terça-feira, 21 de junho de 2011

Movimento de Oposição Nacional

Realizou-se no passado Domingo pelas 16:00 horas num hotel da grande Lisboa, a apresentação oficial do Movimento de Oposição Nacional.

A abertura do evento esteve a cargo do Professor António Marques Bessa, que de uma forma cativante expôs alguns dos desafios que Portugal enfrenta e enfrentará no futuro.

De seguida, um elemento da direcção divulgou de forma detalhada, quais os objectivos primordiais desta Associação politico cultural. Tempo houve para uma sessão de perguntas colocadas à mesa.

O acontecimento terminou, já na minha ausência, com uma actuação de José Campos e Sousa.

O Diabo



Dia do jubas



Foi este Domingo no estádio de Alvalade, o primeiro aniversário do Jubas, a mascote oficial do Sporting Clube de Portugal.

Encontrei um ambiente saudável, vocacionado para os mais pequenos, que se deliciaram com as várias actividades no recinto da festa.

Uma boa iniciativa, que no meu entender deve ser mantida e melhorada, nomeadamente no que diz respeito ao espaço onde se realizou o evento, pequeno para as cinco mil pessoas que aí se deslocaram.



domingo, 19 de junho de 2011

Bi-campeões de futsal




Este fim-de-semana o meu clube sagrou-se bi-campeão nacional de futsal. Já com duas vitórias no play-off final frente ao Benfica, o Sporting a perder por 3-0 conseguiu dar a volta ao resultado, acabando este terceiro jogo com uma vitória por 5-4.



Este titulo vem assim juntar-se à vitória na taça, na supertaça e ao titulo de Vice-campeão europeu. Uma época em grande para o clube de Alvalade nesta modalidade.

terça-feira, 14 de junho de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Fernando Pessoa


"A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo."

sexta-feira, 10 de junho de 2011

10 Junho




Desejo a todos os leitores um feliz dia de Portugal, de Camões e da Raça.



Aproveito para escrever que foi há um ano que iniciei esta aventura. A todos que por aqui passaram o meu obrigado.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Longe, longe...

Longe, longe... cada vez mais longe destes alegados jovens que populam as grandes urbes, apodera-se de mim um sentimento que esbate o espírito inconformista que sempre me foi caracteritico...



Ou nem por isso, ;-)

Para amanhã



O Diabo



sábado, 4 de junho de 2011

Reflexão e ... acção

A menos de vinte e quatro horas de se conhecerem os resultados das eleições Legislativas 2011, deixo-vos aqui a analise de um trolha, que cada vez menos compreende esta grande Nação Lusitana.

Começando pela campanha, penso que se pode salientar a total ocultação das medidas que serão tomadas pelo futuro governo. PS, PSD e CDS, durante toda a campanha deixaram para depois das eleições as medidas de austeridade pouco populares que obrigatoriamente terão de ser tomadas... um cheque em branco, será o que os eleitores destes três partidos assinarão este Domingo. Bloco e PCP falaram, falaram... mas não disseram nada de novo, pediram uma maioria de esquerda para depois com toda a legitimidade democrática, imporem um novo PREC, ou uma nova ditadura do proletariado.


Previsões, previsões... vitória com pouca margem para PS ou PSD. Governo rosa com Portas ou laranja com Portas, tendo as malas feitas o líder partidário derrotado. O CDS fará sempre parte do próximo executivo. Já Lousã e Jerónimo passarão a próxima legislatura no lugar em que se sentem mais à vontade, na oposição.


Independentemente de quem ganhe, Portugal tem já o destino traçado. Entregues a este regime pseudo-democrático multi-partidário, a bancarrota adiada graças à troika, chegará daqui a dois ou três anos, tornando-se este belo país economicamente inviável.


Depois acontecerá o mesmo que está a acontecer na Grécia. As troikas deste mundo tomarão de assalto o que restar da nossa soberania e património.

Resta-me a esperança que entretanto surjam no raiar da alvorada novos tenentes de Maio, para enterrar de forma conclusiva os capitães de Abril e seus seguidores.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Ratko Mladic

Herói nacional sérvio, Ratko Mladic foi capturado e entregue ao Tribunal Penal Internacional. O mesmo tribunal que condenou à morte na sua própria cela Slavodan Milosevic e que desde 2008 julga Radovan Karadzic.

Aqui fica uma homenagem a um homem que teve a ousadia de defender o seu povo sem se importar com o preço a pagar por essa mesma atitude.

