Foi o último romance de Lev Tolstói. O último romance de um dos grandes mestres da literatura russa.
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domingo, 26 de fevereiro de 2012
Hadji-Murat
Foi o último romance de Lev Tolstói. O último romance de um dos grandes mestres da literatura russa.quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
1Q84
Fico a aguardar com alguma expectativa o lançamento dos próximos volumes.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
"O Sentido do Fim"
"O Último Segredo"

O Último Segredo é o mais recente livro de José Rodrigues dos Santos e porventura o mais polémico.
Jornalista de investigação, o autor prima pelo rigor cientifico em todos os seus romances. Excluindo o enredo da história, tudo o resto reflecte correntes de pensamento fortemente fundamentadas em factos históricos.
Esta é a mais valia dos seus livros. O romance em si... enredos demasiado explorados, personagens estereotipadas como o herói sedutor ou o assassino implacável, conduzem-nos obrigatoriamente a um final dramático demasiado previsível.
Em suma, um mau romance que devido ao seu conteúdo histórico se torna imprescindível a uma população como a nossa, cristã e pouco culta (aqui o trolha incluído).
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sábado, 3 de dezembro de 2011
O Perfeito Nazi

Martin Davidson é um autor e cineasta britânico especialista em assuntos históricos e culturais. Detentor de duas licenciaturas em Oxford, este profissional ao serviço da BBC é o responsável por vários documentários históricos com a marca da prestigiada cadeia televisiva.
Mas Martin é muito mais do que isso. É o neto de Bruno Langbehn, um homem que desde muito jovem lutou pelo ideal Nacional-Socialista Alemão.
Este livro retrata a busca do autor pelo passado obscuro do seu avô, à medida que procura explicações para a ascensão e consolidação do III Reich na sociedade alemã.
Sem deslumbrar, este é um bom livro para quem aprecia uma abordagem pouco tendenciosa da história alemã do século XX. Não fosse o autor neto do visado...
terça-feira, 23 de agosto de 2011
A Ilha ds Trevas
Editado em 2002 pela editora Temas & Debates, em 2003 pelo Circulo de Leitores e finalmente em 2007 pela Gradiva, "A Ilha das Trevas" é o primeiro romance de José Rodrigues dos Santos.
Já li várias das suas obras e, mais do que a qualidade da ficção apresentada, é de salientar o trabalho de pesquisa elaborado pelo autor, que contribui de sobremaneira para o rigor da denominada "verdade histórica".
Por tudo isto, as obras de José Rodrigues dos Santos são uma mais valia para todos aqueles que de forma isenta, pretendem conhecer os factos, aumentando desta forma o seu conhecimento do assunto abordado.
A acção de "A Ilha das trevas" passa-se em Timor-Leste, desde o pré 25 de Abril, até a auto-determinação do território.
José Rodrigues dos Santos, é por tudo isto na minha opinião, um dos poucos jornalistas de investigação que honram a sua profissão.
Adenda: Ao ler este livro, lá se vai a ideia generalizada da "descolonização exemplar", apregoada até à bem pouco tempo por Mário Soares e Almeida Santos.
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terça-feira, 16 de agosto de 2011
Achado...
sábado, 2 de julho de 2011
Guerreiro de Roma

Já nas livrarias o terceiro e último (pensava eu), livro da saga "Guerreiro de Roma" de Harry Sidebottom.
Com uma narrativa empolgante, o autor "arrasta-nos" na agulheta do tempo, transportando-nos para o ano de 260 D.C. onde o Império Romano enfrenta um dos períodos mais conturbados da sua existência.
Embora sem o fulgor do primeiro volume desta colecção, recomendo-o a todos aqueles que apreciam este género literário.
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
O estado a que o Estado chegou II

Já aqui tinha referido a investigação jornalística publicada pelo Diário de Noticias entre os dias 7 e 14 de Janeiro de 2011.
Numa associação com a editora Gradiva, o DN compilou os suplementos e publicou o livro.
É um trabalho exaustivo, provavelmente nunca realizado em Portugal, que demonstra de forma inequívoca o abismo para onde somos sugados pelo peso que o Estado tem na nossa economia.
O preço é de 13€, acessível para quem tem sede de conhecimento e gosta de fundamentar com números a sua opinião.
sábado, 4 de setembro de 2010
Colecção "As grandes Batalhas"

Desde pequeno que sou apreciador de banda desenhada e uma das colecções que mais marcou a minha juventude foi a serie "As Grandes Batalhas" de Pierre Dupuis.
Lançada em 1977, esta colecção retrata de forma real e mais importante, imparcial, as duras batalhas da II Guerra Mundial.
Alguns personagens aparecem em livros diferentes, mas regra geral, cada volume retrata um capitulo do conflito sem interligação.
Apenas possuo 4 exemplares, embora em pequeno tenha lido a colecção completa, pertença de um primo afastado, o que me levou a contactar a Bertrand com o intuito de adquirir os restantes.
Foi-me dito que a colecção era rara e que tiveram dificuldades em obter informações sobre a mesma. Aconselharam-me um alfarrabista. É pena, uma vez tratar-se de banda desenhada de grande qualidade.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Portugal que Futuro?

