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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Frase do dia



"Grécia vai sair da zona euro mas Portugal deve ficar"


Paul Krugman-Economista


Como se fosse possível um pais em dificuldades sair da zona euro e os restantes em situações em tudo semelhantes não serem arrastados pelo efeito de contágio.

O mais caricato é que este senhor veio a Portugal receber três doutoramentos Honoris Causa pela Universidade Nova, Universidade Clássica e Universidade Técnica.

Sem entrar em pormenores técnicos em uma área que não domino, o que é factual é que esta crise escapa a toda e qualquer previsão, demonstrando de forma inequívoca que quem efectivamente detém o poder de decidir o futuro do ocidente não fala com estes senhores. Ou pensavam que andamos ao sabor do vento?

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Homenagem






Em homenagem a todos os companheiros de profissão que se viram obrigados a seguir o conselho daqueles que descontraidamente por cá ficaram a ocupar espaço.
Votos de felicidade e que continuem a espalhar o encanto natural do trolha lusitano por esse mundo fora.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Coesão social

Com a eliminação da tolerância de ponte no Carnaval, assistimos a mais uma prova da capacidade de liderança do nosso Primeiro-Ministro.

No sector público e no privado, houve de tudo. Aqueles que trabalharam, os que ficaram em casa, os que trabalharam só de manha, os que fizeram greve, os que meteram férias, enfim, numa tentativa de demonstração de força aos olhos dos troicanos, Pedro Passos Coelho deu uma imagem ainda mais ridícula de si mesmo, conseguindo ainda contribuir de forma expressiva para a coesão social.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Porque será,

que cada vez que se chega a um acordo na Europa, as agências de notação cortam níveis a alguns países do velho continente?


Adenda: Ao que parece, esses mesmos países pagam para ser avaliados...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Frase do dia


"Portugal mantém o objectivo de voltar aos mercados em 2013"


Adenda: Existem coisas que feliz ou infelizmente me ultrapassam. Se ainda estamos a anos de pagar o que devemos, porque será que já querem voltar aos mercados?

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Começaram os tumultos...



Começaram os tumultos, foi a frase mais utilizada pela repórter que fazia a cobertura da manifestação em dia de Greve Geral nas escadarias da Assembleia da republica. Pelo meio ainda foi dizendo que "uma jovem chorava convulsivamente" e que "era pouco seguro estar naquele local".

Começaram os tumultos? onde? isto são tumultos? meus amigos as moças da minha terra no bailarico da aldeia mexem-se mais que estes indignados!
Uma vergonha! Se isto passa lá fora no estrangeiro vão pensar que não há homens nesta terra.
É o que dá as novelas, as playstations, as hormonas femininas na carne e os sacos de cimento pesarem só 40 quilos.
O que mais me irrita no meio disto tudo é as justificações dos jovens envolvidos. " isto é um movimento não violento e uma manifestação pacifica...". Se é pacifico não é uma manifestação, é uma passeata um colóquio ou coisa que o valha. Uma manifestação é quando as pessoas estão fartas de serem sacaneadas e demonstram de forma expressiva o seu descontentamento. Uma dúzia de trolhas e meia dezena de primos agricultores lá do monte e os senhores agentes da autoridade (que eu muito respeito e prezo) só paravam dentro do escritório do sr. primeiro-ministro.

Mas enfim, é a juventude que temos. Indignados, à rasca e como se não bastasse abichanados. Não tenho sorte nenhuma.

sábado, 12 de novembro de 2011

Perto, muito perto...

Depois de acordado o novo plano de resgate para a Grécia, eis que misteriosamente, Papandreu decide convocar um referendo.
Foi o fim do mundo. Merkel, Sarkozy e demais chernes arrependidos, fervem de indignação. Como se pode admitir que no meio de tão grande crise se coloque a decisão nas mãos do povo?
Sim, que isso do povo ser soberano não é para aqui chamado. O povinho decide quando as opções de escolha são devidamente seleccionadas.
Adiante. Venizelos, o Ministro das Finanças e Vice Primeiro-Ministro grego vem a terreiro desconvocar o referendo. Bela hierarquia, o comandante marca e o vice demarca, é a chamada tropa da c...
O embroglio fica composto com a substituição de todos os comandos militares gregos num só dia... estranho, não?
Resumindo, novos comandos nas forças armadas, novo Primeiro-Ministro e... nada de referendo.
O mais caricato é que doze dos antigos ministros de Papandreu mantiveram as pastas, com particular destaque para Venizelos.
Perto, estivemos muito perto... vamos ter que aguardar pela queda da Itália.

domingo, 23 de outubro de 2011

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Grandes negócios...

