quinta-feira, 7 de julho de 2011

Um brinde



Um brinde à Dinamarca que hoje recuperou parte da soberania cedida a Bruxelas ao repor o controle das suas fronteiras.

Os novos "controles aduaneiros" tem como função impedir a entrada de imigrantes ilegais.


Um exemplo a seguir!!!

Ciclo vicioso

Explicação simples para algo que um monte de comentadores televisivos passam horas a explicar:

1-As agências baixam o ranking de Portugal (com ou sem razão plausível).
2-Os mercados penalizam Portugal (aumento de juros, baixa oferta na aquisição de empresas publicas, etc).
3-Portugal em dificuldades financeiras lança novas medidas de austeridade.
4-Aumenta o risco de incumprimento dos compromissos assumidos.
5-Voltar ao ponto 1 se faz favor e repetir a leitura até que a inviabilidade económica do país e consequente submissão seja uma realidade inevitável.

Frase do dia

«Trocam a soberania por um prato de lentilhas, preferem viver de um subsídio de 500€ a trabalhar por 800€»

«Perdemos a independência porque não temos dinheiro. É como lá em casa: quando o filho vive da mesada, quem manda é a velha»

«O concerto dos Coldplay esgotou. Já viu? E o que se pode fazer? Não posso ir para Algés gritar que estão todos loucos!»


Em vez de uma frase do dia temos três, ditas por uma das vozes que fala sem receio.

Roswell



Foi há 64 anos que começou um dos maiores mistérios envolvendo objectos voadores não identificados... curiosamente nunca aqui abordei este assunto.

O Diabo



sábado, 2 de julho de 2011

Guerreiro de Roma




Já nas livrarias o terceiro e último (pensava eu), livro da saga "Guerreiro de Roma" de Harry Sidebottom.

Com uma narrativa empolgante, o autor "arrasta-nos" na agulheta do tempo, transportando-nos para o ano de 260 D.C. onde o Império Romano enfrenta um dos períodos mais conturbados da sua existência.

Embora sem o fulgor do primeiro volume desta colecção, recomendo-o a todos aqueles que apreciam este género literário.

terça-feira, 28 de junho de 2011

O Diabo


A propósito de agricultura; Portugal é cada vez mais um país de agricultores. Uns já cavaram, outros estão para cavar e no fim só por cá ficam as couves e os nabos.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Temos pena... (II)

Aqui à uns dias, houve uns senhores que ocupam um daqueles lugares da chamada "confiança política" que colocaram o seu lugar à disposição, antecipando um destino que teriam como certo, uma vez que o resultado das passadas eleições não foi favorável ao partido que os havia nomeado.

Hoje foram oficialmente exonerados.


Adenda: Não votei em Passos Coelho mas até ver...

Temos pena... (I)

Uma breve nota sobre o senhor com nome de salsichas em lata que arrogantemente se propunha ocupar o segundo lugar na hierarquia da Republica Portuguesa. Pensaria porventura que o parlamento se assemelharia à sociedade feudal da AMI.

Na hora da votação secreta, este senhor nem com os votos dos trolhas (não confundir comigo) de avental rosa, conseguiu a tão almejada colocação.

Temos pena...mas é pouca!

sábado, 25 de junho de 2011

Farwest no colombo

É sabido e comummente aceite, que alguns povos têm caracteristicas próprias que os identificam culturalmente perante o mundo. A famosa pontualidade britânica ou a pouco simpática usura dos judeus, são apenas dois exemplos que ajudam a perceber o que atrás referi .

Independentemente da cordialidade destas caracteristas, o importante, apesar deste multiculturalismo que nos sufoca, é que felizmente cada povo ainda tem a sua identidade cultural, fazendo-a valer perante esta galopante globalização.

Tudo isto porque recentemente uns indivíduos de etnia cigana, decidiram uma vez mais expor culturalmente a sua génese, desta feita num recinto publico que não estava preparado para o evento. O resultado de tão inopinada actuação saldou-se em quatro feridos ligeiros. Coisa pouca se tivermos em conta que este centro comercial recebe anualmente a visita de 25 milhões de pessoas.

Sugiro que numa próxima oportunidade se encontre um local adequado para tais demonstrações e que sejam as forças armadas a proporcionar os adereços, não vá o parco numero de baixas descaracterizar este afável povo.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Novo executivo

Tomou hoje pose o novo executivo que supostamente nos governará durante os próximos quatro anos.


Começando pelo Primeiro, nada tenho a acrescentar ao que todos nós já sabemos. Oriundo das jotas, representa o que de pior existe neste sistema multi partidário.

Posto isto podemos juntar ao supra sumo do liberalismo os titulares da Defesa, Solidariedade e segurança Social, Assuntos Parlamentares, Negócios estrangeiros, Justiça, Administração Interna e Agricultura, mares e Ordenamento do Território.


