Nuno Crato, o actual Ministro da Educação.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Nova temporada

quinta-feira, 21 de julho de 2011
MON versus PNR
Acusações, processos, queixas, ilegalidades, enfim, todo um rol de acontecimentos que me confunde e ultrapassa.
Não é uma critica, não tenho moral para o fazer, mas no meio de tudo isto apenas se esclarece na minha mente o porquê de ao contrário do que se passa no resto da Europa, em Portugal não existir uma alternativa nacionalista credível para o eleitorado.
Rudolf Hess
Aos catorze anos regressou à Alemanha e, aos 20 ofereceu-se como voluntário para combater pelo seu país na 1ª Grande Guerra.
Durante o conflito foi ferido por duas vezes e distinguido com a cruz de cavaleiro de 2ª classe.
Com o fim do conflito Hess junta-se ao Freikorps, uma organização paramilitar que combatia o comunismo.
Em 1920 junta-se ao Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães.
Preso em 1923, partilha o cárcere com Adolf Hitler, na altura que este escreve o livro Mein Kampf.
Com a ascenção de Hitler, Hess acompanha-o, tornando-se na 3ª figura na hierarquia do Reich.
Em 1941, em plena II Guerra Mundial, Rudolf Hess voa sozinho para Inglaterra para propor aos ingleses um acordo de paz que poria o fim ao conflito entre Alemanha e Inglaterra.
Churchill recusa a proposta e prende o oficial alemão.
No fim da II Guerra Mundial Rudolf Hess é julgado e condenado em Nuremberg a prisão perpétua. Curioso será dizer que tão pesada sentença não é compreensivel, uma vez que os planos para a alegada solução final só foram postos em marcha em 1942, já Hess era cativo dos aliados há um ano... que alegados crimes de guerra terá praticado enquanto esteve encarcerado?
Cumpriu a sua pena durante 46 (quarenta e seis) anos na prisão fortaleza de Spandau, onde durante os últimos vinte foi o único recluso.
As condições a que esteve sujeito durante todo este tempo arrepiariam qualquer elemento da Amnistia Internacional... se esta se desse ao trabalho de por lá ter passado.
Por fim, aos 93 (noventa e três) anos rudolf Hess foi encontrado morto na sua cela.
Faleceu no dia 17 de Agosto sob condições no mínimo suspeitas. Suicídio dizem aqueles que o guardavam, homicídio acusam os familiares.
O seu corpo foi enterrado no cemitério da cidade de Wunsiedel e por lá permaneceu até ao dia 17 de Julho de 2011.
Nesse dia, passados mais de 117 (cento e dezassete) anos após o seu nascimento, a sua campa foi levantada, os seus restos mortais cremados e as suas cinzas deitadas ao mar, numa tentativa de eliminar a sua memoria de forma definitiva.
Querem melhor exemplo do que é ser um mártir?
sábado, 16 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
O senhor(a) que se segue
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Um brinde
Ciclo vicioso
1-As agências baixam o ranking de Portugal (com ou sem razão plausível).
2-Os mercados penalizam Portugal (aumento de juros, baixa oferta na aquisição de empresas publicas, etc).
3-Portugal em dificuldades financeiras lança novas medidas de austeridade.
4-Aumenta o risco de incumprimento dos compromissos assumidos.
5-Voltar ao ponto 1 se faz favor e repetir a leitura até que a inviabilidade económica do país e consequente submissão seja uma realidade inevitável.
Frase do dia
«Trocam a soberania por um prato de lentilhas, preferem viver de um subsídio de 500€ a trabalhar por 800€»«Perdemos a independência porque não temos dinheiro. É como lá em casa: quando o filho vive da mesada, quem manda é a velha»
«O concerto dos Coldplay esgotou. Já viu? E o que se pode fazer? Não posso ir para Algés gritar que estão todos loucos!»
Em vez de uma frase do dia temos três, ditas por uma das vozes que fala sem receio.
Roswell
sábado, 2 de julho de 2011
Guerreiro de Roma

terça-feira, 28 de junho de 2011
O Diabo
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Temos pena... (II)
Temos pena... (I)
sábado, 25 de junho de 2011
Farwest no colombo
terça-feira, 21 de junho de 2011
Novo executivo
Bronze a dobrar

Movimento de Oposição Nacional
Realizou-se no passado Domingo pelas 16:00 horas num hotel da grande Lisboa, a apresentação oficial do Movimento de Oposição Nacional.A abertura do evento esteve a cargo do Professor António Marques Bessa, que de uma forma cativante expôs alguns dos desafios que Portugal enfrenta e enfrentará no futuro.
De seguida, um elemento da direcção divulgou de forma detalhada, quais os objectivos primordiais desta Associação politico cultural. Tempo houve para uma sessão de perguntas colocadas à mesa.
O acontecimento terminou, já na minha ausência, com uma actuação de José Campos e Sousa.
