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terça-feira, 13 de julho de 2010

Palavras para quê...

Em traços gerais:
O amigo aqui ao lado foi condenado a 7 anos de prisão efectiva.
Recorreu ao Tribunal da Relação de Lisboa que lhe reduziu a pena por branqueamento de capitais e fraude fiscal, retirou a condenação pelo crime de abuso de poder, mandou repetir a audiência pelo crime de corrupção, diminuiu a indemnização ao Estado para 197 966,00€ e revogou a perda em favor do Estado de um terreno no Algarve.
Mais, o senhor continua a exercer o cargo de Presidente da Câmara de Oeiras e prepara-se para recorrer ao Tribunal Constitucional, onde, alvitro eu, o Ministério publico apresentará um pedido de desculpas formal, com direito a indemnização choruda, de forma a repor o bom nome de tão digno meliante, perdão representante da presente classe política portuguesa.

sábado, 10 de julho de 2010

PNR no Tamariz

Decorreu hoje na praia do Tamariz, um protesto contra a criminalidade, levado a cabo pelo Partido Nacional Renovador.



É sabido que nos últimos tempos, a criminalidade tem varrido Portugal de Norte a Sul, de Este a Oeste. É nos comboios da CP, no bairro do Asilo, no bairro da Bela Vista, no parque das Nações e um longo etc.
Mais crimes, cada vez mais violentos, muitas vezes directamente relacionados com o fenómeno da imigração. Até aqui nada de novo, passemos ás novidades.
Confrontado com a manifestação, António Capucho, Presidente da Câmara de Cascais, afirmou "tratar-se de um gesto gratuito e pode ser perigoso"...
Ou seja, para este senhor pode ser perigoso uma manifestação contra a criminalidade??? porquê? os criminosos podem sentir-se ofendidos?
Não sou filiado em nenhum partido politico, nem pretendo fazer campanha por ninguém, mas a verdade é que desde que este surto de criminalidade irrompeu, o PNR foi o único com a coragem de se manifestar para exigir mais segurança. Os outros, com, ou sem assento parlamentar, nem vê-los.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Farwest


E o pistoleiro volta a atacar. Mais uma vez, Miguel volta ser noticia no farwest da margem sul do Tejo.
O cenário dos duelos pouco varia de episódio para episódio. À porta dos saloons, onde decorrem festas africanas, Miguel e seus bandoleiros, pela madrugada fora, espalham o terror à sua passagem.
Um digno representante na selecção portuguesa de futebol, um autentico exemplo a ser seguido pelos seus conterrâneos.

domingo, 4 de julho de 2010

Pedagogia II

E a "festinha" continua. Desta feita a chegada da G.N.R. ao bairro do asilo no Monte da Caparica, foi marcada por um disparo de "very ligth", dois petardos e uma bomba artesanal.
Apesar da calorosa recepção, não houve feridos entre as forças da ordem. Forças essas, que demonstraram exemplar pedagogia, não identificando nem detendo nenhum dos convivas.
Fica desta forma provado que estes militares, possuem uma extraordinária capacidade em adquirir novos conhecimentos e competências, cumprindo ordens superiores no sentido de evitar qualquer confronto com os foliantes, mostrando dessa forma, indícios de falta de tolerância para com tão distintos personagens.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Inocente

Almeida Rodrigues, actual director da Policia Judiciária, declarou-se inocente no caso do "apagão" dos ficheiros, que continham os crimes cometidos com arma de fogo, das estatísticas oficiais da base de dados do Ministério da Justiça.
Entre 2005 e 2009, coincidentemente o período a que corresponde esta espécie de ditadura xuxacialista, os crimes com recurso a arma de fogo "baixaram" de 30 000 para 16 000 aproximadamente, desaparecendo das estatísticas oficiais cerca de 14 000 ocorrências.
Até aqui tudo bem, são números, e se é verdade que dos números ninguém foge, também é verdade que quando convenientemente torturados, acabam sempre por confessar o que deles pretendemos.
O problema que aqui se põe, é que os números relativos à criminalidade em geral, nada tem a ver com a realidade.
Em primeiro lugar a grande maioria dos portugueses, quando vitima de um crime, não apresenta queixa. Ou porque não quer perder tempo, não se quer chatear ou pura e simplesmente porque tem MEDO.
E porquê medo?
Porque existe um sentimento de impunidade entre os criminosos, fruto de uma legislação feita por quem vive em condomínios privados e não tem contacto com a realidade. As forças da ordem estão totalmente desautorizadas, um agente que puxe da arma, com intenção de a usar, preencheu meio impresso para o subsidio de desemprego. As penas são irrisórias e cumpridas a 1/4 do tempo máximo. O descrédito da justiça portuguesa é já uma referencia nos países de 3º mundo, basta ver as manchetes dos jornais e percebe-se o porquê.
Por tudo isto e muito mais, não é possível apresentar números credíveis referentes à evolução e consolidação da criminalidade no nosso país de brandos costumes.
Resumindo, os lacaios de serviço e os manipuladores de estatísticas, podem trocar as bases de dados por bilhetes da CP da linha de Sintra, que depressa compreenderão o meu ponto de vista.

Aumento da criminalidade



O Presidente da Associação dos Funcionários de Investigação Criminal, Carlos Anjos, admitiu ontem que a subida da criminalidade, em especial a criminalidade violenta, está directamente relacionada com estrangeiros.
Parabéns pela sua frontalidade, afirmou aquilo que a grande maioria dos portugueses sabe, mas não ousa dizer.
Resta saber, quanto tempo este senhor permanecerá no cargo que diligentemente ocupa.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Pedagogia



Uma "festinha" que terminou com 5 militares da GNR no hospital Garcia da Horta. No meio da folia os bombeiros também tiveram de retirar, sob o risco de serem agraciados no decorrer das festividades. Saliento a falta de pedagogia das forças da ordem, por não terem conseguido ensinar aos visados, que a partir de determinada hora não se pode fazer barulho, interferindo dessa forma com o merecido descanso de quem trabalha. Sim, porque ainda há quem trabalhe.

sábado, 26 de junho de 2010

Parque das Nações Convidadas




Proponho a alteração do nome de Parque das Nações, para Parque das Nações Convidadas, para que, a verificar-se a alteração do nome, os dignos e civilizados cidadãos de outras paragens não se sintam tentados a comportarem-se como se estivessem em casa.

Apostilha : não se esqueçam, recebam-nos com carinho e em grandes quantidades...