Falta falar dos independentes. Paulo Macedo vai cortar a direito na Saúde, provocando uma onda de protestos no sector nunca antes vista em Portugal.

Vítor Gaspar é o representante oficial do BCE em Portugal, uma mais valia para as troikas que efectivamente nos governam.

Santos Pereira é um independente a sério, resta saber quantos meses aguentará as pressões astronómicas a que estará sujeito.

Por fim aquele que será a meu entender o melhor Ministro do XIX Governo Constitucional, Nuno Crato. Se mantiver uma linha de acção coerente com o discurso que tem tido ao longo destes anos, estou em crer que ao menos na Educação Portugal estará na linha da frente.


Uma nota final, como se não bastasse a grave situação que estes homens enfrentarão, há que contar com a denominada esquerda, que antecipadamente já prepara a contestação social na forma de greves e manifestações.

Bronze a dobrar



Os portugueses uno Mendes e Pedro Fraga conquistaram no passado dia 19 a primeira medalha em remo para Portugal, ao conseguirem o terceiro na categoria LMX2.



A prova, a decorrer na Nova Zelândia, contou ainda com mais uma medalha para um atleta luso, neste caso a paraolímpica Filomena Franco, a arrecadar o bronze na categoria Skiff (AS).

Parabéns a todos.

Movimento de Oposição Nacional

Realizou-se no passado Domingo pelas 16:00 horas num hotel da grande Lisboa, a apresentação oficial do Movimento de Oposição Nacional.

A abertura do evento esteve a cargo do Professor António Marques Bessa, que de uma forma cativante expôs alguns dos desafios que Portugal enfrenta e enfrentará no futuro.

De seguida, um elemento da direcção divulgou de forma detalhada, quais os objectivos primordiais desta Associação politico cultural. Tempo houve para uma sessão de perguntas colocadas à mesa.

O acontecimento terminou, já na minha ausência, com uma actuação de José Campos e Sousa.

O Diabo



Dia do jubas



Foi este Domingo no estádio de Alvalade, o primeiro aniversário do Jubas, a mascote oficial do Sporting Clube de Portugal.

Encontrei um ambiente saudável, vocacionado para os mais pequenos, que se deliciaram com as várias actividades no recinto da festa.

Uma boa iniciativa, que no meu entender deve ser mantida e melhorada, nomeadamente no que diz respeito ao espaço onde se realizou o evento, pequeno para as cinco mil pessoas que aí se deslocaram.



domingo, 19 de junho de 2011

Bi-campeões de futsal




Este fim-de-semana o meu clube sagrou-se bi-campeão nacional de futsal. Já com duas vitórias no play-off final frente ao Benfica, o Sporting a perder por 3-0 conseguiu dar a volta ao resultado, acabando este terceiro jogo com uma vitória por 5-4.



Este titulo vem assim juntar-se à vitória na taça, na supertaça e ao titulo de Vice-campeão europeu. Uma época em grande para o clube de Alvalade nesta modalidade.

terça-feira, 14 de junho de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Fernando Pessoa


"A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo."

sexta-feira, 10 de junho de 2011

10 Junho




Desejo a todos os leitores um feliz dia de Portugal, de Camões e da Raça.



Aproveito para escrever que foi há um ano que iniciei esta aventura. A todos que por aqui passaram o meu obrigado.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Longe, longe...

Longe, longe... cada vez mais longe destes alegados jovens que populam as grandes urbes, apodera-se de mim um sentimento que esbate o espírito inconformista que sempre me foi caracteritico...



Ou nem por isso, ;-)

Para amanhã



O Diabo



sábado, 4 de junho de 2011

Reflexão e ... acção

A menos de vinte e quatro horas de se conhecerem os resultados das eleições Legislativas 2011, deixo-vos aqui a analise de um trolha, que cada vez menos compreende esta grande Nação Lusitana.

Começando pela campanha, penso que se pode salientar a total ocultação das medidas que serão tomadas pelo futuro governo. PS, PSD e CDS, durante toda a campanha deixaram para depois das eleições as medidas de austeridade pouco populares que obrigatoriamente terão de ser tomadas... um cheque em branco, será o que os eleitores destes três partidos assinarão este Domingo. Bloco e PCP falaram, falaram... mas não disseram nada de novo, pediram uma maioria de esquerda para depois com toda a legitimidade democrática, imporem um novo PREC, ou uma nova ditadura do proletariado.


Previsões, previsões... vitória com pouca margem para PS ou PSD. Governo rosa com Portas ou laranja com Portas, tendo as malas feitas o líder partidário derrotado. O CDS fará sempre parte do próximo executivo. Já Lousã e Jerónimo passarão a próxima legislatura no lugar em que se sentem mais à vontade, na oposição.


Independentemente de quem ganhe, Portugal tem já o destino traçado. Entregues a este regime pseudo-democrático multi-partidário, a bancarrota adiada graças à troika, chegará daqui a dois ou três anos, tornando-se este belo país economicamente inviável.