Dia do jubas

domingo, 19 de junho de 2011
Bi-campeões de futsal
terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
10 Junho
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Longe, longe...
Ou nem por isso, ;-)
sábado, 4 de junho de 2011
Reflexão e ... acção
terça-feira, 31 de maio de 2011
Ratko Mladic
Herói nacional sérvio, Ratko Mladic foi capturado e entregue ao Tribunal Penal Internacional. O mesmo tribunal que condenou à morte na sua própria cela Slavodan Milosevic e que desde 2008 julga Radovan Karadzic.Aqui fica uma homenagem a um homem que teve a ousadia de defender o seu povo sem se importar com o preço a pagar por essa mesma atitude.
sábado, 28 de maio de 2011
Ainda o 28 de Maio
Discurso de António Oliveira Salazar nas comemorações dos dez anos sobre o 28 de Maio de 1926.
Artigo de opinião
acreditam que precisamos de mais submarinos? Já vão acreditar.
Em 1926 a situação económica e financeira de Portugal era bastante melhor do que a actual mas, em termos políticos e sociais, estávamos muito pior. De facto os indicadores pelos quais se aferem os dois primeiros âmbitos assim o provam. Aquando do 28 de Maio, a dívida pública era cerca de 63% do PIB; de 1910 a 28 houve um deficit acumulado de 2.684.724 contos (78.900.000 libras); em 1920 os salários referidos aos preços já valiam apenas um terço do que em 1910, e tudo isto apesar de a seguir à IGG se viver sem contas e sem orçamento, já que a classe política da altura não se entendeu sobre como pôr um de pé…
Presentemente a divida pública é já de cerca de 100% do PIB (e não está lá tudo!) – em 1974 era de 15%, e segundo o conceituado docente Santos Pereira, Portugal está na lista dos 10 países mais endividados do mundo. Nem vale a pena falar nos restantes indicadores macro económicos, um verdadeiro filme de terror que a pouco e pouco se vem tornando público.
A I República quis implantar uma espécie de “democracia directa”misturada com ditadura jacobina que lembrava Danton e Robespierre. O resultado foi o período mais infame que em Portugal já houve. Lembra-se resumidamente: oito PRs (um cada dois anos), dos quais um foi assassinado (idem para um chefe de governo), dois foram exilados, um resignou, dois renunciaram e outro foi destituído; 45 governos (média de três governos/ano); oito parlamentos, dos quais cinco foram dissolvidos, e 11 ditaduras, ou seja restaram apenas cinco anos cumpridos dentro da legalidade constitucional.
A ditadura militar instaurada em 1926, pôs ordem nas ruas, mas não soube resolver o problema financeiro. Os generais Sinel de Cordes e Ivens Ferraz negociaram um empréstimo (parece que só se sabe fazer isto…), de 12 milhões de libras, na Sociedade das Nações, mas as condições leoninas que nos impuseram levaram o governo a rejeitar o empréstimo. Só então se concordou com as condições de um certo professor de Coimbra, que foram buscar para ministro das finanças. O resto da história é conhecida, embora muito mal contada e convenientemente esquecida.
O actual empréstimo, negociado com a “Troika”devia ter levado o caminho daquele, por variadíssimas razões, a saber:
Enquanto nos continuarem a emprestar dinheiro, o problema político – de onde derivam todos os outros – não será resolvido em Portugal;
O empréstimo (e os que se seguirão), não são passíveis de serem pagos, nem daqui a 200 anos, a não ser que se descubra petróleo no Beato ou ouro em Foz Côa;
O empréstimo é feito a uma taxa de usurário e, por isso, inadmissível;
O dinheiro só vai servir para pagar juros, dívidas externas e internas, afim de não deixar colapsar o Estado. Não vai ser investido na economia nem em actividades reprodutivas, logo não tem mais-valia futura. É apenas mais um ónus. Até um simples aviador como eu, percebe isto;
O empréstimo, que não tem nada de filantropia destina-se, outrossim, a financiar os grandes bancos europeus, nomeadamente, franceses e alemães, em particular, e a alta finança ligada à Wall Street, em geral – nisto é mister dar razão a Jerónimo e a Louçã;
Tudo isto representa uma canga insuportável, que nos leva a soberania que nos resta. Depois não vai haver revolta que nos salve. Nem o Conde Duque Olivares se atreveu a tanto;
Para garantirmos estes empréstimos e os próximos – por esta lógica isto não vai parar nunca – vamos ter de abrir mão de tudo, privatizar tudo (a TAP, por ex., vai já à vida e por tuta e meia, por causa do enorme passivo que tem…), vender tudo. Quando não restar nada pagamos com sangue.
