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domingo, 30 de janeiro de 2011

O fim da novela.

Terminou recentemente a triste e saloia novela das presidênciais 2011. A vitória coube ao previamente eleito Aníbal Cavaco Silva, um personagem amorfo cuja passividade o torna digno de figurar no museu de cera em Londres.
Comece-mos pela campanha, ou pela falta dela. Desde logo a pobreza dos argumentos de todos os participantes foi a nota dominante. Todos atacaram o favorito e o favorito não lhes deu Cavaco. Não houve planos ou projectos para a resolução dos problemas que o país atravessa, apenas um enorme vazio de ideias para um cargo que na verdade pouca ou nenhuma importância tem.
Passe-mos aos candidatos. Acerca do vencedor apenas acrescento que, acredite-mos ou não, era o candidato da direita... sim, foi o mesmo que deixou passar o projecto lei que viabilizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Assim se vê a direita, ou dita direita, permitida neste jardim à beira mar plantado.
Um dos derrotados da noite foi o bandido de Argel. Apoiado primeiramente pelo Bloco de Esquerda, este candidato na sua inocência queria conciliar os Anarcas com os socialistas da 3ª via. Foi o presente envenenado de Sócrates, que desta forma mantém em Belém o homem que lhe permite governar a seu belo prazer e elimina parte da oposição interna para o próximo congresso xuxialista. Bravo xeu inginheio.
Fernando Nobre foi a grande surpresa. Mais de 14% dos votos foi a prova que o povo português começa a estar farto de pulhiticos.
Uma palavra para o palhaço tiririca português. Conseguiu 4,5% dos votos... é o que dá esta coisa de pôr toda a gente a votar.
O grande vencedor foi como sempre o Doutor abstenção com 53% .

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

É o fim do mundo...


A liga dos chineses em Portugal, através do seu presidente Ping Chow (na imagem), apoia a reeleição de Aníbal Cavaco Silva na Presidência da Republica.
Se já não tivesse motivos de sobra para não votar neste candidato, este seria decisivo. Se é bom para os chineses em Portugal é mau para os portugueses em geral e para mim em particular.