Depois acontecerá o mesmo que está a acontecer na Grécia. As troikas deste mundo tomarão de assalto o que restar da nossa soberania e património.

Resta-me a esperança que entretanto surjam no raiar da alvorada novos tenentes de Maio, para enterrar de forma conclusiva os capitães de Abril e seus seguidores.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Ratko Mladic

Herói nacional sérvio, Ratko Mladic foi capturado e entregue ao Tribunal Penal Internacional. O mesmo tribunal que condenou à morte na sua própria cela Slavodan Milosevic e que desde 2008 julga Radovan Karadzic.

Aqui fica uma homenagem a um homem que teve a ousadia de defender o seu povo sem se importar com o preço a pagar por essa mesma atitude.

Terça-feira

Mais uma investigação que comprovará a inépcia da justiça portuguesa...

sábado, 28 de maio de 2011

Ainda o 28 de Maio




Discurso de António Oliveira Salazar nas comemorações dos dez anos sobre o 28 de Maio de 1926.

Artigo de opinião




acreditam que precisamos de mais submarinos? Já vão acreditar.


Em 1926 a situação económica e financeira de Portugal era bastante melhor do que a actual mas, em termos políticos e sociais, estávamos muito pior. De facto os indicadores pelos quais se aferem os dois primeiros âmbitos assim o provam. Aquando do 28 de Maio, a dívida pública era cerca de 63% do PIB; de 1910 a 28 houve um deficit acumulado de 2.684.724 contos (78.900.000 libras); em 1920 os salários referidos aos preços já valiam apenas um terço do que em 1910, e tudo isto apesar de a seguir à IGG se viver sem contas e sem orçamento, já que a classe política da altura não se entendeu sobre como pôr um de pé…


Presentemente a divida pública é já de cerca de 100% do PIB (e não está lá tudo!) – em 1974 era de 15%, e segundo o conceituado docente Santos Pereira, Portugal está na lista dos 10 países mais endividados do mundo. Nem vale a pena falar nos restantes indicadores macro económicos, um verdadeiro filme de terror que a pouco e pouco se vem tornando público.


A I República quis implantar uma espécie de “democracia directa”misturada com ditadura jacobina que lembrava Danton e Robespierre. O resultado foi o período mais infame que em Portugal já houve. Lembra-se resumidamente: oito PRs (um cada dois anos), dos quais um foi assassinado (idem para um chefe de governo), dois foram exilados, um resignou, dois renunciaram e outro foi destituído; 45 governos (média de três governos/ano); oito parlamentos, dos quais cinco foram dissolvidos, e 11 ditaduras, ou seja restaram apenas cinco anos cumpridos dentro da legalidade constitucional.


A ditadura militar instaurada em 1926, pôs ordem nas ruas, mas não soube resolver o problema financeiro. Os generais Sinel de Cordes e Ivens Ferraz negociaram um empréstimo (parece que só se sabe fazer isto…), de 12 milhões de libras, na Sociedade das Nações, mas as condições leoninas que nos impuseram levaram o governo a rejeitar o empréstimo. Só então se concordou com as condições de um certo professor de Coimbra, que foram buscar para ministro das finanças. O resto da história é conhecida, embora muito mal contada e convenientemente esquecida.


O actual empréstimo, negociado com a “Troika”devia ter levado o caminho daquele, por variadíssimas razões, a saber:


Enquanto nos continuarem a emprestar dinheiro, o problema político – de onde derivam todos os outros – não será resolvido em Portugal;


O empréstimo (e os que se seguirão), não são passíveis de serem pagos, nem daqui a 200 anos, a não ser que se descubra petróleo no Beato ou ouro em Foz Côa;


O empréstimo é feito a uma taxa de usurário e, por isso, inadmissível;


O dinheiro só vai servir para pagar juros, dívidas externas e internas, afim de não deixar colapsar o Estado. Não vai ser investido na economia nem em actividades reprodutivas, logo não tem mais-valia futura. É apenas mais um ónus. Até um simples aviador como eu, percebe isto;


O empréstimo, que não tem nada de filantropia destina-se, outrossim, a financiar os grandes bancos europeus, nomeadamente, franceses e alemães, em particular, e a alta finança ligada à Wall Street, em geral – nisto é mister dar razão a Jerónimo e a Louçã;


Tudo isto representa uma canga insuportável, que nos leva a soberania que nos resta. Depois não vai haver revolta que nos salve. Nem o Conde Duque Olivares se atreveu a tanto;


Para garantirmos estes empréstimos e os próximos – por esta lógica isto não vai parar nunca – vamos ter de abrir mão de tudo, privatizar tudo (a TAP, por ex., vai já à vida e por tuta e meia, por causa do enorme passivo que tem…), vender tudo. Quando não restar nada pagamos com sangue.