Finalmente, não deveríamos ter feito este acto suicidário, pela simples razão de que os partidos e todo o sistema político existente, não vão conseguir honrá-lo. Irão desentender-se todos e não haverá autoridade para nada. Também não acreditam? Leiam Fernando Pessoa (“O Interregno. Defesa e justificação da Ditadura Militar em Portugal”, 1928):
“Os partidos, (…) como têm um ideal político distinto do ideal nacional (sem o que não seriam partidos), ora sobrepõem aquele a este ora o infiltram neste, assim o pervertendo. Os partidos, ainda, como têm que ter a aparência de se apoiar na opinião pública, buscam “orientá-la”no sentido que desejam, e assim a pervertem; e, para sua própria segurança, buscam servir-se dela, em vez de a servir a ela, e assim a sofismam.”
Ora, lamentavelmente, os partidos actuais não são muito diferentes dos contemporâneos do grande poeta, enfim, aqueles seriam até mais patriotas…
Em súmula, chegando-se à conclusão que o empréstimo nada vai resolver, ao passo que tudo se irá agravar, então mandaria a lógica que interrompêssemos o caminho para o abismo quanto antes.
Mas as coisas não se irão passar assim, pela questão pueril de que não há coesão política e social e pela especificidade da natureza humana: ninguém quer fazer sacrifícios se lhes puder furtar, nem alguém no seu juízo perfeito – muito menos um politico - gosta de ser portador de más notícias. Ou seja, temo bastante que só quando houver fome, greves selvagens e “bombas”se irá atacar os problemas de frente. A alternativa (rara), só existiria com o aparecimento de uma verdadeira elite política. E todos sabemos que tal, de momento, não existe. Aliás, nos últimos 30 anos em vez de as tentarmos formar, fez-se tudo para as eliminar.
O que se deveria então fazer? A lista é longa e dura e teria que ser harmonizada numa política medularmente portuguesa, servida por uma grande estratégia. E quem a delinearia e poria em prática? Voltamos ao mesmo, não pode ser com a actual classe política – que foi quem nos trouxe ao inenarrável cenário contemporâneo - e que o dia seguinte às próximas eleições legislativas irá provar, mais uma vez, à saciedade.
Um conjunto de medidas – quando for possível implementá-las – passará pela eventual saída do euro, da UE, sair da zona de influência das agências de rating, regular fronteiras e trabalhar com os meios que tivermos. Concertar acções com outros devedores; renegociar a divida e embargar o seu pagamento, quando isso nos interessar. Voltarmo-nos para o mar e pôr a CPLP a funcionar. Tornar-nos neutros nas contendas europeias e afastar do poder todos os cidadãos que prefiram obediências estranhas à sua matriz nacional.
Ao contrário do que a maioria dos receosos pensam, só teremos dois problemas sérios pela frente: alimentar a população (água ainda temos alguma e vinho não falta!) e ter um mínimo de energia para nos sustentarmos – não produzimos e não temos como ir buscá-los pois, entretanto, estes adiantados mentais reduziram a marinha à exiguidade!
Finalmente, hélas, precisamos dos submarinos para tirar veleidades a uns quantos membros da”comunidade internacional”, para não nos bombardearem como estão a fazer à Líbia ou para, no mínimo, não pensarem que entram aqui a passear.
Campanha eleitoral
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Fartura...
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Lars Von Trier
Digo quase tudo, porque quando toca ao nacional-socialismo a coisa pia mais fininho. Que o diga o realizador Lars Von Trier, que no festival de cinema em Cannes, teve a audácia de se assumir como nazi, elogiando Albert Speer. Afirmou também que nada tinha contra os judeus, embora compreendesse Adolf Hitler...
As reacções não se fizeram esperar e, este conceituado realizador, foi expulso do dito festival com a nota de que se o seu filme ganha-se algum prémio, era favor de não aparecer para receber o mesmo. Escusado será dizer que não ganhou e não ganhará nada nos próximos tempos.
terça-feira, 24 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
Até que enfim...
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Serviço público
Sem sono e com pouca vontade de empreender esforços nas muitas empresas que tenho a cargo, tenho desperdiçado o tempo destinado ao descanso, em frente à suposta "caixa mágica".
Na RTP estreou uma sátira ao reality Show Big Brother. Alegadamente humorístico, com um elenco de famosos, vale tudo, desde o total desrespeito pelas crenças religiosas alheias, até à masturbação masculina, recorrendo a um instrumento de ordenha destinado a mamiferos de duas pernas.Na SIC surge um concurso onde concorrentes de peso, com pouca ou nenhuma auto-estima, se prestam à humilhação na vã tentativa de parecerem normais. Já a TVI, teve a ideia original de levar o nosso (vosso, definitivamente vosso) jet 7 para a companhia de tribos com um modo de vida ancestral. Não se perde tudo, no meio das aberrações destaca-se o unânime desespero dos chefes tribais, verdadeiramente impressionados com os estranhos seres que se auto-intitulam civilizados.
Resumindo, com o fim da época futobulistica o circus não dá descanso. Dia 5 de Junho o povinho vai ás urnas, convém que vá o mais alienado possível. Circo temos, já pão... a ver vamos.




