Pequeno empresário de um ramo da agonizante construção civil, todos os meses me vejo com algumas dificuldades em cumprir com as minhas obrigações patronais. Salários, impostos, seguros, fornecedores, clientes que pagam a 30 dias, outros a 60 e outros ainda quando lhes apetece, transformam a vida de um sócio-gerente de uma micro-empresa numa verdadeira aventura.

Se a tudo isto juntar-mos o facto de a pessoa a que me refiro ser um individuo honesto, temos uma aventura digna de figurar numa saga de Tolkien.

É que apesar de a crise ser para muitos, uma oportunidade de bons negócios, para outros é apenas sinonimo de crise.

Vejamos por exemplo o caso do BPN. Esta instituição à beira do colapso, necessitou de uma injecção de capital do Estado na ordem dos 5 mil milhões de euros. Com a justificação de que a falência do mesmo arrastaria todo o sistema financeiro do país, nacionalizou-se de imediato o BPN, utilizando para isso o dinheiro dos contribuentes.

Até aqui eu compreendo, daqui para a frente...

A nacionalização não incluiu os ramos lucrativos da Instituição bancária. Ou seja, nacionalizou-se apenas o que dava prejuízo.

Os responsáveis, ou a ausência deles, descredibiliza ainda mais (se isso for possível) a Justiça Portuguesa. Os ingénuos não se iludam, não vai haver culpados.

Passados uns meses, a pedido de várias famílias (apenas algumas) chamou-se uns indivíduos a que vou apelidar de troikanos, que impõem uma data para o banco ser vendido ou liquidado.

Prestes a terminar o prazo (escassas horas) aparece um ex-ministro do PSD, que agora representa interesses estrangeiros e oferece 40 milhões de euros na barganha. dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido ao senhor de gravata laranja.

Por explicar ficou o facto de haver outros interessados, um dos quais oferecia mais do dobro e comprometia-se a manter todos os postos de trabalho. Sim, porque a proposta vencedora vai despedir metade dos funcionários. Sabem quem vai pagar a indemnização desses funcionários?

Exactamente, a parte vendedora, o Estado, mais uma vez com fundos do erário publico. Digam lá que em tempo de crise não se fazem grandes negócios.

domingo, 24 de abril de 2011

O mal amado

O demissionário ministro das finanças caiu em desgraça no burgo que tão assazmente defendeu durante os últimos anos.
Excluído das listas socialistas para as próximas legislativas, Teixeira dos Santos será um dos bodes expiatórios que o "chefe" usará para justificar o "terramoto" que se aproxima.



segunda-feira, 4 de abril de 2011

Nomeados

Desde que o sr. Primeiro-Ministro pediu a demissão e esta foi aceite pelo sr. Presidente da Republica, foram nomeados ou promovidos 156 indivíduos para o aparelho do Estado.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O estado a que o Estado chegou


Durante uma semana o Diário de Noticias mostrou-nos o resultado de 36 anos de cleptocracia multi partidária. Uma investigação com o titulo O estado a que o Estado Chegou para nos ajudar a compreender a denominada "crise".

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Do bom e do melhor.

Nos últimos dez anos quadriplicou o numero de indivíduos com reformas acima dos quatro mil euros.
Este ano, a despesa com estes reformados de luxo será superior a duzentos e quarenta milhões de euros!
Existe alguém, ainda por cima reformado que não se governe com mil e quinhentos, vá, dois mil euros por mês?

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Crise?

Em 2010 a Porche aumentou em 80% as vendas em Portugal...
É como aqui escrevi à uns tempos atrás, a riqueza não se destrói... muda de mãos!