Finalmente, não deveríamos ter feito este acto suicidário, pela simples razão de que os partidos e todo o sistema político existente, não vão conseguir honrá-lo. Irão desentender-se todos e não haverá autoridade para nada. Também não acreditam? Leiam Fernando Pessoa (“O Interregno. Defesa e justificação da Ditadura Militar em Portugal”, 1928):


“Os partidos, (…) como têm um ideal político distinto do ideal nacional (sem o que não seriam partidos), ora sobrepõem aquele a este ora o infiltram neste, assim o pervertendo. Os partidos, ainda, como têm que ter a aparência de se apoiar na opinião pública, buscam “orientá-la”no sentido que desejam, e assim a pervertem; e, para sua própria segurança, buscam servir-se dela, em vez de a servir a ela, e assim a sofismam.”


Ora, lamentavelmente, os partidos actuais não são muito diferentes dos contemporâneos do grande poeta, enfim, aqueles seriam até mais patriotas…


Em súmula, chegando-se à conclusão que o empréstimo nada vai resolver, ao passo que tudo se irá agravar, então mandaria a lógica que interrompêssemos o caminho para o abismo quanto antes.


Mas as coisas não se irão passar assim, pela questão pueril de que não há coesão política e social e pela especificidade da natureza humana: ninguém quer fazer sacrifícios se lhes puder furtar, nem alguém no seu juízo perfeito – muito menos um politico - gosta de ser portador de más notícias. Ou seja, temo bastante que só quando houver fome, greves selvagens e “bombas”se irá atacar os problemas de frente. A alternativa (rara), só existiria com o aparecimento de uma verdadeira elite política. E todos sabemos que tal, de momento, não existe. Aliás, nos últimos 30 anos em vez de as tentarmos formar, fez-se tudo para as eliminar.
O que se deveria então fazer? A lista é longa e dura e teria que ser harmonizada numa política medularmente portuguesa, servida por uma grande estratégia. E quem a delinearia e poria em prática? Voltamos ao mesmo, não pode ser com a actual classe política – que foi quem nos trouxe ao inenarrável cenário contemporâneo - e que o dia seguinte às próximas eleições legislativas irá provar, mais uma vez, à saciedade.


Um conjunto de medidas – quando for possível implementá-las – passará pela eventual saída do euro, da UE, sair da zona de influência das agências de rating, regular fronteiras e trabalhar com os meios que tivermos. Concertar acções com outros devedores; renegociar a divida e embargar o seu pagamento, quando isso nos interessar. Voltarmo-nos para o mar e pôr a CPLP a funcionar. Tornar-nos neutros nas contendas europeias e afastar do poder todos os cidadãos que prefiram obediências estranhas à sua matriz nacional.


Ao contrário do que a maioria dos receosos pensam, só teremos dois problemas sérios pela frente: alimentar a população (água ainda temos alguma e vinho não falta!) e ter um mínimo de energia para nos sustentarmos – não produzimos e não temos como ir buscá-los pois, entretanto, estes adiantados mentais reduziram a marinha à exiguidade!


Finalmente, hélas, precisamos dos submarinos para tirar veleidades a uns quantos membros da”comunidade internacional”, para não nos bombardearem como estão a fazer à Líbia ou para, no mínimo, não pensarem que entram aqui a passear.

Campanha eleitoral

O PNR esteve hoje em campanha em Almada, o que me levou a "abandonar"provisoriamente o local de trabalho para dar uma palavra de apoio ao seu presidente, José Pinto Coelho.


Foi um pequeno gesto, insignificante se comparar-mos com o esforço titânico que um partido sem assento parlamentar e sem subvenção estatal tem de aplicar para se afirmar no contexto politico-partidário nacional. No entanto, não quis deixar de marcar presença, renovando os votos de felicidade e coragem ao único partido nacionalista e verdadeiramente patriótico.

28 de Maio de 1926



sexta-feira, 27 de maio de 2011

Fartura...

Portugal, terra farta, onde a abundância proporciona uma elevada qualidade de vida aos seus cidadãos (desculpem a ironia), vai perdoar a dívida que a Guiné Bissau deve ao país, no valor de 77 milhões de euros...

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Lars Von Trier



Há coisas que não se dizem. Podemos dizer que somos socialistas, estalinistas, maoístas, anarquistas, trotskistas, enfim, nos tempos democráticos que correm, onde a liberdade de expressão supostamente é omnipotente, podemos dizer tudo, ou quase tudo o que nos aprouver.


Digo quase tudo, porque quando toca ao nacional-socialismo a coisa pia mais fininho. Que o diga o realizador Lars Von Trier, que no festival de cinema em Cannes, teve a audácia de se assumir como nazi, elogiando Albert Speer. Afirmou também que nada tinha contra os judeus, embora compreendesse Adolf Hitler...


As reacções não se fizeram esperar e, este conceituado realizador, foi expulso do dito festival com a nota de que se o seu filme ganha-se algum prémio, era favor de não aparecer para receber o mesmo. Escusado será dizer que não ganhou e não ganhará nada nos próximos tempos.

terça-feira, 24 de maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

Até que enfim...