Terça-feira

Mais uma investigação que comprovará a inépcia da justiça portuguesa...

sábado, 28 de maio de 2011

Ainda o 28 de Maio




Discurso de António Oliveira Salazar nas comemorações dos dez anos sobre o 28 de Maio de 1926.

Artigo de opinião




acreditam que precisamos de mais submarinos? Já vão acreditar.


Em 1926 a situação económica e financeira de Portugal era bastante melhor do que a actual mas, em termos políticos e sociais, estávamos muito pior. De facto os indicadores pelos quais se aferem os dois primeiros âmbitos assim o provam. Aquando do 28 de Maio, a dívida pública era cerca de 63% do PIB; de 1910 a 28 houve um deficit acumulado de 2.684.724 contos (78.900.000 libras); em 1920 os salários referidos aos preços já valiam apenas um terço do que em 1910, e tudo isto apesar de a seguir à IGG se viver sem contas e sem orçamento, já que a classe política da altura não se entendeu sobre como pôr um de pé…


Presentemente a divida pública é já de cerca de 100% do PIB (e não está lá tudo!) – em 1974 era de 15%, e segundo o conceituado docente Santos Pereira, Portugal está na lista dos 10 países mais endividados do mundo. Nem vale a pena falar nos restantes indicadores macro económicos, um verdadeiro filme de terror que a pouco e pouco se vem tornando público.


A I República quis implantar uma espécie de “democracia directa”misturada com ditadura jacobina que lembrava Danton e Robespierre. O resultado foi o período mais infame que em Portugal já houve. Lembra-se resumidamente: oito PRs (um cada dois anos), dos quais um foi assassinado (idem para um chefe de governo), dois foram exilados, um resignou, dois renunciaram e outro foi destituído; 45 governos (média de três governos/ano); oito parlamentos, dos quais cinco foram dissolvidos, e 11 ditaduras, ou seja restaram apenas cinco anos cumpridos dentro da legalidade constitucional.


A ditadura militar instaurada em 1926, pôs ordem nas ruas, mas não soube resolver o problema financeiro. Os generais Sinel de Cordes e Ivens Ferraz negociaram um empréstimo (parece que só se sabe fazer isto…), de 12 milhões de libras, na Sociedade das Nações, mas as condições leoninas que nos impuseram levaram o governo a rejeitar o empréstimo. Só então se concordou com as condições de um certo professor de Coimbra, que foram buscar para ministro das finanças. O resto da história é conhecida, embora muito mal contada e convenientemente esquecida.


O actual empréstimo, negociado com a “Troika”devia ter levado o caminho daquele, por variadíssimas razões, a saber:


Enquanto nos continuarem a emprestar dinheiro, o problema político – de onde derivam todos os outros – não será resolvido em Portugal;


O empréstimo (e os que se seguirão), não são passíveis de serem pagos, nem daqui a 200 anos, a não ser que se descubra petróleo no Beato ou ouro em Foz Côa;


O empréstimo é feito a uma taxa de usurário e, por isso, inadmissível;


O dinheiro só vai servir para pagar juros, dívidas externas e internas, afim de não deixar colapsar o Estado. Não vai ser investido na economia nem em actividades reprodutivas, logo não tem mais-valia futura. É apenas mais um ónus. Até um simples aviador como eu, percebe isto;


O empréstimo, que não tem nada de filantropia destina-se, outrossim, a financiar os grandes bancos europeus, nomeadamente, franceses e alemães, em particular, e a alta finança ligada à Wall Street, em geral – nisto é mister dar razão a Jerónimo e a Louçã;


Tudo isto representa uma canga insuportável, que nos leva a soberania que nos resta. Depois não vai haver revolta que nos salve. Nem o Conde Duque Olivares se atreveu a tanto;


Para garantirmos estes empréstimos e os próximos – por esta lógica isto não vai parar nunca – vamos ter de abrir mão de tudo, privatizar tudo (a TAP, por ex., vai já à vida e por tuta e meia, por causa do enorme passivo que tem…), vender tudo. Quando não restar nada pagamos com sangue.


Finalmente, não deveríamos ter feito este acto suicidário, pela simples razão de que os partidos e todo o sistema político existente, não vão conseguir honrá-lo. Irão desentender-se todos e não haverá autoridade para nada. Também não acreditam? Leiam Fernando Pessoa (“O Interregno. Defesa e justificação da Ditadura Militar em Portugal”, 1928):


“Os partidos, (…) como têm um ideal político distinto do ideal nacional (sem o que não seriam partidos), ora sobrepõem aquele a este ora o infiltram neste, assim o pervertendo. Os partidos, ainda, como têm que ter a aparência de se apoiar na opinião pública, buscam “orientá-la”no sentido que desejam, e assim a pervertem; e, para sua própria segurança, buscam servir-se dela, em vez de a servir a ela, e assim a sofismam.”