Como são os únicos carros desportivos que aprecio, deixo-vos esta bela imagem.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Esforço patriótico (II)

A Portugal Telecom antecipou o pagamento extra ordinário de dividendos no valor de 1 euro por acção para 28 de Dezembro do corrente ano.
Desta forma todos nós, accionistas maioritários da PT, escapamos ao agravamento da carga fiscal para 20011.

Esforço patriótico (I)

A Jerónimo Martins antecipou para 27 de Dezembro a distribuição de dividendos com o intuito de evitar o agravamento fiscal que penalizaria os accionistas em 2011.
Esta acção está incluída naquilo que pinócrates apelida de um esforço patriótico a todos os portugueses para enfrentar a crise.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Afinal não somos bons em tudo...


Sempre que um português se destaca em qualquer área, no estrangeiro ou em Portugal, tento publicar uma pequena menção ao individuo, de forma a mostrar a todos os que aqui vêem que por todo o lado existem compatriotas a dar provas do seu valor.

Infelizmente na politica carece-mos de exemplos. Veja-se o caso do senhor aqui na imagem, que foi considerado pelo jornal britânico Financial Times o décimo sexto melhor ministro das finanças da União Europeia... ou se preferirem, o quarto pior...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Dinheiro debaixo do colchão

Seja devido a dificuldades, ou com receio de uma bancarrota, os portugueses só no mês de Setembro retiraram 1450 milhões de euros depositados nas instituições bancárias... isto promete...

domingo, 21 de novembro de 2010

Pessimistas...

Acusado por muitos de ser um pessimista devido ao teor do que escrevo neste blog, venho por este meio informar que existem pessoas influentes na sociedade portuguesa que ainda me conseguem superar.

À uns dias atrás escrevi que o deficit real português rondaria os 8,5%, eis que surge Pedro Passos Coelho afirmando que o valor afinal é de 9,5%!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

FMI, o porque sim e o porque não

O executivo de José Sócrates continua a recusar o auxilio internacional na resolução da crise económica que assola o nosso país.

O argumento utilizado por este governo, é o de que Portugal tem as contas controladas e não necessita da intervenção ou ajuda do FMI ou de Bruxelas.

A realidade é no entanto bastante diferente. Portugal encontra-se com um deficit real na ordem dos 8,5%, o endividamento externo aumenta a 2,5 milhões de euros hora e, quando tudo o que tem sido escondido através da engenharia financeira for descoberto, Portugal cairá na tão apregoada bancarrota.

Ninguém no governo tem a mínima noção do futuro económico do país, ou, mais grave ainda, da real situação das finanças. Veja-se por exemplo o ministro Teixeira dos Santos, que ainda no ano passado em Junho, anunciava o fim da crise. Ou quando mais recentemente, afirmava que quando o juro dos títulos da divida soberana a 10 anos ultrapassa-se os 7%, seria necessária a intervenção do FMI... hoje verificou-se a percentagem mais alta de sempre, 7,37% e, apesar de toda a indignação do titular da pasta das finanças, já veio a publico defender o contrário do que tinha dito à uns dias atrás.

Portugal não tem as contas consolidadas. Muito longe disso. Ainda no ultimo dia da apresentação do orçamento do estado "apareceu" um buraco de 830 milhões de euros, vindo sabe-se lá de onde...
Então porque é que o governo insiste em atrasar a vinda do FMI?
A resposta é clara. Sócrates tem noção de que quando uma entidade imparcial e competente analisar a real situação do país, o seu nome ficará ligado ao maior descalabro financeiro da história de Portugal. E enquanto esse dia não chega, Sócrates e os "boys" continuam a "desbastar" o erário publico.
A titulo pessoal, sei que o melhor seria a entrada do FMI o mais depressa possível, de forma a ser conhecida a real situação em que nos encontramos, no entanto, como nacionalista acredito que em Portugal mandam os portugueses e, oponho-me a que qualquer entidade internacional nos diga o que temos de fazer.
Independentemente de tudo, será para breve a chegada do Fundo Internacional Monetário ao aeroporto da Portela. É uma questão de meses.
Quanto a nós, portugueses, espera-nos uma longa travessia, até conhecer-mos de novo a prosperidade.