Ao fim de um mês de pré-pré-campanha e pré-campanha eleitoral, finalmente ouvi alguém a falar coerentemente. De forma vergonhosa, os meios de comunicação social, em especial as televisões, apenas agora deram voz aos partidos sem assento parlamentar. Ou seja, a pouco mais de quinze dias do dia agendado para os portugueses votarem, apenas se ouviram as soluções dos responsáveis pelo calamitoso estado da Nação.


Digo e repito, não sou filiado em nenhum partido. Pura e simplesmente não acredito em partidos, acredito em lideres. No entanto, perante a trágica situação nacional não me resta alternativa senão apoiar o único partido politico nacionalista e verdadeiramente patriótico.


Sr. José Pinto Coelho conte comigo para passar a palavra às pessoas que me são próximas. Força e coragem são os votos do "trolha lusitano".

Terça-feira



segunda-feira, 16 de maio de 2011

Serviço público

Tenho andado com dificuldades em dormir. Problemas de vária ordem têm para isso contribuído, tornando esta fase que atravesso presentemente um pouco complicada.

Sem sono e com pouca vontade de empreender esforços nas muitas empresas que tenho a cargo, tenho desperdiçado o tempo destinado ao descanso, em frente à suposta "caixa mágica".


Na RTP estreou uma sátira ao reality Show Big Brother. Alegadamente humorístico, com um elenco de famosos, vale tudo, desde o total desrespeito pelas crenças religiosas alheias, até à masturbação masculina, recorrendo a um instrumento de ordenha destinado a mamiferos de duas pernas.Na SIC surge um concurso onde concorrentes de peso, com pouca ou nenhuma auto-estima, se prestam à humilhação na vã tentativa de parecerem normais. Já a TVI, teve a ideia original de levar o nosso (vosso, definitivamente vosso) jet 7 para a companhia de tribos com um modo de vida ancestral. Não se perde tudo, no meio das aberrações destaca-se o unânime desespero dos chefes tribais, verdadeiramente impressionados com os estranhos seres que se auto-intitulam civilizados.


Resumindo, com o fim da época futobulistica o circus não dá descanso. Dia 5 de Junho o povinho vai ás urnas, convém que vá o mais alienado possível. Circo temos, já pão... a ver vamos.

Frase do dia


"Sou o mais africano de todos os candidatos"


Pedro Passos Coelho

domingo, 15 de maio de 2011

sábado, 14 de maio de 2011

Descansa em paz







Estou há quinze dias a tentar escrever esta mensagem... fez ontem quinze dias que nos deixaste e desde esse dia que tento assimilar a tua partida...



Partiste só e por opção própria, cabe-me a mim respeitar a tua decisão. Lamento apenas que tenhas partido fodido comigo, isso não aceito. Sempre fomos homens, sempre disse-mos as merdas olhos nos olhos, como é suposto ser entre amigos... não aceito, fodasse...



Descansa em paz irmão, em breve voltaremos juntos à estrada.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Tintin na cadeia

Pode parecer ridículo, mas tudo leva a crer que será este o novo titulo da saga de Hergé, após o julgamento da obra "Tintin no Congo" pelo Tribunal de 1ª Instância de Bruxelas, no dia 30 de Setembro do presente ano.

Aparentemente, a obra atrás citada, ocupará o banco dos réus, acusada de possuir um carácter racista e xenófobo aos olhos da censura deste regime politicamente correcto.

Passagem do Mesolítico para o Neolítico.