Portugal que Futuro? teve a sua 1ª edição em Setembro de 2009. O livro é da autoria de Henrique Medina Carreira e conta com a participação de Eduardo Dâmaso, que de forma assertiva coloca uma série de questões ao autor.
Em pouco mais de 200 paginas Medina Carreira resume a Economia portuguesa pós Estado Novo. Trata-se de uma obra essencial para o cidadão comum, que sem conhecimentos avançados em economia, tenta compreender a presente situação que o país atravessa.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Falta de inspiração

Vivendo e aprendendo.
Já tinha ouvido falar de Tiago Rebelo, mas como bom trolha que sou ainda não tinha lido a sua prosa.
Um belo dia, enquanto passeava os olhos pelas novidades literárias numa grande superfície, o titulo e o nome do autor, já referenciado, saltaram-me á vista.
-Vais-te arrepender- foi o primeiro pensamento que me aflorou à mente, mas a curiosidade mórbida falou mais alto e quando dei por mim já o trazia colado ao corpo.
"Obra" de leitura rápida, de cariz vulgar, previsível, inspirada nos acontecimentos relativamente recentes que "ensombraram" o nacionalismo em Portugal.
Façamos um rápido exercício de raciocínio, se o leitor estivesse nitidamente com falta de inspiração e precisa-se de vilões para um livro da treta, em quem é que o caro amigo se lembraria?
Evidentemente, ia buscar os Skinheads.
Juntava um inspector da Judiciária engatatão, ajudado por um colega negro, para ser politicamente correcto, umas moças jeitosas, uns advogados corruptos, uma pobre criança para servir de vitima e tinha os condimentos para o Worst-seller do ano.
Apostilha: vi uma entrevista do autor aquando do lançamento do livreco. Paço a citar: " a democracia não é uma coisa assegurada".
Tenham medo, muuuito medo...
Olho de Hertzog

"O Olho de Hertzog" é o 5º romance de João Paulo Borges Coelho. Esta obra foi distinguida com o prémio Leya e conta-nos a história de um oficial alemão, integrado no schutztruppe, corpo militar alemão comandado por lettow-Vorbeck, um brilhante comandante que lutou em África na I guerra Mundial. Este jovem oficial deixa-se aliciar pelo sabor da aventura e parte em busca da fortuna na forma de um diamante.
Confesso que até meio do livro achei o enredo complicado, demasiado complexo para prender o leitor. Não sendo critico literário esperava um pouco mais, nomeadamente se tivermos em conta a riqueza e o contexto da época e dos cenários.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Nobel da literatura
Posteriormente lançou "Descascando a cebola" uma autobiografia no espaço temporal de 1939 a 1959.
Neste livro o autor revelou a sua adolescência, como quando com a idade de 13 anos integrou as Waffen SS, onde combateu a fase final da guerra.
Um livro pleno de arrependimento, onde fica implícito um pedido de desculpas por ter acreditado no ideal Nacional-Socialista.
As reacções não se fizeram esperar e, se é verdade que gente houve que tenha defendido Grass, grande parte comunidade literária internacional apontou-lhe o dedo, como se de um dia para o outro a qualidade da sua escrita se tivesse evaporado.
As reacções não se fizeram esperar e, se é verdade que gente houve que tenha defendido Grass, grande parte comunidade literária internacional apontou-lhe o dedo, como se de um dia para o outro a qualidade da sua escrita se tivesse evaporado.
Saramago foi um dos moralistas, recebeu o Nobel no ano anterior graças ao clima favorável que a extrema-esquerda provoca no meio das artes. Se é de esquerda aplaude-se, se é de direita veta-se ao esquecimento. Céline é prova disso, um escritor de dimensão universal, que provavelmente nunca terá o reconhecimento devido. Entre nós, António Manuel Couto Viana é apenas um entre muitos.
Que ninguém tenha dúvidas, se "Descascando a cebola" fosse publicado antes de 1999, o Nobel da literatura desse ano teria sido outro.
Triste mundo este.
sábado, 17 de julho de 2010
Pura coincidência