Ora, lamentavelmente, os partidos actuais não são muito diferentes dos contemporâneos do grande poeta, enfim, aqueles seriam até mais patriotas…


Em súmula, chegando-se à conclusão que o empréstimo nada vai resolver, ao passo que tudo se irá agravar, então mandaria a lógica que interrompêssemos o caminho para o abismo quanto antes.


Mas as coisas não se irão passar assim, pela questão pueril de que não há coesão política e social e pela especificidade da natureza humana: ninguém quer fazer sacrifícios se lhes puder furtar, nem alguém no seu juízo perfeito – muito menos um politico - gosta de ser portador de más notícias. Ou seja, temo bastante que só quando houver fome, greves selvagens e “bombas”se irá atacar os problemas de frente. A alternativa (rara), só existiria com o aparecimento de uma verdadeira elite política. E todos sabemos que tal, de momento, não existe. Aliás, nos últimos 30 anos em vez de as tentarmos formar, fez-se tudo para as eliminar.
O que se deveria então fazer? A lista é longa e dura e teria que ser harmonizada numa política medularmente portuguesa, servida por uma grande estratégia. E quem a delinearia e poria em prática? Voltamos ao mesmo, não pode ser com a actual classe política – que foi quem nos trouxe ao inenarrável cenário contemporâneo - e que o dia seguinte às próximas eleições legislativas irá provar, mais uma vez, à saciedade.


Um conjunto de medidas – quando for possível implementá-las – passará pela eventual saída do euro, da UE, sair da zona de influência das agências de rating, regular fronteiras e trabalhar com os meios que tivermos. Concertar acções com outros devedores; renegociar a divida e embargar o seu pagamento, quando isso nos interessar. Voltarmo-nos para o mar e pôr a CPLP a funcionar. Tornar-nos neutros nas contendas europeias e afastar do poder todos os cidadãos que prefiram obediências estranhas à sua matriz nacional.


Ao contrário do que a maioria dos receosos pensam, só teremos dois problemas sérios pela frente: alimentar a população (água ainda temos alguma e vinho não falta!) e ter um mínimo de energia para nos sustentarmos – não produzimos e não temos como ir buscá-los pois, entretanto, estes adiantados mentais reduziram a marinha à exiguidade!


Finalmente, hélas, precisamos dos submarinos para tirar veleidades a uns quantos membros da”comunidade internacional”, para não nos bombardearem como estão a fazer à Líbia ou para, no mínimo, não pensarem que entram aqui a passear.

Campanha eleitoral

O PNR esteve hoje em campanha em Almada, o que me levou a "abandonar"provisoriamente o local de trabalho para dar uma palavra de apoio ao seu presidente, José Pinto Coelho.


Foi um pequeno gesto, insignificante se comparar-mos com o esforço titânico que um partido sem assento parlamentar e sem subvenção estatal tem de aplicar para se afirmar no contexto politico-partidário nacional. No entanto, não quis deixar de marcar presença, renovando os votos de felicidade e coragem ao único partido nacionalista e verdadeiramente patriótico.

28 de Maio de 1926



sexta-feira, 27 de maio de 2011

Fartura...

Portugal, terra farta, onde a abundância proporciona uma elevada qualidade de vida aos seus cidadãos (desculpem a ironia), vai perdoar a dívida que a Guiné Bissau deve ao país, no valor de 77 milhões de euros...

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Lars Von Trier



Há coisas que não se dizem. Podemos dizer que somos socialistas, estalinistas, maoístas, anarquistas, trotskistas, enfim, nos tempos democráticos que correm, onde a liberdade de expressão supostamente é omnipotente, podemos dizer tudo, ou quase tudo o que nos aprouver.


Digo quase tudo, porque quando toca ao nacional-socialismo a coisa pia mais fininho. Que o diga o realizador Lars Von Trier, que no festival de cinema em Cannes, teve a audácia de se assumir como nazi, elogiando Albert Speer. Afirmou também que nada tinha contra os judeus, embora compreendesse Adolf Hitler...


As reacções não se fizeram esperar e, este conceituado realizador, foi expulso do dito festival com a nota de que se o seu filme ganha-se algum prémio, era favor de não aparecer para receber o mesmo. Escusado será dizer que não ganhou e não ganhará nada nos próximos tempos.

terça-feira, 24 de maio de 2011