O processo de neolítização refere-se à substituição de modelos económicos baseados na caça-recolecção por modelos assentes na produção de alimentos.
Os estudos em Portugal apontam para duas teorias distintas, que inclusivamente poderiam ter coexistido. O modelo difusionista ou démico, que contempla a colonização por via marítima, por povos com domínio na área da pastorícia e agricultura. A partir de determinadas áreas bem definidas partiriam então, para a ocupação de novos territórios.
O modelo indigenista, por seu turno, defende que a passagem do mesolítico para o neolítico aconteceu com a aquisição de novas técnicas de produção por parte da população indígena.
Estas novas técnicas surgiram da necessidade de alimento, devido a uma alegada ruptura demográfico – ecológica, ou seja, o aumento demográfico das populações e uma possível escassez dos recursos, devido também às alterações climáticas, teria obrigado as populações do final do mesolítico a apropriarem-se de novos elementos tecnológicos exógenos.
Para validar cada uma destas teorias, existem uma série de estações arqueológicas, as quais passaremos a analisar.
Entre o núcleo mesolítico de Samouqueira I, Medo Tojeiro (6440 + - 140 anos BP), e o núcleo de Vale Pincel I (6700 + - 60 BP), considerado neolítico antigo pelos indigenistas, evidenciam-se aspectos que transmitem uma possível ideia de evolução do modo de vida entre as estações.
No entanto, para os defensores da teoria difusionista, todas estas estações são mesolíticas, independentemente de terem sido encontradas cerâmicas de decoração cardiais, próprias do neolítico.
Para João Zilhão; um dos principais mentores da teoria difusionista, entre 6000-5750
a.C., não existiam povoações neolítocas no território em estudo. Para este historiador, as primeiras povoações do neolítico antigo foram as estações de Cabranosa (5621 – 5369 a.C.) e Sitio do Padrão (5481 – 5305 a.C.), não havendo sobreposição de datas com as estações do mesolítico de Rocha das Gaivotas (6637 – 5969 a.C.) e Armação de Pêra (6009- 5669 a.C.).
Tais factos levam-nos a concluir que aquando da chegada, por via marítima, das populações neolíticas, o litoral Algarvio, se encontrava praticamente despovoado.
No seguimento da sua teoria, João Zilhão afirma que rapidamente estas populações teriam colonizado a região do maciço calcário. Nesta região, destacam-se: Cabeço de Pias (Torres Novas); Pena D’Água (Torres Novas); Eira Pereirinha; Buraca Grande e a Gruta do Almonda. Em todos estes núcleos apenas se conseguiram apurar duas datas com elevado grau de fiabilidade, (5477-5321 a.C. e 5285 – 4545 a.C.)
Nas estações supra referidas foram encontradas cerâmicas cardiais similares com outras recolhidas em Cabranosa e Padrão e também em Cova de L’Or (Valência), o que argumenta favoravelmente à deslocação de populações com modo de vida neolítica através de navegação de cabotagem.
Ou seja, neste período (5500-5250 a.C.), terão coexistido populações neolíticas no maciço central e Barlavento Algarvio, com populações com modo de vida mesolítico, situadas no estuário do Sado/ Tejo e Costa Vicentina.
No período compreendido entre 5000-4750 a.C., registou-se uma rápida expansão dos núcleos neolíticos em detrimento dos núcleos mesolíticos. Estes últimos, ficaram circunscritos aos concheiros do Vale do Sado, como é exemplo a estação, claramente mesolítica, de Amoreiras (5060 – 4720 a.C.) Neste período desaparecem os núcleos mesolíticos da Costa Vicentina, sendo substituídos por núcleos neolíticos. (Samouqueira II é um exemplo).
Da oposição entre a economia de produção e a economia de caça – recolecção observa-se que a primeira se adequa a um melhor atendimento das necessidades dos grupos de indivíduos, ou seja, não se trata de substituir a caça; pesca recolecção, características do mesolítico, mas de acrescentar ao modo de vida, a domesticação de animais e a produção de bens agrícolas, fazendo com que tivessem meios de subsistência mais completos e eficazes.
Podemos especular que, devido a esses novos meios de subsistência se tenha assistido a um significativo aumento demográfico e prova disso foi a rápida expansão demográfica, verificada nas populações neolíticas na Estremadura e Costa Vicentina, ocupando geograficamente os antigos núcleos mesolíticos (Estuário do Tejo e Litoral Alentejano).
A economia de produção inicia assim o princípio do mundo como hoje o conhecemos, condenando o modo de vida itinerante que caracterizava as populações do mesolítico.


Bibliografia:

Cardoso, João Luís in Pré – História de Portugal, Publicações Universidade Aberta.

Zilhão, João in A Passagem do Mesolítico ao Neolítico na Costa do Alentejo, Revista Portuguesa de Arqueologia, Volume I. número, 1998.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O seu a seu dono

09 Março 2011
Geração à Rasca - A Nossa Culpa
Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim.




Recebi este texto por e-mail, através de mão amiga que, conhecendo a minha opinião sobre o assunto, sabia previamente que o seu teor provocar-me-ia um sorriso de orelha a orelha. Acontece que já tinha lido esta bela prosa no blogue da autora. "Assobio Rebelde" é o seu nome e Maria dos Anjos a pessoa que por lá assobia. Qual não é o meu espanto, quando verifico no e-mail que esta clarividente missiva era atribuída ao escritor Mia Couto... não é certo, o seu a seu dono.


terça-feira, 26 de abril de 2011

segunda-feira, 25 de abril de 2011

domingo, 24 de abril de 2011

Explicações de matemática

O FMI chegou e com ele os técnicos com capacidades matemáticas acima da média.


O défice apresentado pelo executivo de José Sócrates de 6,8%, relativo ao ano de 2010, sofreu nova alteração, desta vez para 9,1%. Por este andar teremos de juntar às contas de 2011 umas explicações de matemática aos lacaios do regime...


O mal amado

O demissionário ministro das finanças caiu em desgraça no burgo que tão assazmente defendeu durante os últimos anos.
Excluído das listas socialistas para as próximas legislativas, Teixeira dos Santos será um dos bodes expiatórios que o "chefe" usará para justificar o "terramoto" que se aproxima.