Homens, espadas e tomates, como o nome indica é um relato histórico de homens com espadas e com tomates...não, tomates penso que não seja o termo mais correcto, tomates tem o gato da vizinha, os feitos praticados por estes senhores obrigatoriamente implica um grande par de colhões.
Aparte estas três caracteristicas comuns, existe uma outra, eram todos portugueses.
Portugueses que deram mostras ao longo da nossa História de uma bravura e heroísmo desmedido, muitas vezes a raiar a insanidade ou a coragem suicida. Homens de convicções superiores, com um código de valores incorruptível dispostos a fazer pela Pátria o sacrifício supremo, dar a vida.
Sim , somos nós portugueses, um povo de qualidades ímpares, com provas dadas em todos os campos debaixo de quaisquer condições.
Citando o autor, Rainer Daehnhardt "não houve outra nação a par da portuguesa que, com tão poucos homens, tivesse escrito páginas tão significativas na História da Humanidade".
E que é feito dos descendentes de tão nobre povo?
Presentemente uma nação pequenina, governada por fantoches comandados pela mão de Bruxelas. Um povo que aceita de forma cobarde, que estrangeiros nos imponham regras definindo os nossos interesses.
Com o devido respeito, D.Afonso Henriques já não é "o conquistador", passou a ser "o pião", tais são as voltas que dá na tumba.
Portanto qualquer semelhança entre os portugueses de outrora e os de agora é pura coincidência.
Apostilha : A linguagem hoje não foi a mais correcta, as senhoras que me desculpem.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Rio das Flores
Dentro do chamado "romance de época", "Rio das flores" de Miguel Sousa Tavares foi até hoje um dos melhores que tive o prazer de ler. Penso que grande parte do meu entusiasmo na leitura desta obra, reside na personagem de Pedro, o mais novo dos irmãos. Quem leu o livro e me conhece percebe claramente o porquê.
Já aqui o referi, discordo de grande parte das opiniões de Miguel Sousa Tavares, embora aprecie e reconheça o valor da sua escrita.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O voo da águia

Não, não é mais um livro acerca do passado campeonato de futebol. Para essa temática já não há títulos disponíveis.
Trata-se somente de um livro que adquiri, enquanto esperava pelo segunda obra da saga "Guerreiro de Roma".
Simon Scarrow é professor no colégio de Norwich e os seus livros contam com legiões de seguidores por todo o mundo.
As suas obras narram-nos as aventuras do centurião Macro e seu optio, Cato, no decorrer das campanhas militares de Roma.
Este livro em particular fala-nos da invasão da Bretanha, levada a cabo pelo imperador Cláudio.
Um livro de leitura fácil e agradável, embora a titulo pessoal, sem aspirações a critico literário, prefira Harry Sidebotton e o seu herói, Balista.
O Rei dos Reis
Acabei de ler o segundo livro da trilogia o "Guerreiro de Roma", que nos narra as aventuras de Balista, um general nas legiões de Roma.
A narrativa empolgante, consegue integrar de tal forma o leitor no enredo, que ainda me encontro a sudeste de Somasata, a tentar escapar das hordas de cavalaria sassânida. Deixo-vos a sinopse desta obra de leitura obrigatória, para os aficionados do género.
256 d.C.
O fantasma da traição paira como um pressagio sobre o Império Romano. A chama do fervor cristão espalhou-se pelo Império como um incêndio e, nos círculos de poder, há intrigas de homens perigosos e poderosos. Entretanto, as forças sassânidas pressionam sem tréguas a fronteira oriental. O destemido general Balista regressa à corte imperial da cidade arruinada de Arete... e descobre que há quem prefira vê-lo morto. De um momento para o outro, Balista vê-se envolvido numa rede de intriga e fanatismo religioso... e a sua coragem e lealdade a Roma e ao imperador serão postos à prova.
domingo, 4 de julho de 2010
As origens de Portugal

Num tempo em que cada vez mais se sente as dificuldades em educar uma criança, por vezes é necessário recorrer a publicações, de outros tempos.
É o caso da obra "As origens de Portugal, História contada a uma criança" do autor Rómulo de Carvalho, publicada na década de 40. Disponível presentemente em qualquer grande superfície, este livro educativo,pretende transmitir aos pequenos leitores valores pouco presentes na presente literatura juvenil. "Humildade perante o saber amor à verdade (mesmo se desagradável), disciplina e trabalho, como actividade social, respeito pela diversidade e pela liberdade de consciência".
Apostilha: tomei conhecimento da obra através do blog "Reverentia" do professor Humberto Nuno Oliveira. Os meus agradecimentos, meus e dos meus enfants.
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