O diabo



terça-feira, 12 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

terça-feira, 5 de abril de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Nomeados

Desde que o sr. Primeiro-Ministro pediu a demissão e esta foi aceite pelo sr. Presidente da Republica, foram nomeados ou promovidos 156 indivíduos para o aparelho do Estado.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Sul americanos...



O que o vídeo mostra não é nada de novo. Novidade é a expressão utilizada pelo jornalista quando refere a identidade dos assaltantes... sul americanos. É correcto, são sul americanos, mas não seria possível especificar? é que eu não oiço falar espanhol aos meliantes... e na América do sul se não falarem espanhol... precisamente, falam uma espécie de português.


Adenda: não se esqueçam, continuem a recebe-los com carinho e em grandes quantidades!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Pritzker 2011


O prémio Pritzker, que teve a sua primeira edição em 1979, é atribuído pela fundação Hyatt todos os anos a um arquitecto vivo e é considerado por muitos como o Nobel da arquitectura.

Este ano coube ao arquitecto português Eduardo Souto de Moura ser galardoado com esta distinção, sendo o segundo português a conseguir obter este prémio.

O arquitecto Siza Vieira foi o primeiro em 1992.

De salientar ainda que desta forma a Faculdade de Belas Artes do Porto é a única instituição no mundo a ter dois docentes com este prémio.

Caça piratas

A fragata Vasco da Gama iniciou viagem para o Oceano Indico onde comandará a European Union naval Force Somália, uma força composta por dez navios com o objectivo de dissuadir a pirataria naquela região do globo.

O comando da Operação Atalanta ficará a cargo do comodoro português Alberto Silvestre Correia.



Adenda: Se porventura lhes tivesse sido atribuído o patrulhamento dos "mares de S.Bento", não haveria navios suficientes para aprisionar os piratas que por aí abundam.

Doutor Honoris Causa




A Universidade de Coimbra, uma instituição com mais de sete séculos de história, atribuiu o grau de Doutor Honoris Causa ao senhor que eloquentemente discursa no vídeo acima visionado.

terça-feira, 29 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

A caminho da desgraça...

A S&P baixou o ranking dos cinco principais Bancos portugueses em dois níveis.

Assim, Caixa Geral de Depósitos, BPI, Santander Totta e Banco Espírito Santo viram a sua classificação passar de AAA- para BBB+. Já o Milenium BCP desceu de BBB+ para BBB-.

Para que o leitor possa avaliar melhor a escala utilizada por esta agência de ranking, afirmo que o nível BB+ (imediatamente abaixo de BBB-) é considerado por esta empresa como junk (lixo).


Adenda: Eu não sou de intrigas, mas quase que aposto que estas noticias motivarão alguns depositantes a levantar o seu dinheiro.

Desnecessário.


Quando tudo apontava para que finalmente a partir de dia 27 a calma regressasse a Alvalade, surge nova polémica que promete dividir ainda mais os sportinguistas.

Não sei quem tem razão, se Bruno de Carvalho foi vitima de fraude eleitoral, ou se simplesmente tem mau perder. O que eu sei é que a paz necessária para que os bons resultados desportivos comecem a aparecer ainda não chegou ao covil do leão.


sábado, 26 de março de 2011

Presente!


Decorreu hoje, sem incidentes, o protesto organizado pelo Partido Nacional Renovador contra o acordo ortográfico.
Tendo sido desde o principio contra este autentico atentado à nossa língua e consequentemente à nossa Cultura, não poderia deixar de estar presente.
O encontro contou com cerca de meia centena de participantes, que distribuíram panfletos e tentaram consciencializar os transeuntes para esta aberração ortográfica que submete a língua portuguesa a uma humilhação inconcebível.
Apenas lamento a fraca adesão da sociedade portuguesa em geral a este protesto, nomeadamente as elites académicas e culturais que tanto criticam este famigerado acordo.
Também não estranhei a ausência dos meios de comunicação social a este evento, uma vez que o boicote a este partido por parte dos mesmos tem sido total.

quarta-feira, 23 de março de 2011

De hoje não passa!


Pânico nas hostes...(IV)


"este não é um momento para eleições antecipadas" e "o Governo tem legitimidade para governar".

Manuel Alegre

Pânico nas hostes...(III)


"O debate de amanhã não pode precipitar o país, em meu modesto entender, numa situação de total imprevisibilidade"

Jorge Sampaio, funcionário das Nações Unidas

Pânico nas hostes...(II)


“No meu modesto entender, só uma pessoa, neste momento, tem possibilidade de intervir, ser ouvido e impedir a catástrofe anunciada"

Mário Soares

Pânico nas hostes...


"
"Há tempo para evitar uma crise politica que seria desastrosa"

Ferro Rodrigues, embaixador de Portugal na OCDE

Artur Agostinho


25/12/1920-22/03/2011

Faleceu ontem um grande vulto do jornalismo desportivo. Fez televisão, cinema e na rádio a sua voz inconfundível marcou gerações. A cultura portuguesa ficou mais pobre.
Que a sua alma descanse em paz.

terça-feira, 22 de março de 2011

domingo, 20 de março de 2011

Nobilíssimo...

O homem que é dono do cão português abriu nova frente de batalha contra a tirania.
Primeiro foi o Afeganistão, depois o Iraque e agora, já bem próximo do continente europeu, a Líbia.
Não há tirano que esteja a salvo do Nobel da Paz...

Adenda: Desta feita até os franceses e ingleses estão assanhados... quando chegar a hora de consolidar as posições no terreno logo lhes passa...

Tempo de Quaresma

Estamos em tempo de Quaresma e este vosso projecto de escriba investe contra a modernidade dos tempos, combatendo arduamente contra beyblades, bakugans e demais viroses do século XXI.
Hoje ensinei os pequenos a lançar o pião. Amanhã, no pátio da escola, o bico de ferro deste companheiro da minha mocidade reduzirá a destroços os seus coloridos rivais.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cerimonia de abertura do ano judicial

Marinho Pinto teve ontem na cerimonia de abertura do ano judicial um discurso que pode ser considerado politicamente incorrecto, mesmo para os moldes que nos tem habituado.
Entre várias queixas que fez sobre assuntos relacionados com a ordem de que é bastonário, atreveu-se a ir mais além e teve a seguinte tirada: "da ditadura herdei os cofres com centenas de toneladas de ouro e um património imobiliário vastíssimo, da democracia os meus filhos herdarão dívidas"
As palavras não foram precisamente estas, mas tentei encontrar um registo do seu discurso completo para aqui reproduzir as suas palavras exactas e não consegui. Provavelmente obra do lápis azul democrático...

terça-feira, 15 de março de 2011

6%


O desporto do povo é por natureza o futebol. Já as elites preferem o ténis ou o golfe.
Conclusões:
O estatuto do individuo é inversamente proporcional ao tamanho das bolas.

Justiça portuguesa no seu melhor...

Fátima Felgueiras foi hoje completamente absolvida pelo Tribunal da Relação de Guimarães, dos sete crimes de que era acusada no "caso futebol".
Entretanto dois dos três crimes de que era acusada no caso "saco azul" também já prescreveram...
Relembro que dos 26 crimes que esta senhora foi acusada e que motivaram a sua fuga para o Brasil, antes de ser emitido o mandato de captura, já só restavam estes três... sobra um portanto.

Não se compreende...

Avelino de Jesus, professor do Instituto Superior de Economia e Gestão, demitiu-se hoje do grupo de trabalho que tinha por objectivo a reavaliação das parcerias publico-privadas.
O motivo que levou a tomar esta atitude prende-se e, passo a citar: com a «demora injustificada no fornecimento de documentos e informações solicitadas» e «apresentação de documentos e informações incompletas».
Antes da demissão, Avelino de Jesus terá comunicado ao Presidente do Tribunal de Contas, Guilherme de Oliveira Martins, os sucessivos atrasos e omissões, ao que este lhe terá respondido que " costumo queixar-me do mesmo"...
Como disse?
Perdão, o que é o Tribunal de Contas?
O Tribunal de Contas Português é a Instituição Suprema de Fiscalização e controlo de dinheiros e valores públicos.
Então como é que este órgão de Soberania fiscaliza o que quer que seja se recebe a documentação incompleta, tarde e a más horas?

Frase do dia




«Estamos a falar de um Apocalipse e eu acredito que esta palavra é particularmente bem escolhida»,
Gunther Oettinger, Comissário Europeu da Energia, referindo-se ao desastre nuclear no Japão

O Diabo


domingo, 13 de março de 2011

Japão


Um sismo seguido de um maremoto, com consequencias ambientais graves mas de dimensões ainda desconhecidas, colocam o Japão na situação mais difícil desde o fim da II Guerra Mundial.
Triste sina a deste corajoso povo, sempre habituado a resistir à adversidade com a bravura caracteritica de poucos.

Conjuntura...

Primeiro o discurso do Presidente da Republica, seguidamente o PEC IV, depois a manifestação da "geração à rasca", hoje começa a paralisação por tempo indeterminado dos camionistas (já encheram a despensa?), amanhã os juros baterão todos os recordes. Se somar-mos a tudo isto os múltiplos protestos que um pouco por todo o lado se anunciam, temos a conjuntura ideal para o principio do fim deste governo.
Não tenham ilusões, aqueles que aspiram a melhores dias, o supra sumo do liberalismo já prepara o discurso da tomada de posse...

PEC 4- Portugal 0

A falta de vergonha e o desprezo pelo povo é tanto, que nas vésperas de uma manifestação o executivo xuxialista anuncia novos sacrifícios...

Eu estive lá!


Adenda: Felizmente enganei-me, não houve incidentes durante o protesto.